Como tudo começou

30/07/12

RESPEITAR OS ANIMAIS É UM DEVER




Princípio de férias é, simultaneamente, época crítica para alguns animais domésticos, em especial cães e gatos. Quando as pessoas decidem partir para um destino de lazer nem todas se preocupam em levar os animais domésticos consigo ou, se isso não é viável, em arranjar local onde fiquem bem alojados, aguardando o regresso dos donos.
Nunca serão demais as campanhas em que se fale deste assunto e em que se procure mostrar que é crime abandonar os animais que um dia trouxemos para casa e, no convívio, nos deram o melhor de si próprios.
Li uma frase que me parece ilustrar bem  o pensamento que me levou a  escrever este post:
“Respeitar os animais é um dever de todos mas, amá-los é privilégio apenas de alguns”
Devemos reflectir nisto, leitores e trabalhar no sentido de sensibilizar, constantemente,  quem nos rodeia.











Entretanto, trouxe-vos mais história que, não estando propriamente relacionada com o tema do abandono de animais em tempo de férias, mostra  um exemplo de abnegação de uma cadela por um pequeno símio.
Passou-se num jardim zoológico da Rússia, onde, por qualquer razão  uma cria terá sido rejeitada pela  mãe macaca. Um tratador decidiu levá-la para sua casa onde tinha uma cadela com uma ninhada. Esta mãe não colocou objecção alguma e adoptou mais um filho, mesmo  com características diferentes dos que já tinha. Por sua vez o pequenito sentindo-se acarinhado, logo se ambientou e pelo que se vê nas imagens a vida prosseguiu, calma e serena naquela família alargada.
Tudo fica bem quando acaba bem, não é assim?
M.A.

28/07/12

ESTAÇÃO DE METRO DO AEROPORTO DE LISBOA




No passado dia 17 de Julho foi inaugurado mais um troço do metro de Lisboa, com a extensão de 3,3 Klm, para ligar a estação do Oriente à do  Aeroporto.
Foi em 1959 que se inauguraram os primeiros 6,5  Klm do Metropolitano de Lisboa e, hoje, com esta 55ª  estação, perfazem-se já 43 Klm de carril, o que traduz 7 vezes mais na expansão do seu percurso, nas suas quatro linhas:  A Azul, simbolizada por uma Gaivota, A Verde por uma Caravela, a Amarela por um Girassol e a Vermelha por uma Rosa dos Ventos.
Na construção de todas as estações, além do que dizia respeito à sua funcionalidade foi sempre privilegiada, também  a decoração do espaço das mesmas e dos seus acessos. Os temas foram sendo os mais variados e também diversificados  os  artistas escolhidos para os executar.
Desta vez, na estação do Aeroporto, interveio o cartoonista António com os seus desenhos carregados de expressão e bom humor.
 Ele ali deixou, em jeito de caricatura, retratadas inúmeras figuras portuguesas que se distinguiram no campo das letras, das ciências, da música, do teatro e cinema, da política, etc. Qualquer visitante estrangeiro que por ali passe tem logo a recebê-lo este conjunto de personagens que começarão, acredito, por lhe  despertar um sorriso.
 Identificá-las e conhecer mais sobre as suas vidas poderá vir a acontecer, também,  no decorrer da estada no nosso país.
 Com muita pena minha, ainda não tive oportunidade de ir à estação do Aeroporto ver e fazer fotos destes painéis, mas, dada a vontade que tinha de o mais cedo possível falar deles aos nossos leitores, resolvi aproveitar as belíssimas imagens encontradas no blog  “PARA MIM TANTO FAZ”, do jornalista Frederico Duarte Carvalho para as incluir neste pequeno apontamento. Peço portanto que cliqueis aqui para poderdes usufruir  dos 48 desenhos do cartoonista António. Espero que gostem deles, tal como aconteceu comigo.
M.A.

26/07/12

OS AMIGOS PODEM SER......




