Como tudo começou

30/01/10

DUETO DE GATOS

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Embora este dueto seja, por alguns, atribuído a Gioachino Antonio Rossini, o célebre compositor italiano que, deste modo, estaria a ridicularizar as sopranos que desafinavam nas suas actuações, julgamos que isso não está comprovado. Parece antes tratar-se de uma compilação feita em 1825, com excertos de algumas das suas obras, especialmente da opera Otello mas, o seu autor, teria sido o inglês Robert Lucas Pearsall, sob o pseudónimo G. Berthold. Este dueto é cantado por dois sopranos e a letra não passa do “miau” que é a linguagem habitual de qualquer bichano. Como se adivinha é um trecho musical cheio de bom-humor e ouve-se, geralmente, nos concertos como encore (a)

(a) Para quem possa tenha dúvidas sobre o significado deste termo, diremos que, quando no fim de um concerto, a intensidade dos aplausos do público se faz sentir com calor e prolongadamente, da parte da orquestra ou do solista há, como retribuição, um (por vezes até mais do que um! ) trecho musical extra, deste modo designado.
Há anos, na Gulbenkian, assistimos a um concerto do violinista Igor Oistrakh, onde se gerou um clima tal entre solista e público que os encores se sucederam uns atrás de outros e valeram por um segundo concerto! Se alguém que nos lê também lá tiver estado saberá bem do que falamos porque, de certeza, que não esqueceu tal concerto!

M.A.

28/01/10

VISTAS PARCIAIS DE LISBOA

(Praça da Figueira, estátua equestre do Rei D.João I)


Lisboa aparece de novo aqui no blog, desta vez num conjunto de fotos recolhidas na net e formatadas em vídeo pelo F.Rezende.
Passear pela nossa capital é sempre oportunidade para descobrir novos recantos ou até, por exemplo, para recordar algum deles que esteja mais esquecido.
Esperamos que a voz de Amália seja, igualmente, o complemento perfeito para a beleza das imagens que temos para vos mostrar.

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Até breve.

M.A.

26/01/10

Folhados de Bacalhau

Eu fiz e recomendo!

O Chefe sabe disto!

Ingredientes
400 g de massa folhada
- 350 g de bacalhau cozido e limpo de peles e espinhas
- 1 cebola
- 2 dentes de alho
- 1 pimento vermelho
- 1 pimento verde
- 1 pimento cor de laranja (facultativo)
- 1 dl de azeite
- 1 colher (sopa) de salsa picada
- 1 folha de louro
- Sal e pimenta q.b.
- Ovo batido para pincelar
- Farinha para polvilhar


Confecção

Descasque a cebola e os alhos, corte a cebola em meias luas finas e pique os alhos. Deite tudo para um tacho, junte o azeite e o louro, leve ao lume e deixe cozinhar até a cebola ficar macia.

Lave os pimentos, corte-os ao meio, retire-lhes as pevides e as peles brancas, corte-os em tiras, junte-as ao tacho da cebola, tempere com sal e pimenta, mexa e deixe cozinhar durante 5 minutos. Adicione então o bacalhau e a salsa, misture bem, retire do lume e deixe arrefecer.

Ligue o forno a 180 graus. Estenda a massa em cima de um pano de cozinha bem polvilhado com farinha e deixe-a com uma espessura fina. Espalhe em cima a mistura do bacalhau, enrole com a ajuda do pano e feche bem as pontas da massa.

Coloque o rolo no tabuleiro do forno previamente passado por água fria, pincele com ovo batido, leve ao forno durante 45 minutos, retire, deixe arrefecer e sirva morno ou frio.

fc

24/01/10

CHARLIE CHAPLIN (CHARLOT)



