Como tudo começou

30/05/09

Exposição de Artes Juvenil - SIMECQ 31/05/2009 - 16 HORAS


No próximo Domingo, os artistas de palmo e meio do nosso Atelier de Artes, expõem os trabalhos que têm vindo a executar nas aulas de iniciação ao desenho/pintura e iniciação às actividades artísticas.
Aproveitamos assim para comemorar o Dia Mundial da Criança com os nossos jovens.
Haverá um lanche, e algumas surpresas.
Fica desde já o convite para os jovens do Basquetebol, da Música e dos visitantes do blog se juntarem nesta iniciativa.
Convém que os jovens tragam os pais, os avós, os primos, os tios, os amigos, os colegas da escola, etc.
Também podem e devem aparecer todos os nossos visitantes mesmo que não tenham um jovem para os acompanhar...
A todas as crianças do Mundo deixamos aqui os votos de um FELIZ DIA DA CRIANÇA.
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29/05/09

SIMECQ em fim de semana repleto de actividade


Está aí mais uma maratona de Basquetebol.

Veja a programação em http://www.blogger.com/www.simecq.pt
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28/05/09

Há um Zoo em Lourosa (Porto), sabia?

Localizado na cidade de Lourosa, o Zoo de Lourosa – Parque Ornitológico é o único parque do país, e um dos poucos da Europa, cuja colecção é composta exclusivamente por aves.

Sendo um local de perfeita comunhão com a Natureza, possui mais de 500 exemplares de aves, de cerca de 150 espécies, algumas das quais raras ou ameaçadas de extinção, constituindo uma plataforma de excelência para a Divulgação, Conservação e Reprodução de espécies ameaçadas.


O Zoo de Lourosa é uma janela aberta para o Mundo Selvagem através da qual poderá espreitar e deslumbrar-se com algumas das mais belas aves que existem. Conheça os exuberantes calaus, as sempre enigmáticas corujas, o imponente urubu-rei ou os fascinantes flamingos e casuares e, por momentos, faça parte de um Mundo onde o Homem e a Natureza coexistem em perfeita harmonia.

O Zoo dispõe de um leque variado de actividades e recursos específicos para todos os visitantes, em especial para a população infantil.


Saiba tudo aqui e aqui
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27/05/09

O SEMEADOR DE ESTRELAS



Estas fotos aparecem, como mail, com alguma frequência nos nossos PCs., no entanto, pensei que seria interessante trazê-las aqui ao blog pois, há sempre probabilidade de surpreenderem alguém, que nunca as viu.
Podemos encontrá-la em Kaunas, Lituânia, (antiga URSS).

É um bronze que, durante o dia, será um, igual a muitos outros mas que, durante a noite, adquire uma nova dimensão carregada de significado e que, julgo, não deixará indiferente quem por ali passe.
Até o título me parece ser bastante feliz. Digam lá se concordam ou não?
(Pesquisa na Net)

M.A.

26/05/09

Pinturas Cantadas - Museu Etnologia

Arte e performance das mulheres de Naya





A exposição Pinturas cantadas: arte e performance das mulheres de Naya, mostra as obras realizadas pelas mulheres das comunidades Patua do Estado de Bengala na Índia que cantam as histórias que pintam em extensas tiras de papel. Os temas tanto retomam o reportório das tradições orais da comunidade como falam de mudanças sociais e políticas e acontecimentos que marcam a vida da aldeia, do país ou do mundo.

Poderá ver aqui uma reportagem sobre esta exposição, e informações aqui

Uma exposição que recomendo vivamente.
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25/05/09

UM VÍDEO...

Um vídeo que, a meu ver, dispensa quaisquer palavras.


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Um exemplo de solidariedade que nos leva a acreditar num mundo melhor!...

(Recebido num e-mail)

M.A.

23/05/09

A MARIA E O JUSTINO


Como já vos referi antes, os meus avós maternos viviam numa pequena aldeia onde possuíam uma casa de lavoura.
Entre o pessoal havia, como criada do campo, uma moçoila, de nome Maria, alegre, desempoeirada e, ao que diziam, sempre de resposta na ponta da língua.
Um dia, o destino trouxe até àquela porta um pobre diabo que pedia esmola e, além dela, veio a encontrar ainda uma mudança de vida. O meu avô terá simpatizado com aquele homem e, após uma breve conversa pela qual se apercebeu da triste vida que tinha na sua frente, decidiu contratá-lo para tratar do gado…

O meu avô chegou a exercer vários anos o cargo de regedor. Era uma pessoa muito respeitada lá na terra, mas igualmente tida como bastante severa, de “mau feitio” e pouco dada a brincadeiras. Porém, sempre pronto a ajudar quem precisasse, como parece ter sido o caso.
O Justino, era este o nome do homem, passou desde então a fazer parte da casa e creio que nunca o meu avô terá tido motivo para se arrepender da decisão que tomou. Era eficiente, dedicado mas extremamente introvertido e conservando sempre um semblante tristonho. Reflexos, possivelmente, de um passado nunca desvendado!...