Há amigos eternos, amigos que são frágeis e outros que são de ferro.
Há amigos do tempo de escola, do trabalho, da universidade, da tropa
Amigos que se fazem, outros que se elegem, e amigos que se adoptam.
Há amigos da alma, do coração, de sangue.
Há amigos de vidas passadas, amigos para toda a vida. Amigos que são mais que amigos
Há amigos que são como irmãos, outros que são como pais e ainda os que são como filhos
Há amigos que estão connosco nos bons momentos e outros que estão sempre
Há amigos que estão perto e outros que estão longe.
Há amigos nostálgicos e outros que só parece viverem o presente.
Há amigos que não vemos, mas sentimos.
Há amigos que se admiram.
Há amigos para toda a vida
Há amigos homens, amigas mulheres, amigos cães.
Há amigos que são poetas. Há os que dizem tudo, e os que não dizem nada. Amigos novos, velhos e… velhos amigos.
Há amigos sem idade, amigos gordos, magros, feios, bonitos
Há amigos que atravessam desertos da vida mas sentem a nossa amizade
Há amigos incondicionais.
Há amigos resistentes à fúria da vida
Há amigos que têm muito valor, amigos que pensam, amigos que são…
Amigos que estão sempre lá, Amigos de verdade
Há amigos efusivos e outros mais discretos
Há amigos que são tristes, outros que são alegres
Há amigos que são sonhadores e outros com os pés bem poisados na terra
Todos, absolutamente todos os amigos têm algo em comum: são …

I N D I P E N S ÁV E I S!!!!!

Recebido num e-mail.
M.A.

24/07/12

A MATERNIDADE ALFREDO DA COSTA





Numa altura em que tanto se tem falado sobre a Maternidade Alfredo da Costa achei curioso ter-me chegado às mãos um antigo postal onde se vê o edifício  isolado e onde dificilmente se adivinharia o seu enquadramento no dia de hoje.
A Maternidade foi inaugurada em 5 de Dezembro de 1932 e para obter mais dados sobre a mesma fará o leitor o favor de clicar aqui.
Portanto acho que quem nos lê achará interessante conhecer esta imagem do passado.
M.A. 

22/07/12

CORO DOS ANTIGOS ORFEONISTAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA




A estes antigos orfeonistas referiu-se, em Junho de 96, Sua Santidade o Papa João Paulo II, deste modo:
“Dos Anjos, diz-se que cantam no Céu…Nós andamos a ensaiar na terra para cantar com eles no Céu. Mas um pouco do Céu já se ouve, quando vós cantais.”
Também o Dr.  Almeida Santos se referiu ao Coro de uma forma interessante, dizendo “que ele é um verdadeiro escândalo, porque pura e simplesmente, recusa-se a envelhecer.” E acrescentou que, “mesmo nos casos em que a pele ganhou rugas, a alma ganhou asas e a voz sonoridades.”
Escolhi estas duas citações, que correram mundo, para abertura deste post onde venho deixar, para deleite dos nossos leitores, dois dos variados e bonitos temas cantados pelo Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra:

-O Coro da Primavera – Queiram, p. f.  clicar aqui
-Balada do Outono – Queiram, p.f. clicar aqui

São ambos da autoria de Zeca Afonso e fizeram parte de um espectáculo dado em Bratislava.

Coro Da Primavera
Zeca Afonso

Cobre-te canalha
Na mortalha
Hoje o rei vai nu

Os velhos tiranos
De há mil anos
Morrem como tu

Abre uma trincheira
Companheira
Deita-te no chão

Sempre à tua frente
Viste gente
Doutra condição

Ergue-te ó Sol de Verão
Somos nós os teus cantores
Da matinal canção
Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores

Livra-te do medo
Que bem cedo
Há-de o Sol queimar

E tu camarada
Põe-te em guarda
Que te vão matar 
Venham lavradeiras
Mondadeiras
Deste campo em flor

Venham enlaçadas
De mãos dadas
Semear o amor

Ergue-te ó Sol de Verão
Somos nós os teus cantores
Da matinal canção
Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores

Venha a maré cheia
Duma ideia
P'ra nos empurrar

Só um pensamento.
No momento
P'ra nos despertar

Eia mais um braço
E outro braço
Nos conduz irmão

Sempre a nossa fome
Nos consome
Dá-me a tua mão

Ergue-te ó Sol de Verão
Somos nós os teus cantores
Da matinal canção
Ouvem-se já os rumores
Ouvem-se já os clamores
Ouvem-se já os tambores



Balada Do Outono
Zeca Afonso

Águas
E pedras do rio
Meu sono vazio
Não vão
Acordar
Águas
Das fontes
calai
O ribeiras chorai
Que eu não volto
A cantar
Rios que vão dar ao mar
Deixem meus olhos secar
Aguas
Das fontes calai
O ribeiras chorai
Que eu não volto
A cantar
Aguas

Do rio correndo
Poentes morrendo
P’ ras bandas do mar
Aguas
Das fontes calai
O ribeiras chorai
Que eu não volto
A cantar
Rios que vão dar ao mar
Deixem meus olhos secar
Aguas
Das fontes calai
O ribeiras chorai
Que eu não volto
A cantar.



