Abre este post uma foto que fiz, algum tempo atrás, no Museu do Oriente, em Lisboa e, que mostra alguns dos frascos de rapé, de uma colecção doada por Manuel Teixeira Gomes. Sei que outra parte desta colecção, ( 88 frascos) está em Coimbra, no Museu Nacional Machado de Castro. Diz-se, que o conjunto reunido por este senhor constituía a segunda maior colecção da Europa.
Para quem não se recorde, o mencionado coleccionador foi o nosso 7º. Presidente da Primeira República (27-05-1860/18-10-1941).
Segundo apuramos a introdução do tabaco, na China, terá sido feita pelos viajantes da Europa Ocidental, na segunda metade do Século XVI. Fumar tabaco era, então, ilegal mas, uma vez moído e usado inalado, considerava-se que deste modo… os seus fins eram medicinais!
Esta moda do uso do “pó de inalar” difundiu-se rapidamente entre as classes elevadas, tornando-se mesmo um hábito de cortesia a oferta da pitada de tabaco à visita que chegava.
Ficou famosa uma importante colecção que reuniu mais de 1700 destes frascos, avaliada em 20 milhões de libras, pertença do casal George e Mary Bloch,. Em Maio de 2010, o jornal inglês Sunday Times anunciou a sua venda, dividida em dez leilões, que se prolongariam por cinco anos. O primeiro lote, composto por 140 frascos, estimou-se então em 250 000 libras.
Porque me chegou às mãos este vídeo, sobre o assunto em questão, resolvi partilhá-lo convosco. Oxalá tenham gostado.M.A.



























