Como tudo começou

14/03/12

ACORDO ORTOGRÁFICO – José Manuel Fernandes


Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam .
Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros .
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas .É um fato que não se pronunciam .Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se ?
O que estão lá a fazer ? Aliás, o qe estão lá a fazer ?
Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade .
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra .
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s” ?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç” .Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som .
Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s” .
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z” .
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z”escreve-se sempre com “z” .
Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k” .Ponha um q.
Não pensem qe me esqesi do som “ch” .O som “ch” será reprezentado pela letra “x”.Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não ?
O “x” xama-se “xis”.Poix é iso mexmo qe fiqa .
Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x” .
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex .
Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex .
O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente .
Vejamox o qaso do som “j” .
Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”- ixtu é lójiqu?
Para qê qomplicar ? ! ?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j” .
Serto ?
Maix uma letra muda qe eliminamox .
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem !
Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex ?
Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade ?
Outro problema é o dox asentox.Ox asentox só qompliqam !
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox .A qextão a qoloqar é: á alternativa ?
Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra “a” .Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado .Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax .Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax lê-se “u” e outrax, lê-se “ô” .
Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso !qe é qe temux o “u” ?
Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil !Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra “e”, também pudemux fazer alguma qoiza :quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e” .
U mexmu para u som “ê” .Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu pelu “i” .
I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a” .
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex .
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx” .
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu .
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum ?


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Caros leitores:


Este texto que vos trouxemos hoje foi, como viram, escrito por José Manuel Fernandes. Porque achamos que se trata de uma crítica muito bem feita e tão cheia de boa disposição, não resistimos a publicá-la no blog.
Muito se tem falado e escrito sobre o Acordo Ortográfico mas, deste modo, com tanto espírito humorístico, confessamos que ainda não encontramos nada igual. Os nossos sinceros parabéns ao seu autor e esperamos que tenham “gostado das sugestões apresentadas”…
(Recebido num e-mail
M.A



11/03/12

TEATRO NA SIMECQ – “ISTO VAI MEUS AMIGOS”



 O grupo de Teatro da Simecq apresentou-se de novo no palco do velhinho, mas sempre bonito, salão Nobre da Sociedade.
Ontem, dia 10 e Março, com a sala cheia, o pano de cena subiu, uma vez mais, para mostrar a quem lá se encontrava, que a Simecq continua viva, cheia de força e com a garra habitual para saber congregar, no mesmo palco, jovens e menos jovens, irmanados no mesmo espírito que a tem norteado ao longo dos anos. Desta vez o tema proposto seria uma chamada de atenção aos tempos que correm.
Como cena de abertura tivemos uma alegoria aos tempos áureos da nossa história:_ Os Descobrimentos. Mostrava-se “uma caravela sulcando as águas” e ouviram-se, declamadas, as oito primeiras estrofes dos Lusíadas:


«Às armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que permitia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino que tanto sublimaram;»











Depois todo o espectáculo se foi desenrolando numa análise crítica àquilo que podemos definir como a realidade dos nossos dias, em que cada um de nós encontra milhentas razões para descrer da capacidade de quem nos governa mas, como é também de tradição com um jeito impar, para vir falar delas sobre as tábuas de um palco… Foi um desfiar de alguns dos muitos problemas que nos afligem, sejam no sector da saúde, ou no da educação, passando pelo mau funcionamento da justiça, pelas políticas sociais e laborais, etc. etc.. Coisas muito sérias foram aqui ditas, por vezes num tom até um pouco brejeiro, mas que nem por isso lhes retirou o sentido da verdade que contêm.
Destaque especial para uma personagem designada, pela autora do texto como “personagem x”e, que atravessando todos os quadros sem pronunciar uma única palavra expressava, por mímica, sentimentos de concordância ou não, com os quais nós próprios nos íamos identificando e que completavam o sentido da cena que se representava.
Junto a este curto apontamento umas quantas despretensiosas fotos que fui fazendo ao longo da representação. Que elas tenham o mérito de vos abrir o apetite para, num dos próximos espectáculos, vos levarem também até à Simecq.

