Como tudo começou

22/03/10

Teatro na SIMECQ

Vem aí mais uma peça de teatro...

O trabalho de bastidores envolve grandes e pequenos... jovens e menos jovens...actores, artistas, modistas, habilidosos...










































No Atelier de Artes, executa-se o cenário.....


Para saber mais vá visitando o blog

A data da estreia está quase a ser revelada!

21/03/10

Primavera vs Poesia

Hoje chega a Primavera
Comemora-se o dia da Poesia
e até o Sol nos brindou
para que tenhamos um bom dia!

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Da nossa amiga Clotilde recebemos este bonito poema que resolvemos partilhar com os leitores neste Dia Mundial da Poesia. A imagem também nos foi enviada por ela.

Não guardes os sonhos só para ti.
Atira-os ao ar
E deixa que o vento os leve.
E que lá longe,
muito longe
alguém os apanhe
e possa também Sonhar.

Um abraço da Clotilde Moreira
M.A.

20/03/10

RECEITA DE ALEGRIA


De quando em vez, acontece-nos deparar com textos, escritos por alguém, e sentir que, muito do que estamos a ler, se ajusta à nossa própria maneira de ser e de pensar.
Um exemplo disso, será o vídeo que hoje trazemos.



Alguém teve a feliz ideia de, a desenhos e pinturas de Picasso, juntar algumas reflexões bastante interessantes, também a ele atribuídas e, às quais, deu o título de Receita de Alegria.

Porque todos desejamos que haja sempre um pensamento positivo a acompanhar as nossas e as vossas vidas, é com esse propósito no pensamento que vos convidamos, então, a ver o vídeo em causa. Que esta “Receita” vos possa, pois, dar alguma ajuda neste sentido.
(Vídeo recebido num e-mail)
M.A.

18/03/10

Shuffle Progression na SIMECQ dia 27/03/2010- 22 horas

*Actividade inserida na comemoração dos 130 anos da SIMECQ*

É já Sábado dia 27 de Março, a partir das 22 horas, que estes artistas da Cruz Quebrada, actuam pela primeira vez "em casa".
É verdade o Fernando Campos e o DJ Paulo Leite, apesar de serem da nossa terra, nunca cá tinham mostrado o seu trabalho.

Este espectáculo promete muita música e animação.

Contamos desde já com a vossa presença!



Veja aqui o vídeo promocional

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16/03/10

MIRANDA DO DOURO (2ª PARTE)

Este é o nosso segundo encontro para um passeio nocturno pelas ruas de Miranda do Douro. A primeira parte já foi mostrada aqui no blog em 06/12/09 e, se a quiser rever apenas terá que clicar aqui. A beleza das imagens captadas pelo nosso amigo Fausto Andrade e o som que as acompanha dispensa, de novo, qualquer comentário.
Na eventualidade de, no vídeo, haver alguma dificuldade na leitura dos textos que correspondem aos slides 2 e 12 resolvemos transcrevê-los neste apontamento.
Podem, também, fazer a paragem do vídeo durante o tempo preciso para a leitura dos referidos textos.


ANTIGO PAÇO EPISCOPAL –séc. XVII - (Slide 2)
Os primeiros bispos de Miranda tiveram de habitar no Castelo. Só em 1601 se inicia a construção do Paço Episcopal e do Seminário. Quando ficou pronto, mais de um século depois, a sua opulência não era inferior à da Sé, cujo estilo, renascentista, imitou. O Paço desenvolvia-se em torno de um pátio central, cingido por um claustro em arcada rebaixada, sobre colunas monolíticas. E, embora muito abalado por incêndios sucessivos, durante os sécs. XVII e XVIII, foi a transferência definitiva da sede da Diocese para Bragança, em 1780, que o fez entrar em ruína acelerada. A sombra da sua monumentalidade projecta-se ainda hoje no claustro e no pórtico do Seminário. Mas, não obstante o estado de ruína, o seu poder simbólico mantém-se porque os bispos continuaram sempre a gravar o seu nome no respectivo memorial, à entrada do pórtico renascentista do primeiro Paço Episcopal da Diocese.

Antiga Sé –sécs. XVI e XVIII - (Slide 12)
Até meados do séc. XVI, a dimensão da Arquidiocese de Braga não permitia ao pastor apostólico visitar regularmente o seu rebanho transmontano, muito afastado. Por isso, o Papa Paulo III, a pedido de D. João III, fundou em 1545 a nova diocese de Miranda. A Igreja de Santa Maria, dos finais do séc. XIII, dava assim lugar (e a pedra) à nova Sé, cujo projecto foi elaborado pelos arquitectos Gonçalo de Torralvae Miguel Arruda, muito bem aconselhados pelo próprio Rei, que, como monarca do Renascimento, era um apaixonado pela arquitectura. A primeira pedra foi colocada no dia 24 de Maio de 1552, mas o lajeado do pátio só ficou pronto em 1620, ou 1621. A capela-mor é de meados do séc. XVIII. Templo majestoso, de três naves e transepto, foi a Sé que trouxe o Renascimento para Miranda, muito embora as abóbadas de cruzaria sejam ainda subsidiárias do gótico medieval. O retábulo de S. Bento, (séc. XVI), o do altar-mor, um dos mais imponentes conjuntos esculturais maneiristas do séc. XVII, da escola de Gregório Hernandez, de Valladolid, e o Menino Jesus da Cartolinha(séc. XVIII) fazem parte do recheio da catedral. Mas, numa cidade exígua, ainda tão esmagada pela cerca medieval, a antiga Sé aparece-nos, de repente, como uma escultura imponente, cujos efeitos de surpresa e espectacularidade são os elementos essenciais.

