O trabalho de bastidores envolve grandes e pequenos... jovens e menos jovens...actores, artistas, modistas, habilidosos...





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A data da estreia está quase a ser revelada!




Nasceu em 1880, e continua jovem e cheia de vitalidade.

O encadeamento dos factos é fascinante, mas há pontos obscuros. A palavra «arroba» não tem qualquer relação com «ânfora», pois vem do árabe «ar-ruba'a», designando «um quarto» ou «a quarta parte», como se aprende no Dicionário Etimológico de José Pedro Machado. Trata-se de uma unidade de peso que equivale a 14,788 quilogramas e que habitualmente se arredonda para 15kg. Podia ser que uma ânfora cheia de vinho tivesse esse peso, mas a semelhança fica por aí.
No século XVII o mesmo símbolo reapareceu, mas com outro significado. Utilizava-se para abreviar a preposição latina «ad», que significa «para», «em», «a», e que se usava para introduzir os destinatários das missivas. Condensava-se o «a» e o «d», num único carácter. É a chamada ligatura. O dicionário brasileiro Aurélio diz que ligatura é a «reunião, num só tipo, de duas ou mais letras ligadas entre si, por constituírem encontro frequente numa língua». Nesse mesmo dicionário da língua portuguesa confirma-se o símbolo @ como abreviatura de arroba.
O misterioso @ continuou a ser utilizado até ao século XIX, altura em que aparecia nos documentos comerciais. Em inglês lia-se e lê-se «at», significando «em» ou «a». Quem percorra as bancas de fruta ou os mercados de rua norte-americanos vê-o frequentemente. Os vendedores escreviam e continuam a escrever «@ $2» para significar que as azeitonas se vendem a dois dólares (cada libra, subentenda-se). Para eles não se trata de nenhuma moda: sempre viram aquele símbolo como a contracção das letras de «at».
Na máquina de escrever Underwood de 1885 já aparecia o @, que sobreviveu nos países anglo-saxónicos durante todo o século XX. O mesmo não se passou nos outros países. No teclado português HCESAR, por exemplo, que foi aprovado pelo Decreto-lei 27:868 de 1937, não existe lugar para o @. Por isso, quando o símbolo reapareceu nos computadores, ele tinha já um lugar cativo nos teclados norte-americanos, por ser aí de uso frequente. Nos nosso teclados só foi acrescentado nos anos 80 e encavalitado noutra tecla: é preciso pressionar simultaneamente Ctrl+Alt+2 ou AltGr+2 para o fazer aparecer.
Quando o correio electrónico foi inventado, o engenheiro Ray Tomlinson, o primeiro a enviar uma mensagem entre utilizadores de computadores diferentes, precisou de encontrar um símbolo que separasse o nome do utilizador do da máquina em que este tinha a sua caixa de correio. Não queria utilizar uma letra que pudesse fazer parte de um nome próprio, pois isso seria muito confuso. Conforme explicou posteriormente, «hesitei apenas durante uns 30 ou 40 segundos... o sinal @ fazia todo o sentido». Estava-se em 1971 e esses 30 ou 40 segundos fizeram história, mas criaram um problema para os países não anglo-saxónicos. Não foi só nos teclados, foi também na língua.
Em inglês, «charles@aol.us» entende-se como «Charles em aol.us», ou seja, o utilizador Charles que tem uma conta no fornecedor AOL, situado nos Estados Unidos. Mas em português não soa bem ler «fulano@servidor.pt» dizendo fulano-arroba-servidor.pt. Nem tem muito sentido. Mas qual será a alternativa? Uma solução seria seguir o inglês e dizer «at». Outra ainda seria dizer «a-comercial», como nos princípios do século XX se chamava a esse símbolo no nosso país.
Talvez o melhor fosse utilizar «em». Mas haverá soluções mais imaginativas. Quem quiser gastar o seu latim pode proclamar «ad», rivalizando em erudição com o mais sábio dos literatos. Ou surpreender toda a gente, anunciando uma «amphora» no seu endereço.»
Nuno Crato (presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática)
1ª Imagem -O sinal hoje conhecido como "arroba" numa lápide funerária da Igreja de S.Francisco em Estremoz.
2ª Imagem - Igreja de S.Francisco em Estremoz
3ª Imagem - "1696 Fevº. 8 - Carta do Provedor e Irmãos da Misericórdia do Porto, D.João de Sousa" Biblioteca da Ajuda, Cota: BPA 54-VIII, nº 98b (cortesia de Vasco R.Silva)
M.A.