Tendo o espectáculo começado com Camões veio a terminar, na minha opinião também com uma óptima escolha, a incomparável “Pedra Filosofal” de António Gedeão, cuja letra é um eterno hino à esperança! Sempre que o homem sonha…
Falar de quem colabora na peça…não me atrevo…eles são tantos que, fatalmente, iria esquecer alguém e isso seria injusto. Cada um, a seu modo e dentro das possibilidades, creio que terá dado o seu melhor. Os meios são sempre escassos mas, o engenho ultrapassa todas as carências e…quando o sonho nasce a obra acaba sempre por surgir!

Todos merecem louvores e, portanto, a todos deixo aqui as minhas felicitações pelo bom resultado final de mais esta esforço comum. Com gente assim…”ISTO VAI (sempre) MEUS AMIGOS”! Parabéns , Simecq!

P.S.-Espectáculos de 10/3 até 21/4, todos os sábados, às 21,30 h (excepto na Páscoa)
M.A.


A ORIGEM DO CONTO DO VIGÁRIO



Vivia há já não poucos anos, algures, num concelho do Ribatejo, um pequeno lavrador, e negociante de gado, chamado Manuel Peres Vigário.

Da sua qualidade, como diriam os psicólogos práticos, falará o bastante a circunstância que dá princípio a esta narrativa. Chegou uma vez ao pé dele certo fabricante ilegal de notas falsas, e disse-lhe: «Sr. Vigário, tenho aqui umas notazinhas de cem mil réis que me falta passar. O senhor quer? Largo-lhas por vinte mil réis cada uma.» «Deixa ver», disse o Vigário; e depois, reparando logo que eram imperfeitíssimas, rejeitou-as: «Para que quero eu isso?», disse; «isso nem a cegos se passa.» O outro, porém, insistiu; Vigário cedeu um pouco regateando; por fim fez-se negócio de vinte notas, a dez mil réis cada uma.

Sucedeu que dali a dias tinha o Vigário que pagar a uns irmãos negociantes de gado como ele a diferença de uma conta, no valor certo de um conto de réis. No primeiro dia da feira, em a qual se deveria efectuar o pagamento, estavam os dois irmãos jantando numa taberna escura da localidade, quando surgiu pela porta, cambaleando de bêbado, o Manuel Peres Vigário. Sentou-se à mesa deles, e pediu vinho. Daí a um tempo, depois de vária conversa, pouco inteligível da sua parte, lembrou que tinha que pagar-lhes. E, puxando da carteira, perguntou se, se importavam de receber tudo em notas de cinquenta mil réis. Eles disseram que não, e, como a carteira nesse momento se entreabrisse, o mais vigilante dos dois chamou, com um olhar rápido, a atenção do irmão para as notas, que se via que eram de cem. Houve então a troca de outro olhar.

O Manuel Peres, com lentidão, contou tremulamente vinte notas, que entregou. Um dos irmãos guardou-as logo, tendo-as visto contar, nem se perdeu em olhar mais para elas. O vigário continuou a conversa, e, várias vezes, pediu e bebeu mais vinho. Depois, por natural efeito da bebedeira progressiva, disse que queria ter um recibo. Não era uso, mas nenhum dos irmãos fez questão. Ditava ele o recibo, disse, pois queria as coisas todas certas. E ditou o recibo – um recibo de bêbedo, redundante e absurdo: de como em tal dia, a tais horas, na taberna de fulano, e

«estando nós a jantar (e por ali fora com toda a prolixidade frouxa do bêbedo...), tinham eles recebido de Manuel Peres Vigário, do lugar de qualquer coisa, em pagamento de não sei quê, a quantia de um conto de réis em notas de cinquenta mil réis. O recibo foi datado, foi selado, foi assinado. O Vigário meteu-o na carteira, demorou-se mais um pouco, bebeu ainda mais vinho, e daí a um tempo foi-se embora.

