Como tudo começou

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18/03/11

Sorrisos, e boa disposição



Apreciem, e vejam quem ri mais, se o protagonista se o observador.....

fc

12/11/09

Adivinha

Esta fotografia foi tirada por mim no Norte de Portugal, no Verão num dia de muito calor

A nascente que se vê na foto é numa recatada aldeia

A água é pura, fresca e cristalina

O que está na lata?

fc

02/01/09

Jogos tradicionais - O Rei manda...


Com este mau tempo, com as crianças de férias e muitos pais por casa, há que arranjar formas de todos se divertirem de forma saudável e criativa.

Aqui fica um jogo, que pode ser feito dentro de casa, no patamar da escada, na garagem e que permite muitas possibilidades de brincadeira:

Antes de começar o jogo propriamente dito, aproveite e construa a coroa do rei, que pode ser feita a partir de uma revista, jornal, etc.
Ainda pode arranjar adornos para os restantes elementos.

Jogam seis ou mais crianças, num espaço que tenha parede ou muro, embora estes possam ser substituídos por um risco desenhando no chão.

O rei coloca-se de costas para a parede ou risco e as outras crianças colocam-se,
lado a lado, à sua frente, a uma distância superior a dez metros.

A função do rei é dar ordens que podem variar bastante. As outras crianças
cumprem essas ordens, tentando aproximar-se o mais possível da parede ou risco onde está o rei.

Quem conseguir chegar à parede ou aorisco em primeiro lugar, será o novo rei.

Obrigada pela partilha

fc

21/12/08

PRESÉPIO



Hoje, estou de novo com os leitores mais pequeninos e, como estamos no Natal nada mais apropriado que trazer-lhes um presépio para brincarem. Se precisarem de ajuda, deve haver por perto um adulto que a dê. Beijinhos para todos e muitos presentes nos sapatinhos.

Divirtam-se clicando aqui.

M.A.

21/09/08

JOGO DO RAPA

O Verão vai fugindo e é preciso animar os serões.

O jogo do rapa, a que tanto brinquei, é sempre uma boa opção....

Regras:

Utiliza-se um pequeno pião ou rapa também chamado de piorra ou pionete com quatro faces em cada uma das quais se encontra inscrita cada uma das letras R (Rapa), T (tira), D (Deixa), P (Põe).
Os jogadores, em número variável, colocam-se à volta de uma mesa ou numa superfície lisa onde colocam a sua "oferta" (um botão, um feijão, um rebuçado, um pinhão, etc.)
Depois de dado o impulso do movimento rotativo através dos dedos indicador e polegar, ou médio e polegar, a rapa gira, e acaba por cair ficando com uma das faces virada para cima, indicando assim a sorte do jogador:
R - Ganha tudo o que está na mesa;
T - Tira um objecto;
D - Deixa um objecto;
P - Põe lá outro objecto;

Ganha o jogador que no fim do número de jogadas definidas, obtiver maior número de objectos.

Votos de boa brincadeira!
fc

23/08/08

Jogo da Cadeira


Um jogo emocionante em que a música marca o ritmo.
Idade
A partir dos 5 anos
Duração
Aproximadamente 10 m
Jogadores
Toda a turma
Material
Uma cadeira a menos do que o n º de jogadores, um leitor de cassetes ou um instrumento musical.

1. Colocam–se todas as cadeiras de modo a formarem um círculo, com as costas voltadas para o centro. Os jogadores ficam de pé na frente delas, excepto um que controla a música.
2. Quando se começa a ouvir a música, os jogadores andam à volta das cadeiras, acompanhando o ritmo. No momento em que a música pára, todos tentam sentar– se numa das cadeiras. O que ficar sem assento é eliminado.
3. Retira-se uma cadeira e a música volta a tocar. Repete–se o jogo até que a última volta se faz só com uma cadeira.

Daniel Arnaut, Jogo das Cadeiras

Esta escultura encontra-se na Praça da República, em Viana do Castelo, mas há outras pela cidade.....
fc

26/06/08

UM NOVO ORIGAMI-CABEÇAS DE RAPOSA


De novo à conversa com os nossos leitores mais novos para mais um origami. Como já dei a explicação desta palavra anteriormente, não a repetirei. Procurem, por favor, o post anterior de 16/5.
Hoje, até porque já muitos estão em férias, convido-vos a fazerem estas giras cabeças de raposa para brincarem aos teatros com os vossos amiguinhos. Não são nada difíceis de fazer, mas, se for preciso, um familiar mais velho dá uma ajuda. Basta olharem para os desenhos e irem seguindo as dobragens que são indicadas. Escolham papeis de cores diferentes para o vosso trabalho ficar ainda mais alegre. Mãos à obra.

