
Em 10 de Maio de 2008 falei aqui no blog de Catulo da Paixão Cearense, trazendo como amostra da sua poesia sertaneja “ O Luar do Sertão”, que muita gente, por certo, já ouviu cantar.
Hoje, por qualquer razão que não sei explicar, acordei recordando um outro poema seu que li, pela primeira vez, ainda criança, numa Eva publicada num Natal.
Foi um poema que, na altura, me impressionou e que, curiosamente, ainda hoje, partes dele consigo dizer de cor.
Na pesquisa que fiz na Net não o consegui encontrar completo mas, apenas a sua parte final, declamada magistralmente por Ronaldo Boldrin. Convicta de que ides gostar, convido-vos, leitores, a ouvi-lo clicando aqui. Ele é dito ao jeito do linguajar característico dos caboclos, justamente como Catulo costuma escrever a sua poesia. Se acaso tiverdes também possibilidade de ler este poema na integra não deixeis de o fazer.
M.A.
M.A.