Quando, no próprio dia ou no outro, houve ocasião de se trocar a primeira nota, o que ia a recebê-la devolveu-a logo, por escarradamente falsa, e o mesmo fez à segunda e à terceira... E os irmãos, olhando então verdadeiramente para as notas, viram que nem a cegos se poderiam passar.

Queixaram-se à polícia, e foi chamado o Manuel Peres, que, ouvindo atónito o caso, ergueu as mãos ao céu em graças da bebedeira providencial que o havia colhido no dia do pagamento. Sem isso, disse, talvez, embora inocente, estivesse perdido.

Se não fosse ela, explicou, nem pediria recibo, nem com certeza o pediria como aquele que tinha, e apresentou, assinado pelos dois irmãos, e que provava bem que tinha feito o pagamento em notas de cinquenta mil réis. «E se eu tivesse pago em notas de cem», rematou o Vigário «nem eu estava tão bêbedo que pagasse vinte, como estes senhores dizem que têm, nem muito menos eles, que são homens honrados, mas receberiam.» E, como era de justiça foi mandado em paz.

O caso, porém, não pôde ficar secreto; pouco a pouco se espalhou. E a história do «conto de réis do Manuel Vigário» passou, abreviada, para a imortalidade quotidiana, esquecida já da sua origem.

Os imperfeitíssimos imitadores, pessoais como políticos, do mestre ribatejano nunca chegaram, que eu saiba, a qualquer simulacro digno do estratagema exemplar. Por isso é com ternura que relembro o feito deste grande português, e me figuro, em devaneio, que, se há um céu para os hábeis, como constou que o havia para os bons, ali lhe não deve ter faltado o acolhimento dos próprios grandes mestres da Realidade – nem um leve brilho de olhos de Macchiavelli ou Guicciardini, nem um sorriso momentâneo de George Savile, Marquês de Halifax.

(Segundo informação que se pensa fidedigna, o texto foi escrito por Fernando Pessoa e publicado pela primeira vez no diário Sol, Lisboa, ano I, nº 1, de 30/10/1926, com o título de «Um Grande Português». Foi publicado depois no Notícias Ilustrado, 2ª série, Lisboa, 18/08/1929, com o título de «A Origem do Conto do Vigário».)



Nota da autora deste post:-Este texto foi recebido num e-mail e decidimos partilhá-lo com os nossos leitores. Esperamos que tenham gostado.
Já após ter saido  o post recebemos da amiga Clotilde Moreira a imagem da capa do livro da edição  publicada em 2007. Agradecemos a sua atenção no envio e vamos incluir a dita imagem  também aqui.
M.A.

09/03/12

MAYA PLISETSKAYA

Para quem não saiba, ou não se recorde de quem é este nome direi que ele pertence a Maya Plisetskaya Mikháilovna, uma notável bailarina russa, nascida em 20 de Novembro de 1925. Atingiu uma alta craveira no mundo da dança clássica a nível mundial, sendo até citada como sendo uma das maiores bailarinas do Sec XX..

Teve uma infância atribulada já que o seu pai foi executado por motivos políticos e, também, pelo facto de ser judeu e, a sua mãe foi enviada para um campo de trabalhos forçados, levando consigo um seu irmão, ainda bebé. Maya ficou com uma tia, a bailarina Sulamith Messerer, que a adoptou e que a orientou para seguir a mesma carreira.

Aos 11 anos dançou, pela primeira vez no Teatro Bolshoi e em 1943, já formada, ingressa no Ballet Bolshoi onde actuaria até 1990. A partir de 1960 atingiu o estatuto de primeira bailarina absoluta do Teatro Bolshoi, lugar que pertencera antes à grande Galina Ulanova.

Não obstante a sua enorme categoria profissional a sua presença, neste corpo de baile, era um tanto contestada pela sua ascendência judaica.

O compositor Rodion Shchedrin, que se tornou seu marido, escreveu para ela vários bailados que muito contribuíram também para o brilho da sua carreira.