Como fazer:
1- Por cada cabeça, dobrem a folha de papel de acordo com os passos de 1 a 8.
2- As dobragens 5 e 6 fazem-se de um e outro lado.
3- Ao abrirem o trabalho de acordo com o passo 7 fica um chapéu de barco.
4- Abram esse chapéu e pressionem ao longo do centro transversal, fazendo cair um canto sobre o outro canto, resultando numa boca.(passo 8).
5- Colem então os olhinhos de plástico. (Vendem-se nas lojas de artes decorativas).

Então amigos? Resultou ou não? Tenho a certeza que sim?
Até qualquer dia!...

M.A.

14/06/08

Brincar com o Arco e a Gancheta


Nos tempos em que as crianças brincavam na rua, os entretens estavam longe de ser eletrónicos!

Este fazia-nos correr e saltar tempo sem fim! Os condutores até imitavam o barulho dos motores e apitavam e tudo....

Claro que estas brincadeiras para além de nos incutir o espírito de equipa, também nos permitia um contacto com os vizinhos, e colegas de escola. Alguns arranhões e quedas faziam parte dum crescimento saudável.

O que eu brinquei com arco e gancheta.....


Imaginem que ontem vi à venda um destes brinquedos...!!!!!!!


Aqui vai no entanto a instrução para a construção:


Material:

Um arco de metal que pode ser um arame dobrado em forma de circunferência. (Eu usava isto ou um aro de bicicleta).

Uma vara dobrada na ponta, para empurrar o arco

Objectos vários para delimitar o percurso

Objectivo:

Percorrer um determinado percurso no mínimo de tempo possível.

Regras do jogo:

O jogador inicia o percurso, devendo conclui-lo o mais rapidamente possível, sem que o arco caia. Se o arco cair, deverá voltar ao início do percurso.

fc

17/05/08

Carrinho de esferas ou rolamentos

Como construir (sempre na presença de um adulto)

Material necessário:
  • 1 tábua para servir de base com 60 x 30 cm. Esta medida depende do teu tamanho: senta-te nela (como se o carrinho estivesse pronto) e vê se podes conduzir confortavelmente. Tens de poder esticar bem as pernas como quando tens de virar. Se puderes fazer a frente mais estreita, ficas com mais espaço para curvar.
  • 1 ripa com 5 cm de largo x cerca de 3 cm de altura (em média) para servir de eixo da frente. Deve ter um comprimento de cerca de 60 cm. Se for muito curta, tens dificuldade em fazer as curvas, se for demasiado comprida, "salta-te" o pé ao curvar. Bom é o meio-termo. Experimenta "em seco".
  • 1 ripa com 5 cm de largo x cerca de 3 cm de altura (em média) para servir de eixo de trás
    Deve ter um comprimento ligeiramente maior do que a largura da tábua-base. Não precisa ser do tamanho do eixo da frente, mas se for, não faz mal.
  • 4 rolamentos de tamanho médio - pede-os numa oficina, normalmente dão-nos, porque não têm de ser novos.
  • 1 cordel com cerca de 1 metro (se for preciso menos basta cortar)
  • Pregos médios e grandes (mais de 8) e/ou parafusos
  • 1 parafuso e porca (maior do que a soma das alturas do eixo da frente e da tábua-base, com alguma folga). Se arranjares também quatro anilhas, melhor.

Ferramentas necessárias (idealmente todas estas, mas podes resolver o caso com menos):

  • serrote
  • grosa (lima grossa)
  • martelo
  • berbequim (e broca do tamanho do parafuso)
  • chave de parafusos (se os fores usar)

Nota: se decidires tornar o teu carrinho de esferas mais confortável e/ou decorá-lo, podes fazer um assento, pintar o carro, fazer umas "costas", pôr um sistema de "volante", etc. O que ensinamos aqui é mesmo o mínimo.

Obrigada pela dica

Nos meus tempos de criança, este era um dos meus brinquedos favoritos.

As corridas de carrinhos de esferas valeram-me algumas mazelas e muitas alegrias.

Numa altura em que as brincadeiras eram praticamente todas de rua, bastava escolher uma estrada inclinada e sem trânsito (o que não era difícil), emlá ia a miudagem exibir os seus bólides de vários modelos, cores e tamanhos.

Aqui fica a sugestão para uma corrida um dia destes.

fc

16/05/08

ORIGAMI PARA OS NOSSOS LEITORES MAIS NOVOS


Origami (折り紙) é a arte japonesa de dobrar o papel. A origem da palavra advém do japonês ori (dobrar) kami (papel), que ao juntar as duas palavras a pronúncia fica "origami". Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel.