Nota: Uma vez mais sentimo-nos muito felizes pela oportunidade de mostrar um trabalho com a qualidade a que este amigo F. Andrade já nos habituou.
M.A.

14/03/10

ORAÇÃO DAS MULHERES RESOLVIDAS


Do Médico psiquiatra e sexólogo, Dr. Júlio Machado Vaz trazemos hoje um delicioso poema em que ele, com aquele humor que lhe é tão peculiar, brinca com a relação homem-mulher duma forma bastante curiosa, pois, digamos, aqui aparecem “eles, um pouco como vítimas”.
Ora isto, vindo escrito por um homem traduz, a nosso ver, uma mentalidade aberta e livre daqueles preconceitos ligados à chamada “guerra dos sexos” em que há, por vezes, a tendência para confundir as diferenças entre um e outro, como superioridades ou inferioridades. Mas claro que isto não é novidade alguma para quem já o conhece, o foi ouvindo na Rádio ou TV ou, teve mesmo oportunidade de ler os livros que escreveu. Se precisar de recordar os seus dados biográficos queira, p.f. clicar
aqui.
Convido então todos a lerem e a divertirem-se com a graça saudável que o autor soube imprimir a este poema:

ORAÇÃO DAS MULHERES RESOLVIDAS

Que o mar vire cerveja e os homens aperitivo,
que a fonte nunca seque,
e que a nossa sogra nunca se chame Esperança,
porque Esperança é a última que morre...
Que os nossos homens nunca morram viúvos,
e que os nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas!
Que Deus abençoe os homens bonitos,
e os feios se tiver tempo...
Deus...
Eu vos peço sabedoria para entender um homem,
amor para perdoá-lo e paciência pelos seus actos,
porque Deus,
se eu pedir força,
eu bato-lhe até matá-lo.

Um brinde...
Aos que temos,
aos que tivemos e aos que teremos.

Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,
aos trouxas que nos perderam,
e aos sortudos que ainda vão conhecer-nos!

Que sempre sobre,
que nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos!
Amén.

P.S.: Os homens são como um bom vinho: todos começam como uvas é dever da mulher pisá-los
e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia para o jantar.
Júlio Machado Vaz

(Nota da autora do post: Há anos, no lançamento de um novo livro de uma amiga comum, o Dr Machado Vaz foi justamente o apresentador. Em seguida, já numa amena conversa de grupo, foi contada uma anedota em que os homens eram as personagens também "atingidas". Pois, tenho ainda no ouvido, a saborosa gargalhada que ele soltou.) M.A.

13/03/10

SIMECQ a caminho do 130º aniversário

Nasceu em 1880, e continua jovem e cheia de vitalidade.

A SIMECQ tem prevista a realização de várias iniciativas das diversas actividades da colectividade, que se iniciam já este mês de Março.

Tudo faremos para divulgar no nosso blog, as várias iniciativas, de forma a que todos possam juntar-se a nós, na comemoração de tão importante aniversário.

Viva a SIMECQ

12/03/10

@ O ESTRANHO “A” ENCARACOLADO (CONTINUAÇÃO)


Em 22/10/2008 publicamos um post sobre este assunto, que se quiser rever é só clicar aqui) Agora, do mesmo autor, chegou às nossas mãos um outro apontamento mais completo que, embora um pouco extenso, consideramos muito interessante e decidimos publicar na integra.

«De onde vem o misterioso sinal @, a que os portugueses chamam «arroba», os norte-americanos e ingleses «at», os italianos «chiocciola» (caracol) e os franceses «arobase»? Porque razão foi ele escolhido para os endereços de correio electrónico? Na verdade, não conhecemos ao certo a origem deste misterioso símbolo. Nem estávamos preocupados com o problema, até que ele começou a entrar no nosso dia-a-dia e foi preciso arranjar-lhe uma designação.

A princípio, os portugueses chamavam-lhe «caracol», «macaco» ou outro nome claramente inventado. Depois, houve quem reparasse que a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira dizia tratar-se do símbolo de arroba, pelo que esse nome pegou.Que terá a arroba a ver com esse sinal? Não se sabe ao certo, mas há pouco mais de um ano, o investigador italiano Giorgio Stabile descobriu um documento veneziano datado de 1536 onde esse símbolo aparecia. Estava aí a representar ânforas, utilizadas como unidades de peso e volume. Posteriormente, num vocabulário Latim-Espanhol de 1492, Stabile encontrou o termo «arroba» como tradução castelhana do latim «amphora». A ânfora e a arroba, concluiu o investigador italiano, estariam na origem da estranha letra retorcida.