Na década de 80, nomeado o seu marido director do Roma Opera Ballet eles passam dois anos em Roma (1984-1985) e depois, em Madrid, os anos de 1987-1989 no Ballet Nacional de Espanha.

Aposentou-se de solista do Ballet Bolshoi aos 65 anos, mas, ao comemorar o 70º aniversário estreou uma coreografia de Béjar que ele intitulou “Avé Maya e que fora inspirada nas obras de Johann Sebastian Bach e Charles Gounod

Desde 1994 que preside às competições anuais, internacionais de ballet, por sua influência denominadas “Maya” e, em 1996 foi nomeada Presidente do Ballet Imperial Russo.

Ao completar 80 anos, o Financial Times resumiu a opinião sobre a bailarina Maya com estas palavras: “Ela era, e ainda é uma estrela, monstre balé sacre, a declaração final do glamour do teatro, um farol flamejante num mundo semeado de talentos brilhantes, uma beleza no mundo da beleza”.

E, leitores, sabem ainda que em Agosto de 2008, já com 82 anos, no Festival Jardines de Cap Roig, em Gerona, nordeste de Espanha ela voltou a subir ao palco onde dançou de novo a coreografia de Béjart “Ave Maya”?

Na apresentação desta gala a artista sublinhou que “há que dançar a música e não segui-la”, acrescentando que o mais importante “é o estilo com que se dança”. “O bailado deve comover o coração e os sentimentos, tem de deixar uma emoção na alma. Na música não há só ‘o tempo’ mas também o conteúdo”.

E agora, é mais do que tempo de vos pedir o habitual clique aqui para o acesso ao vídeo de uma das mais brilhantes actuações de Maya Plisetskaya: “A morte do Cisne” do bailado “O lago dos cisnes” de Tchaikovsky.
E um novo clique aqui leva-vos ao “Ave Maya)

(Informação e foto retiradas da Net)
M.A.

07/03/12

VINTE CONSELHOS DAS UNIVERSIDADES DE MEDICINA



Harvard e Cambridge publicaram um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para
melhorar a qualidade da dua vida de forma prática e habitual :

1- Um copo de sumo de laranja diariamente vai aumentar o ferro e repor a vitamina C.
2- Salpicar o café com canela mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue.
3- Trocar o pãozinho tradicional por pão integral. Este, tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro do que o pão branco.
4- Mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anti cancerígenos existentes no corpo. Mastigar liberta sinigrina. E quanto menos se cozinharem os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
5- Adoptar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da quantidade de comida que costuma ingerir, evita transtornos gastrointestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
6- Comer laranjas. O futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
7- Fazer refeições com as cores do arco-íris . Comer diariamente, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
8- Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate. Mas escolha as pizzas de massa fininha. O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e por outro lado é mais absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza .
9- Limpar a sua escova de dentes e trocá-la regularmente . As escovas podem espalhar inúmeros germes. Assim, é recomendável lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes por semana, sobretudo após doenças. Aproveite, por exemplo, o banho no chuveiro. Devem ser mantidas separadas das escovas de outros familiares.
10- Realizar actividades que estimulem a mente e fortaleçam a sua memória...
Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras cruzadas, sudoku, aprenda um
idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos;
escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e os seus amigos também, pois é sempre mais
interessante conversar com alguém que tem assunto.
11- Usar o escovilhão e o fio dental nos dentes e não mastigar chicletes .
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que
mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois
tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode favorecer um ataque do
coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos à sua idade biológica
porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- Rir. Uma boa gargalhada é um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas
equivalem a 10 minutos de corrida. (vou começar a contar anedotas a mim
próprio!) Baixa o stress e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.
13- Não descascar legumes e frutos antecipadamente.
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na
hora em que vão ser consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o
câncer. Sumos de frutos devem ser tomados logo após serem preparados.
14- Ligar para seus pais/parentes de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afectivo com seus entes queridos, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã .
15- Desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde e, beber uma só xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelitas também concluíram que beber chá aumenta a sobre vida depois de ataques ao coração.
16- Ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais junto de si sofrem mais de stress e visitam o médico mais vezes, dizem os cientistas da Cambridge University. Os animais de companhia vão fazê-lo sentir-se optimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são considerados os melhores, mas até um peixinho dourado pode fazer a diferença.
17- Colocar tomate ou verdura frescas nas sanduíches. Segundo cientistas da Harvard Medical School, uma porção de tomate por dia baixa o risco de doenças coronárias em 30%,; outras vantagens são conseguidas através de verduras frescas.
18- Reorganizar o frigorífico. As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer e todos vegetais o tem. Por isso, o melhor será usar as gavetas inferiores do frigorífico ou guardá-las em caixas plásticas escuras e bem fechadas.
19- Comer como um passarinho. As sementes de girassol e as sementes de sésamo, nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. Comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- Uma banana por dia quase dispensa o médico, vejamos: " Pesquisa da Universidade de Berkeley" informa que a banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia a azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz o risco de enfarto, e algumas outras coisas mais. Então, é ou não é um remédio natural contra várias doenças?