Será que haverá algum leitor ou leitora que não se lembre de ter visto os filmes deste genial actor de cinema?
Que não se tenha divertido com o seu andar tão semelhante ao dos pinguins?
Que não tenha gargalhado com as suas corridas à frente do polícia que o perseguia, sempre intercaladas com uma ou outra mímica de troça ao agente da autoridade, quase sempre grande e gordo?
Que não se tenha emocionado quando, nas cenas dramáticas, aqueles seus olhos, exageradamente pintados, nos davam, sem que fossem necessárias palavras, a noção do verdadeiro drama?
Que não tenha sorrido, quando o romantismo tocava aquele desengonçado apaixonado de chapéu de côco e bengala e o víamos esforçando-se, com pouco jeito, por conquistar “a ingénua” que, geralmente, estava era mais inclinada para o galã da fita?
Cada um de nós, à sua maneira, terá muitas e boas recordações deste grande personagem que foi e será sempre, o Charlot.
Se desejarem ler a biografia de Charlie Chaplin convido-os a clicarem aqui
Em seguida, para uns minutos de puro divertimento deixo-lhes esta “relíquia”, um pequeno filme onde a Dança Húngara nº. 5 de Brahms serve de compasso adequado e perfeito ao trabalho de um genial barbeiro!
Esperamos que gostem, leitores.

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M.A.

22/01/10

A Pereira

Quem adivinha?????
Uma pereira tinha peras. Foram lá acima e nem comeram peras, nem trouxeram peras, nem deixaram peras… como foi?
fc

19/01/10

A “SAGRES” NA 3ª VIAGEM DE CIRCUM-NAVEGAÇÃO




O nosso navio-escola “Sagres” partiu hoje, dia 19 de Janeiro, na sua 3ª viagem à roda do mundo. As outras foram entre os anos de 1978/79 e 1983/84.
Nesta, seguiram a bordo 203 elementos dos quais 63 são cadetes da Escola Naval que terão agora a sua formação em navegação, complementando assim a técnica e a académica já ministradas.

Além desta função como navio-escola a “Sagres” continua a ser a embaixada itinerante de Portugal pois, representando a nossa Marinha, tem também a missão de promover a nossa imagem no estrangeiro. Pensamos que o tem vindo a fazer com muita dignidade e mérito.
Este veleiro foi construído em 1937 na Alemanha e só em 1962 é que comprado por Portugal, passou a usar a cruz de Cristo nas suas velas. Se quiser saber algumas coisas mais a respeito da sua história queira, clicar aqui para ler o post que publicamos em 08/09/2008.

A “Sagres” é, quanto a nós, um dos mais bonitos veleiros do mundo e acreditem que de novo nos emocionamos quando hoje, a vimos, na sua luminosa brancura, descendo o Tejo, agora para um afastamento que irá durar 11 meses.
Aqui deixamos os nossos votos de boa viagem que, em linguagem de marinheiro se dizem:_«Mar chão, vento de feição e águas safas
Até o Sol compareceu nesta despedida!...

(Fotos retiradas da Net)

M.A.

18/01/10

O OCEANO PROFUNDO


O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é.


Encontramos estas duas frases junto a um vídeo que consideramos fantástico . Se clicarem aqui poderão apreciá-lo também, antes que seja, realmente, tarde demais. Divulguem-no, tanto quanto vos seja possível pois, será sempre oportuno, falar de assuntos com tal importância. Usemos todos os meios ao nosso alcance no sentido de preservar tudo quanto esteja em risco de desaparecer neste nosso tão maltratado Planeta.

(Foto recebida num mail)



M.A.

15/01/10

HAITI - Ajuda precisa-se

O pouco que cada um dá, é muito para quem nada tem...

Ajude a Missão da AMI no Haiti
Contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672
IBAN: PT 50 0007 001 500 400 000 00672
Multibanco: Entidade 20909 Referência 909 909 909 em Pagamento de Serviços

fc

14/01/10

SEM OLHAR PARA TRÁS


Gilberto de Nucci (para saber de quem se trata queira clicar aqui) tem uma excelente imagem a respeito do nosso comportamento. Segundo ele, os homens caminham pela face da terra em fila indiana, cada um carregando uma mochila à frente e outra atrás.
Na da frente, nós colocamos as nossas qualidades. Na mochila de trás guardamos os todos os nossos defeitos.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos junto ao peito. Ao mesmo tempo, reparamos, impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, em todos os defeitos que ele possui.
E julgamo-nos sempre melhores do que ele, sem perceber que, afinal, quem vem logo atrás de nós, está a pensar a mesma coisa a nosso respeito.