Ora, um bela manhã, quando o bom do Justino trazia numa mão o canado do leite que mungira à “Boneca”, o meu avô notou que ele tinha a cara toda escalabrada, a roupa rasgada e suja de sangue e caminhava com dificuldade, apertando os joelhos com a outra mão. Enquanto o interrogava foram medindo o leite e, dos habituais 20 litros diários, deram conta que só ali estavam 8. Todas as perguntas iam ficando sem resposta! O Justino continuava, mudo e quedo, como é costume dizer-se e, apenas encolhia os ombros num jeito envergonhado …
Foi então que entrou em cena a Maria. Ela avançou para o Justino, deu-lhe um safanão e berrou-lhe ao ouvido:
_Ó “estapor d’ home”, diz lá ao patrão que a vaca hoje só te deixou tirar 8 litros de leite porque te deu um par de coices entre as pernas que até te fez ver as estrelas!
O meu avô interveio com o seu ar sério:
_Mas que conversa é essa? Afinal o que é que se passa?
_Atão o patrão não está a ver?! Mas não tenha pena dele. Mesmo que a vaca lhe tivesse feito ir pelos ares tudo aquilo, nada se perdia!
_Mas você está doida ou quê?!
_Não estou doida, não patrão. Não se perdia nada porque ele até já nem lhe dava uso!
E virando-se para o Justino invectivou:
_Ó ”estapor” fala e diz a verdade ao patrão! Tu já não davas uso a isso pois não?

E dando uma sonora gargalhada, partiu quintal abaixo, com a enxada ao ombro a cantar uma moda em voga…

P.S.-Estes dados, em especial a parte do diálogo, retirei-os de uma das várias histórias reunidas no livro “Porta sem Trinco”. O seu autor, um tio meu, Rafael Godinho, era, ao tempo, um jovem estudante. Talvez tenha mesmo testemunhado este episódio. Provavelmente, trarei ao blog mais uma ou outra história dessa mesma obra.

M.A.

22/05/09

Aulas de pintura sobre cerâmica no nosso atelier - 6ªas feiras das 18.00 às 20.00h




Todas estas peças foram produzidas no nosso atelier.

Os conhecimentos da Lurdes Caldas, uma ceramista com anos de experiência, fazem com que os nossos alunos produzam verdadeiras peças de arte.

Apareça e experimente esta técnica.

Oferecemos-lhe a 1ª aula! Confirme a sua presença em: simecq.cultura@gmail.com


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21/05/09

OBRAS NO TERREIRO DO PAÇO



Durante as obras que se fizeram recentemente no Terreiro do Paço foi posta a descoberto uma escadaria que existia junto ao torreão do lado esquerdo, conforme se pode ver nesta gravura, que mostramos e que é anterior ao terramoto de 1755.
(Recebido num email)
M.A.

20/05/09

CURIOSIDADES DA LINGUAGEM - “PALÍNDROMOS”

Caros leitores:

Hoje teremos uma conversa sobre português e começo por perguntar se sabem o que é um “PALÍNDROMO”?... Não?

_Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, isto é, da esquerda para a direita e da direita para a esquerda.Exemplos: OVO, OSSO, RADAR. O mesmo se aplica às frases, embora acoincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto mais longa seja a frase. É o caso do conhecido:
SOCORRAM-ME, SUBI NO ONIBUS EM MARROCOS.Diante do interesse pelo assunto (já leu a frase ao contrário?),tomei a liberdade de seleccionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões...Se souber de algum, diga-nos.