Por último, um mix de pequenas dicas para prolongar saudavelmente a vida:

--Comer chocolate.
Duas barras por semana prolongam a vida por um ano. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio...
--Pensar positivamente . Pessoas optimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que, além disso, apanham gripes e resfriados mais facilmente, são mais amargos e por conseguinte menos queridos.
--Ser sociável.
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contacto com a família.
--Conhecer-se a si mesmo . Os verdadeiros crentes e aqueles que privilegiam, o 'ser' mais do que o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter melhor qualidade de vida...

Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente se tornam hábitos...
É exactamente o que diz uma certa frase de Séneca(contemporâneo de Cristo):
Esqueça os maus hábitos."Crie bons hábitos e torne-se escravo deles” que só terá a ganhar com isso.

(Recebido num e-mail)
M.A.

05/03/12

SABE O QUE É O SINCELO?

Há uma velha máxima que diz que "O saber não ocupa lugar" e, dentro deste princípio, se quem nos lê respondeu negativamente à pergunta inicial peço que clique aqui para, imediatamente,  ficar a perceber o que significa. Eu própria desconhecia isto e, quando me chegaram, num mail, estas imagens espectaculares, fotografadas, segundo dizem, no sul da China, fiquei logo com vontade de as partilhar convosco.
Na pesquisa que fiz lí que, em Portugal, apenas na zona de Trancoso é que este fenómeno tem ocorrido.
A Natureza é uma fonte constante de maravilhosas surpresas  e estas que agora estão perante os nossos olhos deixaram-me deslumbrada.
Espero que os nossos leitores também tenham gostado .
M.A.

03/03/12

ISABEL ALLENDE – JORNALISTA? ESCRITORA? ACTIVISTA? ACIMA DE TUDO MULHER


Hoje, trazemos a este blog a figura da chilena Isabel Allende através de uma palestra sua e também de uma entrevista que deu a um português.

A palestra foi proferida em Monterey, na Califórnia em fins de 2006, princípios de 2007 mas, penso que ainda nos dias de hoje tem bastante actualidade. Clicando aqui, pode o leitor ou leitora ter acesso ao vídeo e estou certa de que irá gostar do que esta mulher diz e, sobretudo, da forma despretensiosa como o diz.
O segundo vídeo, diz respeito a uma entrevista feita por Manuel Luís Goucha, em Madrid, julgo que em Novembro de 2011, para o programa da TVI “Controversos”. Como de costume, para o visualizar, os leitores apenas terão que clicar aqui.