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P S. Recebido num email. O que lemos acima, talvez nos leve a reflectir e, quem sabe, a modificar um pouco o nosso comportamento perante os outros

M.A.

13/01/10

Convite Exposição de Pintura " DOIS ESTILOS DE MÃOS DADAS COM O MAR"16/01 a 14/02 - Feitoria Colégio Militar - Oeiras

A inauguração é já no próximo dia 16 Sábado às 15 horas.
Visitem a exposição e apreciem os trabalhos da Maria Tereza e do António Dulcídio.

fc

12/01/10

(Es)cultura com arte


foto minha
Em Carnaxide. Guardando o portão da casa...
fc

10/01/10

MÁQUINAS DE ESCREVER UMA VEZ MAIS




Em 18 de Maio de 2008 apareceu nest blog um post onde se apresentava uma curta história sobre as máquinas de escrever. Se acaso já não se recorda apenas terá que clicar aqui para recordar aquilo que então se disse.


Desta vez viemos mostrar-lhes um magnífico conjunto de mais umas tantas avós ou, talvez mesmo, bisavós do seu computador. Temos pena que as imagens não estejam acompanhadas com dados técnicos sobre as relíquias aqui apresentadas, pois, sem dúvida que o post ficaria bem mais completo.


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Espero que tenha gostado de ver estas encantadoras senhoras de idade já um tanto avançada mas de visual tão bem cuidado.
(Recebido num e-mail)
M.A.

08/01/10

FILOSOFIAS



Um homem com um relógio sabe que horas são…
Um homem com dois relógios nunca tem a certeza.

Não fiques a olhar para o sítio onde caíste.
Mais importante é olhar para o sítio onde escorregaste.

Procura olhar a vida pelo pára-brisas,
não pelo retrovisor.

Os outros poderão duvidar do que tu digas
Mas, sempre acreditarão naquilo que faças.

Sê solidário com os outros se acaso estiveres bem na vida.
Irás precisar de todos se o infortúnio te bater à porta.

Os amigos não precisam das tuas desculpas,
mas os inimigos não acreditarão nelas.

Quando pensares em vingança cava duas sepulturas.
Uma delas será para ti mesmo.

O tempo que gastares a divertir-te,
não o consideres perdido.

A coragem não é a ausência do medo
é, sim, a capacidade de reagir a ele.

Tu sempre crescerás,
independentemente da altura que tiveram os teus pais.

A melhor forma de predizeres o teu futuro
é, antes de mais, construindo-o.

(Recebido num e-mail. Serve para reflectirmos, neste princípio de ano)
M.A.

07/01/10

Presépios (10)

Há amigos que nos metem num verdadeiro 31.

É o caso desta nossa fiel visitante, que nos enviou algumas imagens.

Fica uma para aguçar o apetite. As restantes serão postadas a seu tempo

Obrigada Gi
fc

06/01/10

RELEMBRANDO A NOITE DE RÉIS


Segundo a tradição cristã a noite de 5 para 6 de Janeiro teria sido aquela em que três Sacerdotes, ou Astrónomos, chegaram a Belém, ao estábulo onde se encontrava o Menino Jesus recém nascido. Eles viram uma estrela no céu, que lhes parecera anunciar algo importante e, então, guiados por ela chegaram até ao Presépio, em Belém.
Passariam, mais tarde, a ser designados por Réis Magos, no entanto nada confirma que o fossem e, até mesmo a própria existência destas personagens é, por vezes, posta em dúvida.

« São Beda, o Venerável (673-735) diz-nos no seu tratado “ Excerpta et Colletanea” que Melquior (hoje mencionado por Belchior) seria um velho com setenta anos, de cabelos e barbas brancas e teria partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era um jovem de vinte anos, robusto e saíra de uma distante região montanhosa perto do Mar Cáspio. Por sua vez, Baltasar, um mouro de barba cerrada e com a idade de quarenta anos partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz.»