O encadeamento dos factos é fascinante, mas há pontos obscuros. A palavra «arroba» não tem qualquer relação com «ânfora», pois vem do árabe «ar-ruba'a», designando «um quarto» ou «a quarta parte», como se aprende no Dicionário Etimológico de José Pedro Machado. Trata-se de uma unidade de peso que equivale a 14,788 quilogramas e que habitualmente se arredonda para 15kg. Podia ser que uma ânfora cheia de vinho tivesse esse peso, mas a semelhança fica por aí.
No século XVII o mesmo símbolo reapareceu, mas com outro significado. Utilizava-se para abreviar a preposição latina «ad», que significa «para», «em», «a», e que se usava para introduzir os destinatários das missivas. Condensava-se o «a» e o «d», num único carácter. É a chamada ligatura. O dicionário brasileiro Aurélio diz que ligatura é a «reunião, num só tipo, de duas ou mais letras ligadas entre si, por constituírem encontro frequente numa língua». Nesse mesmo dicionário da língua portuguesa confirma-se o símbolo @ como abreviatura de arroba.

O misterioso @ continuou a ser utilizado até ao século XIX, altura em que aparecia nos documentos comerciais. Em inglês lia-se e lê-se «at», significando «em» ou «a». Quem percorra as bancas de fruta ou os mercados de rua norte-americanos vê-o frequentemente. Os vendedores escreviam e continuam a escrever «@ $2» para significar que as azeitonas se vendem a dois dólares (cada libra, subentenda-se). Para eles não se trata de nenhuma moda: sempre viram aquele símbolo como a contracção das letras de «at».

Na máquina de escrever Underwood de 1885 já aparecia o @, que sobreviveu nos países anglo-saxónicos durante todo o século XX. O mesmo não se passou nos outros países. No teclado português HCESAR, por exemplo, que foi aprovado pelo Decreto-lei 27:868 de 1937, não existe lugar para o @. Por isso, quando o símbolo reapareceu nos computadores, ele tinha já um lugar cativo nos teclados norte-americanos, por ser aí de uso frequente. Nos nosso teclados só foi acrescentado nos anos 80 e encavalitado noutra tecla: é preciso pressionar simultaneamente Ctrl+Alt+2 ou AltGr+2 para o fazer aparecer.

Quando o correio electrónico foi inventado, o engenheiro Ray Tomlinson, o primeiro a enviar uma mensagem entre utilizadores de computadores diferentes, precisou de encontrar um símbolo que separasse o nome do utilizador do da máquina em que este tinha a sua caixa de correio. Não queria utilizar uma letra que pudesse fazer parte de um nome próprio, pois isso seria muito confuso. Conforme explicou posteriormente, «hesitei apenas durante uns 30 ou 40 segundos... o sinal @ fazia todo o sentido». Estava-se em 1971 e esses 30 ou 40 segundos fizeram história, mas criaram um problema para os países não anglo-saxónicos. Não foi só nos teclados, foi também na língua.

Em inglês, «charles@aol.us» entende-se como «Charles em aol.us», ou seja, o utilizador Charles que tem uma conta no fornecedor AOL, situado nos Estados Unidos. Mas em português não soa bem ler «fulano@servidor.pt» dizendo fulano-arroba-servidor.pt. Nem tem muito sentido. Mas qual será a alternativa? Uma solução seria seguir o inglês e dizer «at». Outra ainda seria dizer «a-comercial», como nos princípios do século XX se chamava a esse símbolo no nosso país.

Talvez o melhor fosse utilizar «em». Mas haverá soluções mais imaginativas. Quem quiser gastar o seu latim pode proclamar «ad», rivalizando em erudição com o mais sábio dos literatos. Ou surpreender toda a gente, anunciando uma «amphora» no seu endereço.»

Nuno Crato (presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática)

1ª Imagem -O sinal hoje conhecido como "arroba" numa lápide funerária da Igreja de S.Francisco em Estremoz.

2ª Imagem - Igreja de S.Francisco em Estremoz

3ª Imagem - "1696 Fevº. 8 - Carta do Provedor e Irmãos da Misericórdia do Porto, D.João de Sousa" Biblioteca da Ajuda, Cota: BPA 54-VIII, nº 98b (cortesia de Vasco R.Silva)

M.A.




10/03/10

CABEÇAS DE VELHO E DE VELHA


Quem tenha o hábito de passear ao ar livre depara-se, por vezes, com coisas bastante curiosas.
Desta vez chamamos a atenção para dois enormes rochedos que existem no nosso pais aos quais a natureza concedeu forma e contornos de cabeças humanas. Estou a referir-me, em primeiro lugar ao que se situa na Serra de Estrela e que é chamado de “Cabeça de Velho”.
Como a imagem mostra, o seu perfil assemelha-se bastante à cabeça de um ancião.