Mas não é minha intenção fazer uma história completa desta arte de dobragem de papel. Esta pequena informação retirada da Wikipédia é apenas para que, caso ainda não saibam, percebam do que estamos a falar. Arranjem então um papel (se possível com faces de cores diferentes) para começarem a fazer estes pequenos bicharocos que se colocam nos dedos das mãos e servirão para vos divertirdes com os vossos amigos. É só seguir o esquema, mas, se houver necessidade, um adulto dará também uma ajudinha. Bom trabalho…

Como Fazer:


1- Por cada cabeça de animal dobra uma folha seguindo os passos de 1 a 9, conforme indicado. Se tiveres papel com faces de cores diferentes põe a que mais gostares para cima.
2- No passo 6, com a dobragem das laterais, determinas o tamanho da cabeça do bicho.
3- As orelhas podem ser dobradas. (ver a ilustração)
4- Pinta os focinhos dos bicharocos a teu gosto ou como se mostra.

Ficaram giros os bicharocos? Óptimo! Até qualquer dia com outra brincadeira do género.

M.A.



09/05/08




LEGO E TOYS "R"US FORMAM PARCERIA PARA ENCONTRAR O LEGO BOY PORTUGUÊS



No ano em que se comemoram 50 anos da criação do tijolo LEGO, a marca realiza um evento internacional onde, dezenas de países serão representados por meninos até aos 12 anos. Em Portugal, foi desenvolvida uma parceria com a Toys “R” Us para encontrar o verdadeiro LEGO Boy Português.
Para os nossos amiguinhos mais pequenos aqui temos uma boa notícia: Se forem seleccionados irão até à Dinamarca com a sua família.
Mãos à obra! Só terão que construir um lindo e imaginativo bolo de anos com tijolos Lego numa das lojas Toys “R” Us, nos dias 10 e 11 de Maio.

Para mais informações contactar:
Márcia Cardoso e Liliana Ferreira
ADBDCommunicare, Consultores AssociadosAv. da Igreja, 42, 10º Esq1700-239 LisboaTel. + 351 21 781 72 90 Fax. + 351 21 781 72 99

M.A.

26/04/08

Jogo do BERLINDE

Berlinde também conhecido por bilas ou guelas, entre outros tantos nomes, é uma pequena bola de vidro maciço, pedra, ou metal, normalmente escura, manchada ou intensamente colorida, de tamanho variável, usada em jogos de crianças.

As modalidades são tão variadas quanto os nomes que o berlinde recebe, variando de cidade em cidade, de rua em rua, de acordo com a criatividade das crianças. Entretanto, uma das brincadeiras mais conhecidas consiste num círculo desenhado no chão, onde os jogadores devem, com um impulso do polegar, jogar o berlinde. Os jogadores seguintes devem acertar neste, e se conseguirem retirá-la do círculo, ficam propriedade sua. Vence aquele que ficar com maior número de berlindes ganhos aos seus companheiros.

Principais modalidades

  • Três covinhas - Esta variante consiste em fazer um percurso de ida e volta no qual o jogador tem que colocar o seu berlinde dentro de cada cova, podendo também acertar nos berlindes dos adversários, afastando-os das covas de forma a dificultar as suas jogadas. O vencedor ganha o número de berlindes pré-estabelecido antes do jogo. Nalgumas regiões as covinhas são cinco, sendo quatro na horizontal e uma na lateral formando um "L".
  • Jogo do Mata - Consiste no uso apenas do berlinde principal (abafador). Com um número de jogadores ilimitado, o objectivo é num espaço aberto tentar acertar à vez com o nosso berlinde num qualquer outro berlinde adversário. Se houver sucesso recebe um ou mais berlindes do adversário (conforme acordado) e o jogo procede com nova jogada. Em caso de insucesso passa a vez ao próximo jogador. O jogo só termina por vontade dos jogadores.
  • Círculo - É desenhado um círculo no chão, onde os jogadores colocam um número pré-determinado de berlindes, distribuídos à vontade de cada jogador. Sorteado quem inicia, com o seu berlinde a uma distância também pré-determinada tenta tirar do círculo a maior quantidade de bilas que passa a ser suas. Se errar passa a vez a outro. Se o abafador ficar no círculo além da vez o jogador tem de deixá-lo. Usa então outro na sua próxima jogada.
  • Estrela - Uma variante do círculo é a estrela onde é colocado um berlinde em cada cruzamento da estrela. Os riscos são desenhados na terra.
  • Triângulo - Uma outra versão consiste num triângulo desenhado no chão. É predeterminado a quantidade de berlindes colocados por cada jogador dentro do triângulo e à vez tentam retirá-los com o seu, ficando estes de sua posse. Também vale acertar nos dos adversários para ganhar vantagem ou atrapalhá-los. Ganha-se a vez podendo continuar a sua jogada cada vez que o seu berlinde toca noutro, do triângulo ou mesmo dos adversários. Contudo, numa versão mais competitiva, o jogador que acertar no do adversário, não só o exclui do jogo, como também, passa a possuir as berlindes que por ventura tenham sido retiradas pelo outro do triângulo. Assim, o vencedor será aquele que evitará ser acertado pelos outros e que ficará com todos os berlindes colocados pelos vários jogadores no triângulo.