Num e noutro vídeo são abordados diversos temas importantes , nomeadamente alguns daqueles mais relacionados com a vida das mulheres, espalhadas pelas cinco partes do mundo. Também o problema da droga não foi esquecido.    Vieram à conversa assuntos políticos e pessoais, uns mais sérios, outros mais ligeiros; foram feitas perguntas e mais perguntas…umas de carácter literário, algumas de carácter familiar e, a tudo Isabel foi respondendo com aquela franqueza que lhe é tão característica e, sem esquecer nunca de acentuar, aqui e além a importância que, para si tem, no dia a dia a inclusão do amor, que ela classifica, com certa graça, como sendo “a textura da vida”. Aliás é dela  esta frase bastante divulgada: _«O coração é o que nos motiva e determina o nosso destino.»

No final, o entrevistador oferece, à sua convidada uns bonitos brincos, do Minho, trabalhados na nossa tradicional filigrana. Foi notória a satisfação com que Isabel lhes pegou e, imediatamente, os colocou nas suas orelhas. Ao mesmo tempo, retirava do pescoço um colar que trazia, com o intuito, disse, de realçar mais ainda a beleza daqueles brincos que acabava de receber. Este, foi um gesto de grande sensibilidade e caracteristicas nitidamente femininas, com que Isabel Allende decidiu agradecer o presente de M.L.Goucha.
Até breve leitores, com um qualquer outro tema.
M.A.

01/03/12

OS ANIMAIS DE NOVO AQUI PRESENTES

Sting e Zara


Sem dúvida que, de vez em quando, eu lá caio na tentação de falar dos nossos amigos de quatro patas e, não vos minto, dizendo que é sempre com prazer que o faço.
Surgiu há pouco tempo,enviado por um amigo, no meu pc,  um comovente vídeo onde são mostrados reencontros de cães com os seus donos, regressados de uma missão militar num país distante. Foi impressionante ver como, sem palavras, apenas com expressões de carinho e alegria aqueles animais mostravam a sua  satisfação por reverem aquele dono que de um momento para o outro se afastara deles, sem que lhes fosse dado, mesmo, perceber porquê. Apenas contou para eles o regresso daquele ser humano ao seu convívio e tudo o mais foi esquecido.

Numa escala “mais caseira”, a semana passada eu vivi também momentos semelhantes. Precisei de me deslocar a casa da filha, onde não ia já há algum tempo e, mal entrei a porta, fui literalmente “abalroada por dois bulldozers de cor preta”. Eram oito patas em turbilhão, dois focinhos desenfreados em empurrões e lambedelas, tudo acompanhado com latidos de satisfação em vários tons . Resolvi, pura e simplesmente, submeter-me, ajoelhar-me no chão e entrar na confusão canino-humana, usufruindo, em pleno, daquela recepção tão espontânea. De pé, a empregada doméstica, uma caboverdeana cuja pele escura contrasta com “a brancura” dos sentimentos que vem demonstrando há já vários anos, abria-se num sorriso bem humorado, acredito que... divertida com a pouca compostura da mãe da sua patroa…

Quem venha acompanhando este blog já percebeu que estive a falar da Zara e do Sting, que, nascidos em 2008 no Alentejo, “emigraram” depois para cá. Quem os desconheça ou queira recordar quem são, faça favor de clicar aqui para entrar na história deles.
Entretanto, deliciem-se com mais este vídeo que recebi num e-mail.
M.A.

29/02/12

Quando as pétalas começam a cair.... (II)



E o Canteiro lá foi direitinho ter com a sua flor!
Havia de ser assim um dia. Eles não sabiam estar separados. Se partiu a Flor, então ele, o Canteiro também teria de partir quanto antes…
E teimoso…, teimoso…, logo que pode, lá foi.
Repousam novamente juntos, de mão dada, e sorriem a recordar o que passaram juntos. A lembrar sobretudo momentos divertidos e de grande cumplicidade passados com amigos, os passeios, os encontros, a boa disposição que reinava quando todos estavam reunidos.
Já não há Canteiro, nem Flor.
As ervas daninhas já não se atravessam nos seus caminhos, mas os que os regavam para os ver floridos e alegres, continuam,  sempre,  a lembrar como era bonito este casal!