O segundo rochedo fica na Serra de Peneda e é chamada “Cabeça de Velha” também pela configuração que apresenta, conforme poderão constatar nesta foto.
Em relação a esta última rocha, a tradição enriqueceu-a com uma lenda de amor:

_Teria existido nas redondezas um D. Bernardo, senhor muito poderoso, com uma sobrinha chamada Leonor . O destino levou esta jovem a apaixonar-se por um fidalgo, pouco endinheirado, D.Afonso, facto que não agradaria ao tio, como se adivinha.
Uma velha aia da jovem, de nome Marta, que servia de intermediária nestes amores, tinha tal dedicação e fidelidade à sua ama que jurara mesmo transformar-se em pedra se alguma vez se visse obrigada a traí-la .
Acontece que, num dia em que a dita aia trazia consigo recado para os apaixonados se irem ver, foi interceptada pelo tio fidalgo e obrigada, sob tortura, a divulgar o sítio e hora do encontro, sendo ainda ameaçada se, acaso disto desse conhecimento, a Leonor ou Afonso. É que o tio decidira ir com os seus criados surpreender os apaixonadas para um severo castigo.
Estava o par trocando juras de amor, quando ouviram um som qualquer, vindo do local onde ficara, de vigia, a aia. Dirigindo-se para lá não a encontraram deparando apenas com este rochedo que antes não existia. Nele reconheceram as feições da velha aia e, recordando a jura que lhe tinham ouvido, isto foi percebido como o sinal para escaparem para um local bem distante dali, onde, reza também a lenda, finalmente casaram e foram muito felizes.

(Fotos e dados retiradas da Net)
M.A.

08/03/10

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


O Dia Internacional da Mulher que é celebrado anualmente em 8 de Março teve origem em várias manifestações realizadas por mulheres, tanto na Europa, como também nos Estados Unidos.
Estava-se então no início do Sec. XX e as mulheres vieram para a rua porque lutavam, quer por melhores condições de trabalho, quer pelo direito ao voto que não lhes era concedido ainda. Mas, esta data, apenas em 1975 viria a ser oficialmente adoptada pelas Nações Unidas. Porém, se olharmos para trás, verificamos que mesmo decorridos todos estes anos, em cada dia somos ainda confrontados com notícias, vindas das várias partes do mundo, de mulheres que sofrem descriminação, violência, humilhações de múltiplas espécies. Enfim, alguma coisa já se fez mas, o panorama ainda terá que melhorar para que o equilíbrio de vida entre homens e mulheres possa ser considerado efectivamente mais justo.

A todas as mulheres que ainda hoje continuam esta luta por dias melhores, aqui fica a nossa homenagem e um abraço fraterno. No mesmo abraço incluímos os homens que, neste movimento, com o mesmo desejo de mudança, as acompanhem.

Que homens e mulheres dêem as mãos, afinal, no sentimento conjunto de um mundo melhor e mais justo para todos os seres do planeta!...
f.c / M.A.

06/03/10

TEMPESTADE ALTERA PRAIA DO GUINCHO

Os ventos ciclónicos que atingiram os 140 quilómetros por hora no passado sábado, 27 de Fevereiro, e a agitação do mar, transformaram a praia do Guincho, em Cascais. No lugar do areal raso até ao mar há agora uma autêntica falésia de areia. Isabel Nery



Nota: Fotos e texto recebidos num e-mail.
M.A

05/03/10

OS MISTERIOSOS DESENHOS NOS CAMPOS (AGROGLIFOS)

Em vários países como o Canadá, E.U.A., Holanda, França, Inglaterra…os produtores de cereais têm sido surpreendidos pelo estranho fenómeno de desenhos geométricos aparecidos nos seus campos.
São feitos durante uma noite, geralmente nos campos de trigo e cevada e, ao abrigo dos olhares de quem quer que seja. Também já apareceram na erva e neve dos Himalaias, bem como em zonas arenosas e lagos gelados.
Estes desenhos geométricos, também designados por agroglifos, são perfeitamente regulares e, por vezes, muito complexos. O seu diâmetro varia entre as dezenas e as centenas de metros. Surgem geralmente no verão quando as plantações estão mais altas e, portanto próximas da colheita.
De vez em quando, T.V. e jornais referem este assunto aventando hipóteses várias e, quem procurar na Net encontra também diversos relatos e teorias. O leque é variado, tanto se afirma não passarem de fraude, como até se admite serem manifestações de seres extraterrestres. O astrofísico Dr. Paul LaViolette, presidente da “The Starburst Foundation” foi uma das entidades que, tendo estudado estes fenómenos, concluiu que ainda não foi encontrada qualquer explicação lógica para os mesmos.


Este pequeno apontamento, baseado na pesquisa que fizemos, servirá, modestamente, de apresentação ao vídeo com imagens daquilo em que estivemos a falar.
M.A.

03/03/10

PORTO- RUA DA BATERIA (OU BATARIA ) DA VITÓRIA



Publicamos um apontamento sobre determinada casa que existe na esquina da Rua de S.Bento da Vitória com a Rua de S. Miguel e, querendo relembrá-lo queira clicar aqui. Como esta é uma zona do Porto, historicamente falando, bastante rica , isso determina estarmos a voltar a ela.