As prendas que trouxeram consigo, respectivamente ouro, mirra e incenso simbolizavam a realeza, a humanidade e a divindade daquele Menino depois baptizado com o nome de Jesus.

Mas, a tradição popular sempre se entrelaçou com a história mais séria, e será das boas recordações que guardo desta época, quando ainda criança, que falarei a seguir:
_ Era a altura de se cantarem as Janeiras ou, como era mais comum dizer-se na minha terra de se “ir cantar ou tirar os réis”…
Com dois bocados de ferro se improvisavam uns “ferrinhos” aos quais se juntava uma pandeireta e talvez um pífaro de barro e lá ia a pequenada indiferente ao tempo que fizesse, de porta em porta, cantando:

Santos réis, santos c’ roados,
Vinde ver quem vos c’roou
Foi o Menino Jesus
Que ‘inda agora aqui passou
E passou e passaria
Filho da Virgem Maria.

Ora viva lá, o senhor da casa,
A mai’ la sua companhia!
E, oxalá, que d’ hoje a um ano
Ai, tenham a mesma alegria!

Esta saudação feita à porta de nossas casas era sempre retribuída com algumas guloseimas e, ainda, algumas moeditas…Tantas, quantas os músicos e cantadores. Devo acrescentar também, manda a verdade que se diga que, nas casas onde a porta se mantivesse fechada o remoque não se fazia esperar:

Esta casa cheira a alho,
Aqui mora algum espantalho!

Esta casa cheira a unto,
Aqui mora algum defunto!

Mas, pensam que este “tirar os Reis” dizia só respeito aos miúdos? Nada disso! Os grandes também se juntavam em grupos para virem, nesta noite, para a rua. Na época cultivava-se bastante o gosto pela música e, quase toda a gente, aprendera a tocar algum instrumento.
As pessoas reuniam-se, não só para conviver mas, também, para efectuar serões musicais e, justamente as associações recreativas eram locais onde isso acontecia. Deste contexto nascia geralmente uma tuna em cada uma delas.
Existia mesmo uma certa competição entre as tunas, sendo motivo de conversa, após a Festa dos Reis, a discussão e avaliação da melhor actuação desse ano!

Uma lágrima teimosa persiste em cair quando, voltando mentalmente atrás no tempo, revejo duas dessas tunas entrando pela nossa casa dentro tocando e cantando. Os instrumentos traziam a esvoaçar fitas com as cores da associação e, numa pasta de onde saiam os cartões de Boas-Festas também se guardavam as dádivas em dinheiro. Todos depois se sentavam à mesa, ou por perto e, comia-se e bebia-se num ambiente de grande satisfação.

Uma destas tunas estava ligada a um grupo desportivo e cultural de que o meu pai fora um dos fundadores e, onde, durante muitos anos se manteve, “A Escola-Livre de Azeméis”. Não tenho, infelizmente, foto alguma deste grupo para aqui mostrar.
A outra, era a do “Grupo Musical Macinhatense”, também uma associação cultural e recreativa, que se situava numa aldeia onde nascera a minha mãe. Um dos fundadores, irmão seu e portanto meu tio, foi igualmente, durante toda a sua vida, um continuado e dedicado entusiasta e colaborador daquela obra. Esta segunda associação ainda hoje existe e, é dela que vos trago o emblema e também uma antiga foto de alguns músicos cuja legenda refere justamente as Festas dos Réis.

No que toca a gastronomia, havia como que uma repetição do que se comia na Ceia da Consoada mas acrescentando-se já, à sobremesa, o chamado bolo-rei. Na altura estes bolos ainda traziam, escondidos no seu interior, um brinde e também uma fava seca. Encontrar-se o brinde era motivo de satisfação mas, já a fava, implicava a “obrigatoriedade” de no ano seguinte se oferecer um bolo-rei igual...
Anos depois veio também a moda de se comerem uns bagos de romã na noite de Reis para, dizia-se, “chamar o dinheiro”.
E pronto amigos, remexendo no baú das recordações, foi isto que de lá saiu, desta vez…

(Alguns dados recolhidos na net. Foto dos músicos e emblema do G. M. Macinhatense retirada do livro comemorativo dos seus 60 anos de vida, da autoria de Rafael Godinho e Mário Ferreira Monte).

