Ora, agora, a juntar à anterior, temos também uma versão moderna da Mofina Mendes! Olhem para o que me havia de dar, hoje, leitores?
M.A.
Rendilheiras que teceis
As finas rendas à mão,
Eu dou-vos, se vós quereis,
P’ra almofada o coração.
Ó vem à janela
Que a noite está bela,
Vem ver o luar;
Linda rendilheira
Deixa a travesseira,
Vem-me ouvir cantar.
Freiras de Santa Clara,
Lindas monjas feiticeiras
Há restos da vossa graça
Na boca das rendilheiras.
Ó vem à janela
Que a noite está bela,
Vem ver o luar;
Linda rendilheira
Deixa a travesseira,
Vem-me ouvir cantar.

No projecto de recuperação da Alfândega Régia e do Museu dedicado à tradição da Construção Naval em Vila do Conde, é um precioso complemento a construção da réplica de uma Nau. Para além de um importante elemento de atracção turística e lúdica, tem uma função pedagógica, pois, construída com o maior respeito pelas investigações científicas da responsabilidade do Almirante Rogério de Oliveira, incorpora o saber ancestral dos carpinteiros e calafates dos estaleiros vilacondenses.
No projecto de recuperação da Alfândega Régia e do Museu dedicado à tradição da Construção Naval em Vila do Conde, é um precioso complemento a construção da réplica de uma Nau. Para além de um importante elemento de atracção turística e lúdica, tem uma função pedagógica, pois, construída com o maior respeito pelas investigações científicas da responsabilidade do Almirante Rogério de Oliveira, incorpora o saber ancestral dos carpinteiros e calafates dos estaleiros vilacondenses.
A nau portuguesa do século XVI era um navio redondo, de alto bordo, com uma relação de 3:1 entre o comprimento e a largura máxima, três ou quatro cobertas, castelos de popa e de proa, com três e dois pavimentos, respectivamente, cuja arquitectura se integra perfeitamente no casco; arvorava três mastros, o grande e o traquete com pano redondo, e o da mezena com pano latino.
A nau, assim concebida, satisfazia uma maior necessidade de capacidade de carga do que a conhecida até então nas navegações portuguesas. As viagens para a Índia eram tão longas, que forçavam os navios ao transporte de grande quantidade de alimentos sólidos e líquidos para o sustento da tripulação, tanto mais que a rota impunha longos períodos de navegação sem se ver a costa ou quaisquer pontos de apoio. Acrescia o factor comercial: o comércio das especiarias implicava o transporte de uma carga valiosa, mas volumosa, que requeria espaços adequados para o seu acondicionamento. A tudo respondia a nau, com o seu casco bojudo, e ampla capacidade de acomodação.
A fim de mostrar a complexidade da organização das viagens, a Nau apresentará os camarotes do piloto e do cartógrafo, material cartográfico, instrumentos e técnicas de navegação, cozinha e despensa, procurando elucidar sobre a complexidade e as vicissitudes da vida a bordo.
Fica o desafio para uma visita a Vila do Conde.
FC









Em 2203, sob a direcção do cineasta Peter Sebber a dita história é aproveitada para um filme em que a rapariga que dá o nome ao quadro é a protagonista, no papel de Griet, uma criada da casa de Vermeer e o brinco de pérola está no centro da trama do filme.

É da casca do salgueiro que vem o princípio activo da aspirina.
Dalton Guetti é um brasileiro que vive nos Estados Unidos, mais propriamente em Bidgeport, Connecticut. É carpinteiro de profissão e tem agora 50 anos de idade.





O vídeo que apresentamos e, do qual desconhecemos o autor, irá mostrar-vos a curiosidade deste quadro mágico, Cremos que vos irá fazer passar uns momentos agradáveis verificando como as diferentes somas batem todas certo.
Para quem queira saber mais alguma coisa sobre a história dos quadros mágicos, também só terá que clicar aqui.
E pronto, aqui terminamos este breve apontamento.
(Vídeo recebido num e-mail. Pesquisa para a foto e para o texto feita na Net)
M.A.





Gravura alusiva ao terremoto de 1775, em Lisboa
Este vídeo que agora trazemos é bastante mais abrangente pois, além da Igreja já referida e que foi afinal a obra de vulto, mais recente no Santuário, mostra a Basílica antiga, a colunata que a ladeia, o altar exterior onde se celebram as cerimónias das peregrinações principais, a Capelinha das Aparições, etc.
Nele se destacam também algumas obras de arte que por ali se encontram e se referem dados históricos bastante interessantes, tanto sobre os autores destas peças, como sobre outros assuntos também relacionados com a já longa história do Santuário. Lembro, por exemplo, a referência à azinheira grande que pouca gente saberá ser contemporânea do mesmo ano das aparições e a única ali ainda existente.
Penso, portanto, que neste passeio todos aprenderemos um pouquinho mais ao mesmo tempo que passaremos uns momentos agradáveis.
(Vídeo recebido por e-mai)
M.A.