No outro post, o nosso relato interrompeu-se, justamente, perto da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Vitória. Falamos na rua que lhe fica logo ao lado e dá agora título a este apontamento, prometendo retomar o tema. É o que faremos de seguida:




_Estamos num pequeno largo, com alguma vegetação, pouco cuidada e algumas árvores. Na parte fronteira há um muro junto do qual podemos avistar o Douro, Gaia e a parte Leste da cidade do Porto. Fizemos algumas fotos que vos darão uma ideia do panorama que temos à nossa frente.
Uma vez que este nome “Bataria” despertou a nossa atenção, lá fomos recuando no tempo e, vejam a que a novas descobertas isso nos levou:
_Em 1832, durante o cerco do Porto, esteve instalada junto a esta igreja uma base de defesa da cidade, uma bateria de Artilharia, a que o povo passou a chamar mais tarde, “A Bataria da Vitória”. Daquele local, as bocas de fogo dominavam toda a vila de Gaia e, ao que parece, as tropas Miguelistas ripostaram também em força. Presumivelmente, os cálculos de tiro dos artilheiros do. D Miguel, foram pouco precisos e, não aniquilando a bateria das tropas de D. Pedro foram contudo acertar na igreja, causando-lhe danos muito consideráveis , quase a destruindo. Terminada a guerra civil, a sua reconstrução viria a demorar 20 anos, uma vez que só em 1853 as obras foram terminadas.
Sobre a porta lateral ficou um projéctil de canhão, em ferro, cravado na parede e o abade da época resolveu deixá-lo ali como recordação das lutas então travadas. Pintaram-no de preto, enquadraram-no num nicho encarnado e colocaram a data de 1833. Mais tarde, mesmo depois de desaparecida a cor do nicho e a data, o projéctil, mesmo ferrugento lá continuou cumprindo a sua função de recordar as Lutas Liberais
A acção desta bateria de Artilharia foi tão importante na defesa da cidade, que, a Câmara deliberou, em 28/10/1835, que a rua junto da igreja passasse a denominar-se, em sua honra, “Rua da Bataria da Vitória”.

Já agora, não resisto a contar mais um curioso e sobretudo insólito, bocadinho da história desta Igreja:
Em 1874 houve nela um incêndio que, em seguida, levou a Confraria do Santíssimo a ter de providenciar uma grande remodelação no templo. Uma nova Imagem da Padroeira foi esculpida pelo grande Mestre Soares dos Reis e solenemente colocada no altar reconstruído. Mas, agora leitores, pasmem com o que aconteceu: _Alguém, que na altura teve poder de decisão neste assunto, segundo os dizeres do inventário paroquial, entendendo que o rosto esculpido “não tinha aspecto religioso e unção adequada” mandou cortar a cabeça à imagem e colocar, em seu lugar, uma outra “ajeitada por um santeiro”, do qual julgamos, nem o nome se sabe.

Apetece-nos rematar com aquela conhecida e muito ouvida frase do falecido Fernando Pessa: _«E esta. hein?»

(A pesquisa para este post foi feita na Obra “PORTO” de Hélder Pacheco. Desse livro é também a foto do projéctil na parede da igreja.
Todas as outras fotos são de quem escreveu este post )
M.A.

01/03/10

PIROLITO


Estou mesmo a ouvir, alguém que dê com os olhos neste post e, não seja propriamente de idade muito jovem, dizer de imediato:_Olha…o Pirolito!...
Pois é…será logo identificado e recordado como uma das bebidas mais populares durante a primeira metade do Sec.XX.
Era uma bebida preparada com um xarope de açúcar, ácido cítrico e essência de limão aos quais, depois, se adicionava gás carbónico. A principal particularidade estava no formato da garrafa e no sistema que a fechava.
O gargalo era abaulado e tinha duas “amolgadelas” laterais que serviam para segurarem um berlinde de vidro que, pela acção do gás introduzido era assim empurrado até um aro de borracha, fechando a garrafa hermeticamente. Para a abrir era um dedo que fazia descer o dito berlinde e, consequentemente, permitia a entrada do ar dentro da garrafa.
Esta garrafa foi, segundo se sabe, inventada por um inglês, Hiram Codd (1838-1887) e muito usada para diversas outras bebidas gaseificadas, por toda a Europa e também nos Estados Unidos.
O facto de existir esse berlinde era mais um aliciante para que os miúdos, depois de bebido o refrigerante, partissem a garrafa para retirarem a bolinha de vidro com a qual iriam então jogar renhidas partidas de “bilas”.
Espalhavam-se de Norte a Sul do país as fábricas que se dedicavam ao fabrico dos Pirolitos que, à época, era, sem dúvida alguma o refrigerante mais popular e mais barato.
Custava, nos anos 40 cerca de $50 e depois, nos anos 50, estava em 1$20.
E é justamente na década de 50 que começa o declínio deste refrigerante. A legislação, preocupada com a higiene no seu fabrico obrigou a dispendiosas remodelações nas fábricas e, este modelo da garrafa com a esfera de vidro dentro foi abolido por ser considerado de difícil limpeza. Pensamos que ainda se venderam Pirolitos em garrafas fechadas com caricas mas, isso já não tinha graça nenhuma.
Acontece que, em algumas feiras de velharias, ainda vemos garrafas destas o que deve constituir uma curiosidade para a gente mais jovem. Mas, acreditamos que, por perto, esteja sempre quem a possa esclarecer sobre aquela garrafa com um berlinde lá dentro.
E pronto, aqui ficou um breve apontamento sobre o Pirolito.

