O Jornal Expresso noticiava,
em 30 de Outubro de 2012, o afundamento de dois antigos navios de guerra da
Marinha Portuguesa, junto a Portimão. eles
foram colocados à profundidade de 30 metros
e irão constituir um futuro pólo de atracção turística. Tratou-se
da corveta “Oliveira e Carmo” e do navio
patrulha “Zambeze” e, caso pretenda ver, em pormenor, o que se passou, só terá
que clicar aqui. Sempre de louvar são todas as iniciativas que visem dinamizar
o desenvolvimento do país.
Para chegar ao tema
principal do post de hoje eu terei que falar, a seguir, de algo totalmente diferente…
Por exemplo, do recente post “Boas Festas dos Réis”, de 6/1 onde,
recordando a minha filha quando tinha cerca de três ou quatro, contei um
episódio que julgo ter tido alguma
graça.
Pois bem, essa mesma garotinha
foi crescendo e pelos 15 anos, nas férias grandes, eu tive a ideia de lhe falar
num curso de mergulho. Foi dito e feito. Pouco depois estavam os pais a
acompanhá-la já para os mergulhos no mar, com plena satisfação da aluna e
instrutores.
Mais tempo decorreu e as
consequências de um acidente de carro vieram deitar por terra a continuação
desta actividade, provocando, em troca, várias
estadias em hospitais para ela e muitas lágrimas e sofrimento em todos nós.
Período negro que encerro para retomar o relato já cerca do ano 2000, mais coisa menos coisa.
Os anos que decorreram permitiram à tal menina
crescer, fazer um curso, iniciar uma carreira, constituir uma família… e também,
pela ordem natural da vida, ser mãe.
Primeiro de uma filha e, a seguir de um filho. E um dia, junto a este último, estava ela a propor, igualmente, um curso de mergulho!
Vejam só como a história se repetiu!...
Sugestão aceite ela, não
contente com isso, resolveu ir com o rapaz fazer uma… actualização do que havia
aprendido quando jovem e, imaginem que a paixão voltou… mais forte do que nunca!
A juntar a isto veio ainda o gosto pela fotografia subaquática.
Nunca mais parou e, tempo livre que tenha do seu trabalho é vê-la a
meter os pertences do mergulho no saco e a abalar para a água com a equipa de
amigos com quem costuma mergulhar.
Chegamos, finalmente, à razão principal de toda esta conversa, que é
fazer-vos um convite para que cliqueis aqui, a fim de verdes um vídeo que mostra uma visita ao interior dos
dois barcos afundados de que falei no início deste apontamento.
O tal grupo de amigos que costuma
mergulhar em conjunto, (o nome da cada um deles aparece no final do vídeo) não podia deixar de ir “espreitar” o que se
passava por lá e, em 30 e 31 de Dezembro último, eles lá estiveram de câmaras em punho a fazerem as imagens que agora eu estou a partilhar convosco.
Não se esqueçam de ligar o
som que acompanha o vídeo e, espero sinceramente que gostem desta visita surpresa que vos
preparei, com a ajuda da filha e dos seus amigos.
M.A.