ANOTARAM A DATA DA MARATONA

ASSIM A AIA IA A MISSA

A DIVA EM ARGEL ALEGRA-ME A VIDA

A DROGA DA GORDA

A MALA NADA NA LAMA

A TORRE DA DERROTA

LUZA ROCELINA, A NAMORADA DO MANUEL, LEU NA MODA DA
ROMANA: ANIL É COR AZUL

O CÉU SUECO

O GALO AMA O LAGO

O LOBO AMA O BOLO

O ROMANO ACATA AMORES A DAMAS AMADAS E ROMA ATACA O
NAMORO

RIR, O BREVE VERBO RIR

A CARA RAJADA DA JARARACA

SAIRAM O TIO E OITO MARIAS

ZÉ DE LIMA RUA LAURA MIL E DEZ

Há outras curiosidades da linguagem que irei trazendo aqui aqui.
M.A.

19/05/09

UMA NOITE NO MUSEU


Tivemos oportunidade de ir assistir no dia 16, no Museu Arqueológico de S.Miguel de Odrinhas ao que denominaram “Um Serão Renascentista”. Para satisfazer de imediato a curiosidade dos leitores vou mesmo transcrever o que está escrito no folheto publicitário:


Estamos em 1543.
Dois grupos de humanistas ligados à Corte d’el Rei D. João III percorrem o termo de Sintra em busca das antiqualhas aqui deixadas pelos Romanos.
Estes personagens históricos lêem e interpretam as enigmáticas inscrições romanas, recriando a atmosfera das mais antigas descobertas arqueológicas feitas em Sintra, na época do Renascimento.
«Que fazeis vós?»
« Antiquitates vestigamus!»



No exterior, a iluminação fazia-se com tochas. Depois, no interior foram as velas que continuaram a quebrar a escuridão.
Fomos recebidos, a partir da entrada do museu, por personagens trajados à época e , já no amplo átrio do museu, pouco depois, ouvimos, a partir de dois varandins que ali existem, Joana Vaz e Valéria Vicente, no papel de duas damas da corte, fazerem, à laia de Prólogo, uma descrição daquilo a que iríamos assistir em seguida.




Na “Basílica Romana” para onde fomos encaminhados a seguir, desenrolou-se então a representação. As personagens foram desempenhando o seu papel, aproveitando, justamente, o conjunto de objectos expostos e as suas inscrições para darem interessantes explicações aos visitantes.
Havia também um cravo, que foi sendo tocado, com música adequada, o que ajudou a compor melhor o cenário do serão.

No final, os visitantes misturaram-se com as personagens e dali se partiu, numa passagem pelo percurso denominado “Livro de Pedra”, até ao bar, transformado agora em “Taberna” onde se vendiam alguns petiscos e bebidas também conotados com a época do serão.
As fotos, da autora do post, documentam, também, o que ali se passou.

M.A.

18/05/09

Campanha cientifica na Antárctica - 2009



José Xavier é um biólogo marinho que está na sua 6ª campanha cientifica na Antárctica.
A maior de sempre para um Português...

Acompanhe esta fantástica viagem aqui

Desejamos ao José Xavier uma boa viagem e agradecemos o facto de nos transmitir excelentes reportagens!

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17/05/09

VINICIUS DE MORAES


Ele foi baptizado Marcos Vinitius Cruz e Mello Moraes, mas, aos 9 anos mudou oficialmente de nome para ficar apenas Vinícius de Moraes. Nasceu no Rio de Janeiro, em 19 de Outubro de 1913 , vindo a falecer na mesma cidade, em 9 de Julho de 1980.
Foi diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor. A sua obra abrange a literatura, o teatro, o cinema e a musica. Sobretudo na música a sua inspiração levou-o a compor trechos belíssimos que, uma vez ouvidos nunca mais se esquecerão.
Recordo, entre muitos , O “Samba da Bênção”, “Garota de Ipanema”, "Saudades do Brasil em Portugal”, “Tarde em Itapoã” "O monólogo de Orfeu" "Para quê chorar"…

Era um boémio por excelência e, também, um apreciador de uísque tal, que, até em palco, se fazia acompanhar de uma garrafa dessa bebida. Também a fama de ser um grande conquistador lhe era atribuída, o que os nove casamentos que teve, parecem comprovar.
Na música, as parcerias que fez com Tom Jobim, Toquinho, Baden Powel e Carlos Lyra deram também óptimos resultados.