(Elementos retirados de um e-mail que recebemos)
M.A.

27/02/10

AFONSO LOPES VIEIRA - «POIS BEM !»


Pela primeira vez trazemos aqui ao blog um poema de Afonso Lopes Vieira. Um clique sobre este nome, se acaso estiver em dúvida sobre quem foi este ilustre português e terá acesso à sua biografia.
Quanto ao poema, escolhido entre muitos da sua tão vasta obra literária, achamos ser interessante já que nele, o seu autor, numa rima impecável, dá-nos muitas e boas razões para nós, portugueses, sentirmos orgulho daquilo que outros povos poderão ter aprendido connosco. Faz parte do livro “Nova Demanda do Graal” editado em 1947
.
Leiam-no pois, com atenção e reparem nas várias alusões à nossa história que encontramos nestas estrofes Será uma leitura que, elevará também a nossa auto estima o que é, igualmente agradável e desejável.
M.A.

POIS BEM !

Se um inglês ao passar me olhar com desdém,
num sorriso de dó eu pensarei: - Pois bem!
se tens agora o mar e a tua esquadra ingente,
fui eu que te ensinei a nadar, simplesmente.
Se nas Índias flutua essa bandeira inglesa,
fui eu que t'as cedi num dote de princesa.
E para te ensinar a ser correcto já,
coloquei-te na mão a xícara de chá.

E se for um francês que me olhar com desdém,
num sorriso de dó eu pensarei: - Pois bem!
Recorda-te que eu tenho esta vaidade imensa
de ter sido cigarra antes da da Provença.
Rabelais, o teu génio, aluno eu o ensinei
Antes de Montgolfier, um século! voei
E do teu Imperador as águias vitoriosas
fui eu que as depenei primeiro, e ás gloriosas
o Encoberto as levou, enxotando-as no ar,
por essa Espanha acima, até casa a coxear

E se um Yankee for que me olhar com desdém,
Num sorriso de dó eu pensarei: - Pois bem!
Quando um dia arribei á orla da floresta,
Wilson estava nu e de penas na testa.
Olhava para mim o vermelho doutor,
- eu era então o João Fernandes Labrador...
E o rumo que seguiste a caminho da guerra
Fui eu que to marquei, descobrindo a tua terra..

Se for um Alemão que me olhar com desdém,
num sorriso de dó eu pensarei: -Pois bem!
Eras ainda a horda e eu orgulho divino,
Tinha em veias azuis gentil sangue latino.
Siguefredo esse herói, afinal é um tenor...
Siguefredos hei mil, mas de real valor.
Os meus deuses do mar, que Valhala de Glória!
Os Nibelungos meus estão vivos na História.

Se for um Japonês que me olhar com desdém,
num sorriso de dó eu pensarei: -Pois bem!
Vê no museu Guimet um painel que lá brilha!
Sou eu que num baixel levo a Europa á tua ilha!
Fui eu que te ensinei a dar tiros, ó raça
belicosa do mundo e do futuro ameaça.
Fernão Mendes Zeimoto e outros da minha guarda
foram-te pôr ao ombro a primeira espingarda.

Enfim, sob o desdém dos olhares, olho os céus;
Vejo no firmamento as estrelas de Deus,
e penso que não são oceanos, continentes,
as pérolas em monte e os diamantes ardentes,
que em meu orgulho calmo e enorme estão fulgindo:
- São estrelas no céu que o meu olhar, subindo,
extasiado fixou pela primeira vez...
Estrelas coroai meu sonho Português !

P.S.
A um Espanhol, claro está, nunca direi: - Pois bem !
Não concebo sequer que me olhe com desdém.
Afonso Lopes Vieira

26/02/10

Madeira- Todas as ajudas são precisas

CTT RECOLHEM BENS ESSENCIAIS PARA A MADEIRA

Campanha de recolha de bens essenciais para envio para a Madeira

A partir do dia 23/ Fevereiro, os CTT lançaram uma campanha nacional de recolha de bens essenciais para envio para a Madeira, no âmbito do seu Programa de Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, com aceitação em todas as 900 Estações de Correio do País.

Basta a qualquer pessoa dirigir-se a uma Estação de Correios, pedir a caixa solidária grátis, enchê-la com os bens e marcar como destinatário a palavra MADEIRA.

Não é preciso selo nem mais morada e o envio é grátis. Os CTT tratam de entregar os bens.