Como complemento achei que devia igualmente deixar a letra de cada uma das peças apresentadas. Espero ter ido ao encontro de quem nos lê e até uma outra oportunidade.
 M.A.
(Dados  retirados da net)

20/07/12

PROFESSOR DOUTOR JOSÉ HERMANO SARAIVA





Hoje, dia 20 de Julho, desapareceu do mundo dos vivos este ilustre historiador, cuja figura  a TV tornou familiar para todos nós.
 Quem não o recorda, entrando nas nossas casas para nos deliciar com os seus programas sobre História de Portugal, relatados geralmente nos locais onde se foram passado os episódios que descrevia.

Havia quem por vezes contestasse  a veracidade de um ou outro pormenor mencionado mas, a verdade, é que a sua figura de braços bem abertos e o empolgar do seu discurso eram motivos sempre suficientes para nos deixarem presos ao pequeno ecran. Comigo, isso foi acontecendo e, ainda hoje, alguns dos meus pequenos almoços têm por som de fundo a sua voz,  uma vez que a RTP Memória vem fazendo a repetição de muitos programas seus.

Hoje, ao procurar saber pormenores relacionados com  a sua morte deparei com a publicação de uma entrevista,  dada no ano de 2009,  ao seu sobrinho e afilhado, o jornalista José António Saraiva,   ilustre director do jornal  “O Sol”.
É uma entrevista em que o Professor, já com 90 anos, fala sobre  diversos factos passados ao longo da sua vida e  onde  faz,  mesmo, algumas declarações bastante surpreendentes, relacionadas com personalidades com quem conviveu. Será como trazer até nós mais um pedaço da história. Convido os leitores a clicarem aqui e aqui  para terem acesso às duas partes em que a dita entrevista se apresenta.

Neste momento, em  que  o Professor é também ele já uma personagem dos Horizontes da nossa Memória, fazemos votos para que  descanse em paz.
M.A.

A PARÁBOLA CÚBICA


          

O  post de hoje é a transcrição de uma publicação encontrada no “Jornal do Exército” nº 164, de Fevereiro deste ano.
 Refere-se a um episódio passado numa unidade militar não especificada onde, porque iam mudar de instalações pretendiam fazer o transporte dos livros que faziam parte dos serviços administrativos.
Parece que uma operação tão simples não ofereceria grande dificuldade mas a verdade é que assim não aconteceu e acabou por se “enredar” de tal modo que…
Bom, mas o melhor será mesmo lerem o que se passou e divertirem-se com as peripécias, tal como aconteceu comigo:




Então, leitores não teve a sua graça?
M.A.

17/07/12

AZULEJO SEVILHANO COM 11 CITAÇÕES BEM-HUMORADAS




Rir faz bem! Desanuvia-nos o espírito e ajuda a criar  dentro de nós  renovadas energias  para encarar o dia a dia, tantas vezes cheio de contrariedades.
Que este antigo azulejo, que dizem ser sevilhano, consiga provocar a quem o leia um sorriso nos lábios.
Até breve, leitores.
M.A.

15/07/12

EMBALAGENS FECHADAS POR VÁCUO POUPAM ESPAÇO NO ARMÁRIO




Caros leitores:

Creio que todos nós, nas nossas casas,  desejamos, sempre, mais espaço de arrumação. Especialmente quando chega a altura de arrumar vestuário ou roupas de cama entre estações do ano deparamo-nos sempre com volumes que excedem o interior dos nossos armários. Assim, penso que será sempre  bem recebida uma boa dica sobre o assunto, que é realmente o que vos trago hoje.