Fabrico

Os berlindes comuns são fabricadas com restos de vidro ou garrafas recicladas, despejando-se uma pequena quantidade de vidro derretido numa canaleta inclinada (um tubo de metal cortado ao comprimento). A gravidade faz com que a massa role pela canaleta, assumindo a forma esférica, até uma tina com água, que a arrefece rapidamente e conserva a sua forma.
A Wikipédia ajudou a explicar...
fc

19/04/08

JOGO DA MACACA

O jogo consiste em saltar sobre um desenho riscado com giz no chão,ou desenhado na areia.
Nesta imagem podemos ver o esquema do jogo.
Tira-se à sorte quem vai começar. Cada jogador, então, lança uma pedrinha, inicialmente na casa número 1, devendo acertar dentro dos limites. Em seguida salta, com um pé só nas casas isoladas e com os dois nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha.
Chegado ao céu, pisa com os dois pés e retorna pulando da mesma forma até às casas 2-3, de onde o jogador terá que apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio, e pular de volta ao ponto de partida. Não cometendo erros, joga a pedrinha para a casa 2 e assim sucessivamente, repetindo todo processo.
Se perder o equilíbrio, e tocar com a mão no chão ou se pisar fora dos limites das casas, o jogador passa a vez ao próximo, recomeçando a jogar na sua vez, no ponto em que errou.
Ganha o jogo quem primeiro alcançar o céu.
Numa versão, mais complexa, o jogo não termina aí. Quem consegue chegar ao céu vira-se de costas e atira a pedrinha de lá. A casa onde ela cair passa a ser sua e lá é escrito o seu nome (caso não acerte em nenhuma, passa a vez ao próximo jogador). Nestas casas com "proprietário", nenhum outro jogador pode pisar, apenas o dono pode pisar inclusivé com os dois pés.
Nesta versão, ganha o jogo quem conseguir ser dono da maioria das casas.
A Wikipédia deu uma grande ajuda!
fc

12/04/08

JOGO DO PIÃO


Pião (ou pinhão, como é chamado em algumas partes do Brasil, em curruptela de pião; Xindire, em Maputo; N'teco, em Nampula e Mbila, no Niassa, em Moçambique) é o nome dado em

Português aos vários tipos de brinquedo que consistem, na brincadeira clássica e antiga, em puxar uma corda enrolada a um objecto afunilado, geralmente de madeira ou plástico e com uma ponta de ferro, colocando-o em rotação no solo, mantendo-se erguido. Actualmente, há novos materiais para piões e esses materiais permitem girá-los sem a utilização de uma corda.

Nos piões mais antigos, a corda é o intermediário que transmite a força motriz dos braços, fazendo girar o pião em movimentos circulares em torno do próprio eixo que, em equilíbrio, gira (por causa da inércia) até perder sua força e parar.

Os piões mais simples são feitos de plástico ou madeira e giram apenas com a força dos dedos (sem o auxílio e cordas ou molas), até pararem devido ao atrito com a superfície. Quanto mais rápido o pião girar, mais equilibrado ele fica. Dependendo da superfície o pião pode não girar correctamente.

Ao longo da história, o seu uso tem variado da mais simples brincadeira de criança até instrumento de adivinhação e xaanismo. De fato, acredita-se que esta brincadeira (jogo), de origem arcaica, está associada a rituais de adivinhação e interpretação de presságios em certas épocas do ano, utilizando-se o pião para recriar o movimento dos astros, dando possivelmente como fruto a perinola.

Para as comunidades hispânicas (e também do Japão e anglófonas) existe uma ligeira variante do pião, chamada de trompo, na verdade o mesmo pião com um corpo mais bojudo, cuja nomenclatura pode variar segundo o lugar e a época. Existem também múltiplas denominações derivadas do termo "pião", consideradas incorrectas em espanhol Nos países lusófanos, entretanto, é adoptado o termo pião para designar este brinquedo.

FC

Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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