Foto e texto de FC

28/02/12

MELANCIAS TRANSFORMADAS EM ESCULTURAS



  Tivemos ocasião de, há já alguns anos, numa viagem ao Oriente, presenciar várias formas de esculpir frutos, legumes, blocos de gelo, etc. Mais tarde, já no nosso país, com a proliferação que se verificou dos restaurantes de origem asiática, passou a ser habitual que nos pratos que nos serviam, aparecesse, como adorno, uma cenoura, ou tomate transformados em rosa, ou, uma simpática rã feita com casca de pepino. A pouco e pouco, também os ocidentais, nossos profissionais da cozinha, aprenderam esta arte e passou a ser bastante frequente, especialmente em festas, as mesas aparecerem enfeitadas com maravilhosas esculturas deste género. Dado que aos nossos olhos é sempre agradável ver a arte aliada ao prazer dos sabores, parece-nos uma boa ideia que assim tenha acontecido.
Esta pequena conversa, serve para vos apresentar uma amostra de esculturas efectuadas em melancias e apresentadas num festival em Itália. Tenho pena de não vos dizer o local da exposição, mas, o mail que recebi com estas fotos não trazia essa informação.


Quem sabe se isto pode servir de inspiração para alguma ou algum dos nossos leitores se iniciar nestas obras? Se tal acontecer não se esqueçam de nos enviar uma foto da vossa obra, para publicarmos.
M.A.

26/02/12

Dúvidas...

foto minha (Buddha Eden)

Olho-te, e fico perdida, 
não sei a que lado pertences
se à terra, onde nasceste
se à água, que te reflecte!



 FC









 
 

22/02/12

Aldeia de Broas

E lá voltamos nós à Aldeia de Broas.

Ainda se lembram destes posts?
 
Pois bem a Ermelinda que foi a ultima criança a nascer na aldeia, enviou-nos algumas fotos actuais.

Aqui podemos ver o trabalho desta empenhada aldeã na recuperação da sua terra natal.

Bom era que muitas Ermelindas cuidassem assim das suas aldeias...

 A magnifica vista panorâmica a partir da Aldeia de Broas

 Aspecto actual da aldeia (pormenor)

 A incansável Ermelinda limpando a sua aldeia

Ainda há casas em Broas!

Desejamos para a Ermelinda continuação de bom trabalho. Um dia, quem sabe, aparecemos por lá...

Obrigada pelas noticias e pelas fotos, Ermelinda.

Um grande abraço!

fc

(Estas fotos foram-nos enviadas por email pela Ermelinda, leitora atenta do nosso blog)

20/02/12

MANOEL DE OLIVEIRA TAMBÉM DANÇA…


O decano dos cineastas não só portugueses mas do mundo inteiro está neste momento com 103 anos e ainda continua a produzir filmes e a apresentá-los, nos certames internacionais, recebendo pareceres elogiosos e prémios. É um caso sério de vitalidade mas, também, segundo sabemos, mantêm-se um indivíduo cheio de humor.
Desta sua última faceta veja uma amostra nas imagens de hoje.
Embora se trate de um vídeo feito em 2008, segundo cremos no Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto, achamos que continua com actualidade para ser mostrado ainda hoje.
Manoel de Oliveira, então com 99 anos, resolveu juntar-se ao grupo que ensaiava, acompanhando-o na coreografia e vejam quanta juventude e boa disposição emana daquele senhor!

Há imensa gente que, com muito menos idade perde aos pontos junto dele.
Pensamos que terão gostado de ver este vídeo.
M.A.

18/02/12

JOGOS OLIMPICOS DE 2016 NO RIO DE JANEIRO

A"Solar City Tower", construída sobre a ilha de Cotondubas erá o símbolo de boas-vindas aos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro…
Ela será vista pelos visitantes e pelos participantes dos jogos à medida que por ar ou por mar forem chegando.