As Instituições destinatárias serão a Caritas da Madeira e a Associação Protectora dos Pobres do Funchal, que já informaram estarem a precisar principalmente dos seguintes produtos/bens

  • - Lençóis
  • - Cobertores
  • - Mantas
  • - Almofadas
  • - Roupa interior (H/ S e criança)
  • - Roupa em geral
  • - Produtos de higiene
  • - Fraldas
  • - Leite em pó
  • - Comida para bebé
  • - Enlatados

23/02/10

Joaninha

Acrilico sobre tela
pintada pela nossa jovem artista Catarina Sousa

As joaninhas devoram anualmente milhões de pulgões nos jardins. As suas reluzentes pintas pretas advertem um sabor amargo e afugentam possíveis predadores, mas o pulgão não se apercebe da sua aproximação!

As joaninhas fazem parte da ordem dos coleópteros (escaravelhos), a maior de todas as ordens de insectos, com mais de 300 mil espécies conhecidas. Nos climas mais temperados, há menos espécies, mas reproduzem-se em maior quantidade. Nos trópicos, passa-se o contrário: há mais espécies, mas menos indivíduos.

Embora os escaravelhos sejam na sua maioria castanhos escuros ou pretos, alguns têm uma cor viva, como as joaninhas, ou tons metálicos de vermelho, verde, azul e dourado.

Asas: Asas inferiores (para voar) ocultas por asas superiores, vermelhas com pintas (élitros).

Pintas: estas têm sete pintas; outras poderão ter mais ou menos.

Cor: o preto, o amarelo e o vermelho são cores de aviso em todos os insectos.

Comida: tanto as larvas como os adultos caçam pulgões e outros insectos.

Ovos: um só insecto pode pôr mais de mil ovos em cada estação.

Patas: 6 (3 pares), por serem insectos.

Ajudantes: algumas espécies de joaninhas são compradas por agricultores para controlar outras espécies de que se alimentam que são prejudiciais às culturas do homem.

Início do século XIX: as joaninhas salvaram a produção de laranjas da Califórnia ao comer os insectos que destroem a fruta.

Frio de gelar: as joaninhas hibernam em grandes aglomerados, amontoando-se para se proteger contra o frio.

Mitos e lendas I: A joaninha também é conhecida por boas-novas ou em brasileiro por vaquinha. Em inglês, chamam-se ladybirds (Dona Ave), ladybugs (Dona Insecto), ladycows (Dona Vaca), e beetles of Our Lady (escaravelhos da Nossa Senhora) devido à crença de que foram dedicadas à Virgem Maria.

Mitos e lendas II: as joaninhas dão sorte.

Mitos e lendas III: quando se encontra uma joaninha existe o hábito popular de a segurar nos dedos e dizer “Joaninha Voa Voa vai ter com o teu pai que está em Lisboa...”, com o significado de levar boas novas. A versão inglesa diz: Joaninha vai-te embora / Tens a casa a arder/ E os teus filhos a morrer e refere-se à antiga prática de queimar as hastes do lúpulo após as colheitas, hastes essas que serviam de casa a milhões de joaninhas.

Saiba mais sobre joaninhas aqui

21/02/10

A ARTE DE SABER FAZER - DO PALÁCIO ÀS OFICINAS

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Assim se chama a exposição que poderá ver, no Centro Cultural do Palácio do Egipto, em Oeiras, até ao dia 31 de Março. Ali se faz um pouco da história da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva e das actividades desenvolvidas nas suas oficinas de conservação e restauro. Para quem ainda desconheça a elevada importância que hoje tem esta Fundação e, também, queira saber como ir até esta exposição, poderá colher mais informação clicando aqui.
Gostamos do que vimos e só discordamos da projecção de slides que, feita numa sala com aquela luminosidade, não permite realmente que se visualize alguma coisa capazmente.
Para vos despertar o apetite, leitores, deixamos algumas fotos feitas durante a nossa visita:
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1- Mesa de jogo em pau santo com embutidos de várias outras madeiras exóticas e marfim. Esta seria destinada ao jogo de “gamão” pelos recortes arredondados que se notam em dois dos lados do tampo. A concha central, em talha destinava-se ao copo com os dados.

2-Serra de recortes, (também chamada, na minha zona, “tico-tico”). Nela se usa a chamada “serra de cabelo”, dada a fina espessura da mesma.

3-Varios recortes efectuados na máquina anterior

4-Banco de marceneiro e, sobre este uma peça em talha. Vê-se também um desenho para um trabalho entalhado.

5-Ferramentas de marceneiro (uma garlopa e duas plainas)

6-Cinzelagem.Uma peça está colada com pez quente na “bouça”. Ali será trabalhada com os diferentes cinzéis e martelo, que estão ao lado.

7-Encadernação e decoração gravada com folha de ouro. Sobre a folha dourada e um mordente adequado, usam-se, depois, aquecidas, as várias ferramentas que se vêem na foto.

Claro que isto é só uma amostra do muito mais que ali vai poder encontrar.
M.A.

19/02/10

BULES, UMA VEZ MAIS


Leitores:
Em 13 de Julho de 2008 falamos, neste blog, de bules e de alguém que faz deles coleccção. Se quiser recordar o que então se disse pode fazê-lo clicando aqui.
Hoje retomamos o tema para vos mostrar um vídeo, recebido num mail, onde a criatividade, no fabrico dos bules, nos parece ter sido levada ao extremo.