Sacos plásticos, fita cola e o aspirador do pó é todo  o material necessário. Se acrescentarmos um pouco de bicarbonato de sódio  e cravos da Índia ou grãos de pimenta preta, evitaremos que as traças ou o mofo estraguem o conteúdo dos sacos.
Cliquem portanto aqui e ponham mãos à obra.
Espero ter-vos sido útil com a ideia.
M.A.  

13/07/12

FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO – DELFIM MANUEL




Efectuou-se este ano, uma vez mais, entre 30 de Junho e 8 de Julho, na cidade de  Lisboa  a FIA.
Ali se junta  uma enorme colecção de peças de artesanato não apenas o português mas de diversas partes do mundo.




Este ano, por limitações de tempo, não me pude alongar muito na visita. Mas, confesso-vos que há um stand que sempre motiva a minha ida à feira e onde eu nunca deixo de ir. Geralmente  sou recebida com um sorriso e, quando  peço licença para fazer fotografias, a permissão nunca se faz esperar. Estou a falar-vos do barrista  Delfim Manuel,  de Santo Tirso, que já deve ter percebido bem, quanto eu gosto das coisas que ele faz!

Não é a primeira vez que aqui falamos da obra deste artista de cujas mãos saem verdadeiras rendas, feitas com pedaços de barro. É um encanto para os nossos olhos ir descobrindo os minúsculos pormenores que compõem cada uma das suas peças.
Os seus presépios ganham vida com aqueles ternurentos anjinhos tocando trombetas ou rebolando sobre nuvens  brancas e as ovelhinhas  lanzudas que são cópia fiel das que vemos nas pastagens, bem como os pastores e as demais figuras de tradição.

 Mas, quando olhamos o Casamento Minhoto e reparamos nos bordados das saias, coletes e blusas, ficamos a pensar como é possível atingir aquela enorme perfeição. Depois, dando conta dos  cordões, grilhões, corações de filigrana , bem como das arrecadas usadas pelas lavradeiras, de novo ficamos presos a toda aquela minuciosa arte deste “ourives do barro”.

Este ano uma nova Custódia ele nos  trouxe também, no género das que vi em anos anteriores. Creio até que foi com uma, que ele já ganhou na FIA um dos seus 1ºs  prémios.
 Quem conhece o que os nossos museus mostram, na arte de ourivesaria, em peças de arte sacra, vem encontrar nestas custódias, feitas em barro, imensas semelhanças e uma perfeição de execução que, verdadeiramente, impressionam qualquer um.
Parabéns, uma vez mais Delfim Manuel e que,  a sua imaginação e mãos continuem, por muitos mais anos,  produzindo coisas tão bonitas.
E pronto com esta pequenina amostra da FIA vos vou deixar.
M.A.

11/07/12

APRENDAM COMO DESCASCAR OS ALHOS NUM INSTANTE




Hoje trazemos aos nossos leitores uma dica que ajudará todos aqueles que gostam de ir para a cozinha experimentar receitas mas, que, por outro lado, não gostam de descascar os alhos pelo cheiro que eles deixam nas mãos.
video


Mais simples não pode ser. Basta repararem no vídeo e logo vêem como se faz.
Até breve.
M.A.

08/07/12

DOURO, FAINA FLUVIAL




Foi este o título escolhido por Manoel de Oliveira para um filme que realizou no Porto em 1931.
O Maestro Luís de Freitas Branco fez a adaptação musical e a fotografia é assinada por António Mendes.
Queira clicar aqui  para saber do que estou a falar.
Reparem no fervilhar do movimento que se mostra nesta filmagem. Desde a quantidade da carros de bois alinhados no cais esperando as cargas para as quais era necessária a força destes possantes quadrúpedes ao vai e vem das varinas que faziam a descarga do carvão, aos pregões das peixeiras, dando  início à venda do peixe chegado  e ao  embarque de mais uma tripulação que saia, possivelmente para a pesca, levando uns tantos  garrafões para quando a sede viesse a apertar…tudo ali mostra vida, trabalho, fazes da canseira de quem,  deste modo, de mãos dadas com o rio Douro, tinha que ganhar o pão de cada dia.
Curioso também observar a presença das crianças nestas imagens. Estávamos ainda longe das creches e jardins infantis e elas, ainda que  pequeninas, lá acompanhavam os mães no seu ambiente de trabalho, crescendo com o cheiro da maresia.
Outras gentes e outros tempos, aqui registados pelo incomparável Manoel de Oliveira.