Sobre a porta lateral ficou um projéctil de canhão, em ferro, cravado na parede e o abade da época resolveu deixá-lo ali como recordação das lutas então travadas. Pintaram-no de preto, enquadraram-no num nicho encarnado e colocaram a data de 1833. Mais tarde, mesmo depois de desaparecida a cor do nicho e a data, o projéctil, mesmo ferrugento lá continuou cumprindo a sua função de recordar as Lutas Liberais
O gargalo era abaulado e tinha duas “amolgadelas” laterais que serviam para segurarem um berlinde de vidro que, pela acção do gás introduzido era assim empurrado até um aro de borracha, fechando a garrafa hermeticamente. Para a abrir era um dedo que fazia descer o dito berlinde e, consequentemente, permitia a entrada do ar dentro da garrafa.

CTT RECOLHEM BENS ESSENCIAIS PARA A MADEIRA
Campanha de recolha de bens essenciais para envio para a Madeira
A partir do dia 23/ Fevereiro, os CTT lançaram uma campanha nacional de recolha de bens essenciais para envio para a Madeira, no âmbito do seu Programa de Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, com aceitação em todas as 900 Estações de Correio do País.
Basta a qualquer pessoa dirigir-se a uma Estação de Correios, pedir a caixa solidária grátis, enchê-la com os bens e marcar como destinatário a palavra MADEIRA.
Não é preciso selo nem mais morada e o envio é grátis. Os CTT tratam de entregar os bens.
As Instituições destinatárias serão a Caritas da Madeira e a Associação Protectora dos Pobres do Funchal, que já informaram estarem a precisar principalmente dos seguintes produtos/bens
As joaninhas fazem parte da ordem dos coleópteros (escaravelhos), a maior de todas as ordens de insectos, com mais de 300 mil espécies conhecidas. Nos climas mais temperados, há menos espécies, mas reproduzem-se em maior quantidade. Nos trópicos, passa-se o contrário: há mais espécies, mas menos indivíduos.
Embora os escaravelhos sejam na sua maioria castanhos escuros ou pretos, alguns têm uma cor viva, como as joaninhas, ou tons metálicos de vermelho, verde, azul e dourado.
Asas: Asas inferiores (para voar) ocultas por asas superiores, vermelhas com pintas (élitros).
Pintas: estas têm sete pintas; outras poderão ter mais ou menos.
Cor: o preto, o amarelo e o vermelho são cores de aviso em todos os insectos.
Comida: tanto as larvas como os adultos caçam pulgões e outros insectos.
Ovos: um só insecto pode pôr mais de mil ovos em cada estação.
Patas: 6 (3 pares), por serem insectos.
Ajudantes: algumas espécies de joaninhas são compradas por agricultores para controlar outras espécies de que se alimentam que são prejudiciais às culturas do homem.
Início do século XIX: as joaninhas salvaram a produção de laranjas da Califórnia ao comer os insectos que destroem a fruta.
Frio de gelar: as joaninhas hibernam em grandes aglomerados, amontoando-se para se proteger contra o frio.
Mitos e lendas I: A joaninha também é conhecida por boas-novas ou em brasileiro por vaquinha. Em inglês, chamam-se ladybirds (Dona Ave), ladybugs (Dona Insecto), ladycows (Dona Vaca), e beetles of Our Lady (escaravelhos da Nossa Senhora) devido à crença de que foram dedicadas à Virgem Maria.
Mitos e lendas II: as joaninhas dão sorte.
Mitos e lendas III: quando se encontra uma joaninha existe o hábito popular de a segurar nos dedos e dizer “Joaninha Voa Voa vai ter com o teu pai que está em Lisboa...”, com o significado de levar boas novas. A versão inglesa diz: Joaninha vai-te embora / Tens a casa a arder/ E os teus filhos a morrer e refere-se à antiga prática de queimar as hastes do lúpulo após as colheitas, hastes essas que serviam de casa a milhões de joaninhas.

Com este abaixamento de temperatura, estamos bastante preocupadas com as constipações e gripes que possam surgir por aí. Tanto mais que, cá por estas bandas, nos desfiles de Carnaval há sempre quem goste de reduzir as peças de vestuário imitando o que se passa noutras latitudes de clima mais ameno e, depois, sofra as consequências do frio que apanhou.