Pensamos que será difícil ter imaginação e sentido de humor, para ir mais longe do que isto. São peças verdadeiramente espantosas que fariam a delícia de qualquer coleccionador. Temos pena que não fossem incluidos alguns dados sobre os exemplares mostrados.
Oxalá gostem, pelo menos, tanto como nós gostamos
M.A.


17/02/10

ANTONIO LOBO ANTUNES – Sátira aos homens quando com gripe

Com este abaixamento de temperatura, estamos bastante preocupadas com as constipações e gripes que possam surgir por aí. Tanto mais que, cá por estas bandas, nos desfiles de Carnaval há sempre quem goste de reduzir as peças de vestuário imitando o que se passa noutras latitudes de clima mais ameno e, depois, sofra as consequências do frio que apanhou.
Ora, o que trazemos hoje é um poema que retrata, com bastante humor, precisamente um homem quando está (ou pensa que está!) com gripe:

Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre,olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.

Esperamos que tenham sorrido um pouco com esta rima tão inspirada de António Lobo Antunes. M.A.

15/02/10

Ai que frio....

Parece que hoje podemos ficar cá no nosso Portugal com a paisagem semelhanteas a esta da Suiça....


foto minha

14/02/10

DIA DOS NAMORADOS - 14 DE FEVEREIRO


A nossa repórter em serviço encontrou, algures, este parzinho assim ternurento. Microfone a jeito captou o diálogo que se trocou entre os dois, sendo que, a iniciativa… foi dela, como se pode depreender pela imagem!
Vamos continuar atentas pois, se isto vier a dar em casamento, a repórter lá estará de novo para vos trazer a notícia em primeira mão!

_Decidi roubar-te um beijo,
Quando estavas a meu lado,
Como forma de pedir-te
Para seres meu namorado.

_Eu já tinha reparado
Que tu olhavas p’ra mim
Com olhinhos de veludo
Portanto…digo que sim!

Com tanto amor pelo ar
Eu e tu, de braço dado,
Passaremos este dia
Bem juntinhos, lado a lado.

Se o teu coração é meu
Logo o meu, de ti será.
Tão sincero é o nosso amor
Que jamais se acabará!

…E É COM ESTA BRINCADEIRA EM RIMA QUE DESEJAMOS UM FELIZ DIA DE NAMORADOS PARA TODOS VÓS!...
f.c. / M.A

13/02/10

NOTAS DE PORTUGAL



«O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição…»

Assim começa a explicação que a Wikipédia nos dá sobre o que é o Dinheiro. Se desejar, clique aqui, para ter acesso à restante informação que lá aparece.
Hoje, apenas fomos buscar este tema para introduzir um curioso vídeo, que nos chegou por e-mail e que nos mostra antigas notas de Portugal.
Espero que seja interessante para os leitores conhecer as mais antigas e, naturalmente, relembrar as mais recentes.


O fundo musical é, quanto a nós, uma das mais bonitas composições que nos deixou o saudoso Carlos Paredes, aqui interpretada por Ricardo Silva
M.A.


10/02/10

PORTO – CASA DA RUA DE S.MIGUEL Nº. 4

(Clique para ampliar)



Não é a primeira vez que vos confessamos a nossa paixão pelo Porto.

Gostamos sobretudo de andar a pé, pelas zonas mais antigas, por ruas e vielas de calçada irregular, surpreendendo-nos aqui e além com os pormenores que vamos descobrimos.
Desta vez, subimos os Clérigos, seguindo depois pela Rua de Trás, para o Morro do Olival e, num instante estávamos na Rua de S. Bento da Vitória. Esta zona foi já também chamada de Judiaria Nova por aí terem sido instaladas as famílias judaicas, no tempo de D. João I.
Era nossa intenção visitar o antigo Mosteiro de S. Bento da Vitória, hoje transformado num centro cultural, mas tal não foi possível nesse dia. Seguimos portanto rua abaixo, fazendo apenas uma curta, paragem para fotografar uma residente que, debruçada na varanda florida da sua casa, conversava para a rua.

Reparem que há também gaiolas com pássaros, nas janelas, apanhando o sol matinal!
Retomando o percurso acabamos por nos deter na esquina que, à direita, contorna para a Rua de S. Miguel. Uma placa assinalava algo, logo na casa com o nº 4. Pois é…leitores, naquela fachada velhinha estão colocados vários painéis de azulejos que se diz terem vindo da sala do capítulo do próprio Mosteiro de S. Bento da Vitória.
São justamente esses azulejos que hoje aqui vos mostramos.



Depois, ainda fomos até ao fim da Rua de S. Bento da Vitória, que termina à esquerda com a Igreja de Nossa Senhora da Vitória e desemboca num pequeno largo, sobranceiro ao Douro.
Ladeando a Igreja fica a Rua da Bateria (ou Bataria) da Vitória. Mas, para falar deste local e de um episódio histórico com ele relacionado , viremos noutra altura.
(Fotos da autora do post)
M.A.
Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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