A torre capta a energia solar e irá fornecê-la para toda a cidade olímpica, assim como também para parte do Rio de Janeiro.
Ela bombeia a água do oceano para criar o que parece ser uma cascata e esta queda põe em funcionamento turbinas para produzirem energia durante a noite.
A torre possui um anfiteatro, um auditório, uma cafetaria e boutiques. Elevadores levam a vários observatórios. Ela tem ainda uma plataforma retráctil para a prática de bungee jumping.
No topo existe uma plataforma de observação para dalí apreciar a paisagem da terra e do oceano, assim como a queda de água.
Solar City Tower será portanto o ponto de referência para os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro
É lá que irá também permanecer a chama olímpica.

(Texto e imagens recebidas por e-mail)
M.A.

16/02/12

RARA E CURIOSA PISTOLA DE SENHORA


Nestes envios que nos fazem pela net aparecem por vezes coisas bastante curiosas. Desta feita tratou-se de uma pistola que veio com o nome de “Mulher fatal”, pergunte-se lá porquê?

 Dizem ser de fabrico inglês, datada de 1870 e o seu calibre é .06 (1,5 m m). Para a tornar ainda mais invulgar está aplicada num anel, imagine-se!

Se o disparo deste “brinquedo” é mortal ou não, não sabemos, mas, se alguma das leitoras estiver interessada em adquirir uma destas só tem que encetar a procura levando a fotografia na mão!


De qualquer forma temos que admitir tratar-se de uma peça que qualquer coleccionador gostaria de possuir. Sem quaisquer intuitos assassinos… eu própria me incluo nesse número…

Espero que tenham gostado de ver.
M.A.

15/02/12

A um Amigo

foto FC
Fiel ao costume antigo,
Trago ao meu jovem amigo
Versos próprios deste dia.
E que de os ver tão singelos,
Tão simples como eu, não ria:
Qualquer os fará mais belos,
Ninguém tão d’alma os faria.

Que sobre a flor de seus anos
Soprem tarde os desenganos;
Que em torno os bafeje amor,
Amor da esposa querida,
Prolongando a doce vida
Fruto que suceda à flor.

Recebe este voto, amigo,
Que eu, fiel ao uso antigo,
Quis trazer-te neste dia
Em poucos versos singelos.
Qualquer os fará mais belos,
Ninguém tão d’alma os faria.

Almeida Garrett, in 'Folhas Caídas'

MA/FC e muitos mais amigos

14/02/12

DIA DE S. VALENTIM – 14 de Fevereiro


É nossa convicção que não são precisos dias certos para a celebração do amor!
Ele acontece quando acontece, dura enquanto dura e, se acaso se for…ficam as recordações e toca de olhar em frente!
No entanto, para aqueles que por aqui passem e o vivam nas duas primeiras situações, aqui fica dada uma sugestão. Inspirem-se neste indiscreto vídeo que registou uma troca de carícias entre um “estranho par”, sem dúvida, mas nem por isso menos apaixonado do que se fossem de espécie igual. O destino juntou-os em casa de um dono humano e pelos vistos, parecem dar-se bastante bem!

Surpreenda, pois, o seu ou a sua namorada ou companheira com alguma ternurenta manifestação de afecto e tenham ambos um feliz dia de S. Valentim.
M.A.

12/02/12

PALÁCIO DO FREIXO – POUSADA DO PORTO

Caros leitores:


O Porto continua uma fonte inesgotável de temas para aqui trazer. Desta vez vamos levar-vos a visitar um bonito palácio barroco, situado junto ao Douro. Este edifício, remodelado há pouco foi cedido a uma empresa privada para aí ser instalada uma magnífica pousada. Pensamos que o aproveitamento dos edifícios do género, para explorações hoteleiras, ainda que não acessíveis à maioria das pessoas, é de aplaudir porque a alternativa, a maior parte das vezes, é simplesmente a degradação dos ditos imóveis. Sendo um turismo de qualidade a sua procura por estrangeiros é, igualmente, um bom cartão de visita para Portugal.


Se desejar ficar a par da história do Palácio do Freixo, clicando aqui terá acesso a ela e, para uma curta visita ao mesmo, veja o vídeo que deixamos.
M.A.
Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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