Nota: Achei estranha a grafia do nome do realizador, colocado no princípio do filme. Aparece Manuel escrito com um ' u ' quando ele sempre o escreveu com um ' o '.
M. A.

06/07/12

CHURRASCO É COISA DE HOMEM…


     

Quando um homem decide fazer um churrasco, a seguinte cadeia de acções
vai ser posta em marcha:


 1) A mulher compra os alimentos
 2) A mulher faz as saladas, prepara as batatas fritas, o arroz e as sobremesas.
 3) A mulher prepara a carne para ser assada, tempera-a, coloca-a numa
 travessa e leva-a ao homem que já está à espera, ao pé da grelha, de
 cerveja fresca na mão.

 Aqui vem a parte realmente importante da questão:


 4) O homem ... coloca a carne na grelha
 5) A mulher vai então buscar a loiça e os talheres para pôr  a mesa
 6) Ao regressar, a mulher apercebe-se que o homem está distraído, a 
contar anedotas com os outros homens   e avisa-o que a carne já se está a queimar.
 7) O homem aproveita e pede-lhe mais umas cervejinhas frescas.
 8) A mulher vem cá fora trazer as cervejas e uma travessa... e é então
 que vem a segunda parte importante do processo:
 9) O homem tira a carne da grelha, coloca-a na travessa e entrega-a à mulher que leva tudo para a mesa.

  10) Depois de comerem, a mulher levanta a mesa, lava a louça, arruma a
 cozinha e lava a grelha.
  11) Toda a gente dá os parabéns ao homem pela fantástica refeição que
 ele preparou.
  12) O homem pergunta à mulher se lhe soube bem o tempo de folga de que
 usufruiu, e perante o “levantar de sobrancelhas” dela...


  ... conclui que há mulheres que nunca estão satisfeitas com nada!!!...
Nota da autora dos post – Este texto apareceu-me num e-mail enviado por um amigo. Passe, muito embora, o exagero da descrição penso que deu para os leitores e leitoras esboçarem um sorriso e lembrarem-se disto na próxima vez que decidirem fazer um churrasco em vossa casa.                                                                           M.A.

04/07/12

HERIQUE MEDINA ESCREVEU




«(…) Em que consiste pois um retrato que seja simultaneamente uma obra de arte e uma semelhança perfeita?
É que esse tem de ser feito com uma indispensável  maestria técnica adequada ao género, com intensidade na observação, acuidade na penetração do modelo, probidade na interpretação, e possivelmente originalidade na composição, que aliás rebuscada ou saindo do que é natural, imediatamente nos choca pelo seu artificialismo ou afectação.(…)
É incontestável que o que o homem prefere na natureza é a sua própria imagem, e por isso a difícil arte do retrato resiste à acção do tempo e às suas múltiplas estéticas devoradoras da nossa época.(…)»
Henrique Medina         




Henrique Medina  (18-8-1901 / 30-11-1988)  foi um grande pintor português que centrou a sua carreira especialmente no retrato. As grandes personalidades da época, portuguesas e também algumas estrangeiras,  ficaram registadas na tela por ele. Mas igualmente pintou figuras populares.
Pode procurar informação mais pormenorizada sobre ele clicando aqui.
Hoje pretendo deixar neste post quatro dos seus desenhos em sanguínea, já que este género me parece ser,  talvez, menos conhecido do que os seus óleos. Fazem parte de um volume “Henrique Medina” onde foram reunidos 30 desenhos seus, editado pela Fundação Engº António de Almeida.
M.A.

01/07/12

VIAGEM LISBOA SINTRA, INÍCIO DOS ANOS 40




Hoje mostramos o excerto de um filme realizado por João Damasceno Bordallo Pinheiro, no início dos anos 40  e que retrata uma viagem de Lisboa a Sintra.
Começa num eléctrico, na Av. 24 de Julho. Mostra depois imagens do Rossio, da estação de comboios do  Rossio (exterior e interior) , da entrada no comboio e ainda do percurso, até Sintra.
Peço que cliquem aqui e, em seguida,  que desfrutem desta preciosidade.
M.A. 
Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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