M.A.

05/01/10

Presépios (9)



Foto minha
No adro da Igreja da Meadela...
fc

04/01/10

MAIS UMA CANÇÃO DE NATAL


Como já há muito tempo não colocamos qualquer post dedicado ao mais miúdos aqui fica, para eles, uma canção natalícia bastante original. Papás ou avós chamem então os vossos pequenitos.
Para a ouvirem façam o favor de clicar aqui e, não se esqueçam também de ligar o som. Divirtam-se amiguinhos.

M.A.

03/01/10

Presépios (8)

Este presépio é da autoria do mestre José Franco

Um agradecimento à M.A. proprietária da obra que cedeu a imagem para que posamos apreciar o trabalho deste talentoso artista.

fc

02/01/10

QUASE DEUS


Leitores:
Hoje teremos um soneto que me parece enquadrar-se ainda no tema aqui tratado ontem. É do poeta João Baptista Coelho e tem por título:

QUASE DEUS

Se a gente se guerreia, vem a ira;
Se em nós entra a inveja, sai razão;
Se o ódio nos domina, ninguém tira
proveito que mereça estar na mão.

Porquê fazermos guerra que retira
O mérito de sermos multidão?
Porquê não temos paz e o mundo gira
Com ela espezinhada pelo chão?

Se a gente penetrar no consciente
E dermos uns aos outros o que temos
Sem ser aqueles ódios, teus e meus,

O Deus dirá que a gente somos gente,
Que a vida tem a paz como queremos
E o homem será mesmo quase Deus.

Já em duas ocasiões anteriores trouxemos ao blog poesia deste Autor que reside em S. Domingos de Rana. Se a quiser relembrar, bem como os dados biográficos do Poeta, faça favor de clicar aqui e aqui.

Fiquem em Paz, leitores!
M.A.

01/01/10

O 43º. DIA MUNDIAL DA PAZ


O Dia 1 de Janeiro de 2010 será oficialmente considerado o 43º. DIA MUNDIAL DA PAZ.
Assim o instituiu o Papa Paulo VI em 1967 e, a partir daí, sempre se tem vindo a comemorar como tal.
Em 30 de Novembro de 1981 a ONU deu-lhe igualmente o nome de DIA INTERNACIONAL DA PAZ, a que mais tarde acrescentou, ainda, a designação de DIA DA CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSAL tendo como objectivo assinalá-lo como uma data de cessar-fogo nas guerras e de não violência em todo o mundo.
É já muita pena que tendo cada ano 365 (366) dias apenas um deles seja dedicado à Paz!… E, mesmo assim, nem nesse só deixa de existir guerra em algum lugar!

Caros leitores, perante o panorama mundial a que vimos assistindo, em que os conflitos se sucedem e alastram a cada momento que passa e, em que os homens parecem mesmo apostados a não se entenderem, criemos dentro de nós próprios uma vontade ainda maior de contrariar esse sentido de destruição.
Até onde a nossa voz possa ser ouvida digamos NÃO à violência e, até onde o nosso braço estendido chegar, façamos tudo quanto esteja ao nosso alcance em favor da causa da Paz.
O vídeo que trazemos ilustra, duma forma bastante realista, o tema que hoje abordamos e, ajudar-nos-á, também, a reflectir sobre este problema.

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Que o 2010 que agora começa traga, para cada um, além de saúde, a concretização dos desejos pessoais e, acima de tudo, inspire todos a transformarem este mundo noutro, melhor e mais justo.

( PPS recebido num mail e convertido em vídeo por Fernando. Foto feita, há cerca de um mês, numa festa do 80º aniversário de um amigo e, também baptizado de uma sua neta, quando esta pomba pousou numa parede da sala em que estávamos. Possa ela ser um bom augúrio para 2010!)
M.A. / F.C.

Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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