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Em 19 de Dezembro de 1968, em Lisboa, em casa de Amália houve uma pequena festa em que participou Vinicius. Estiveram presentes também Ary dos Santos, Natália Correia, Allan Oulman, David Mourão Ferreira, Fontes Rocha (guitarrista) e Pedro Leal (violista).
Acredito que deve ter sido um serão cultural memorável! Para dizer isto, baseio-me no disco editado a partir da gravação que, (em boa hora) dessa noite foi feita e que eu própria possuo.
Se o disco nos transmite uma certa magia nos poemas que foram ditos , nas músicas que se ouviram e, nos comentários que entre si os convidados foram trocando, o que não teria sido assistir àquele serão, mesmo ao vivo, leitores!

Deixo-vos com um recorte fotográfico (tirado de uma revista, portanto desculpem a falta de qualidade) desse mesmo serão em casa de Amália e, também, com um vídeo com o bonito poema “Procura-se um amigo”, de Vinícius de Moraes.
Até breve, amigos.
M.A.

16/05/09

PESOS E MEDIDAS


No nosso dia a dia estamos continuamente a deparar com o emprego de medidas de capacidade, de peso, de volume, de área, de comprimento, etc. Estas são as mais correntes porque muitas outras há, mais específicas, campo por onde eu não me atrevo sequer a entrar.
Vejamos o que se passa no supermercado. A maior parte dos artigos está pronta a ser trazida por nós que, olhamos para as embalagens, geralmente plastificadas, escolhemos este tamanho ou aquele consoante o que nos faz falta em casa e lá vamos direitos à cx. para pagar. Poucos serão os artigos que somos obrigados a levar ainda à balança, estou a lembrar-me da carne, do peixe, dos legumes e fruta, mas, mesmo estes, também já há a possibilidade de os encontrar em embalagens já pesadas.


Que contraste com as antigas mercearias de bairro!... Estas, eram lojas geralmente atravessadas por um balcão que separava os clientes de quem os atendia e rodeadas de armários ou prateleiras onde estavam expostos artigos vários. Na parte inferior das prateleiras, viam-se as tulhas, uma espécie de cxs. de madeira com tampa inclinada, onde o arroz, o açúcar, o feijão, a massa, os diversos cereais, etc. etc. estavam arrecadados. Era dali que, consoante o pedido dos clientes, o merceeiro (geralmente vestido com uma bata escura) enchia os cartuchos de papel pardo, que, a seguir, seriam pesados na balança. O azeite saía de um aparelho colocado sobre o balcão, que, por sucção o tirava do depósito situado na parte inferior, directamente para a garrafa, ou a almotolia que fora trazida pelo cliente.




O leite, quando não se ia buscar mesmo às quintas, onde havia vacas, era trazido em grandes canados de zinco que tinham uma torneirinha na parte inferior e assim era vendido porta a porta.
O vinho vendia-se a granel, nas tabernas, onde passava do pipo para a medida de folha de zinco e, a seguir, por um funil para a garrafa que o cliente levara de casa.
A medição de terrenos fazia-se com a chamada corrente de agrimensor ou, por vezes, até servia um cordel com marcas feitas com de tinta de côr.
A lenha, era medida no monte com um estere, uma espécie de grade que correspondia a um metro cúbico.

Tudo isto veio à minha memória como recordação de infância, quando, tive sob os olhos umas fotos de pesos e medidas antigas que, em 2005, estiveram numa exposição. Certos, nomes eram-me familiares outros, não, claro! Aqui deixo fotos de alguns desses pesos e medidas que são pertença da Sociedade Martins Sarmento, em Guimarães, uma instituição cultural de utilidade pública fundada em 1881 e que desenvolve intensa actividade cultural. Sei que há lá mais colecções de interesse para além desta. Será, pois, um bom motivo para uma ida a Guimarães. Queira clicar aqui para saber mais.
Neste parágrafo anterior está, pois, a razão principal, que hoje me trouxe à conversa com os leitores. Espero que gostem , como eu própria gostei.

Colecção de pesos (?)
Caixa em metal c/ balança e pesos Sec. XIX
Alqueire (12,6 l) 1575
Balança de pesar linho Sec. XIX
Cadeia de agrimensor Sec. XIX
½ Canada (1 l ) 1575 (?)

M.A.

15/05/09

Mãe




Que mulher é essa?
Que mulher é essa
que não se cansa nunca,
que não reclama nada
que disfarça a dor?
Que mulher é essa
que contribui com tudo,
que distribui afeto,
tira espinhos do amor!
Que mulher é essa
de palavras leves,
coração aberto,
pronta a perdoar?
Que mulher é essa?
que sai do palco,
ao terminar a peça,
sem chorar!
Essa mulher existe,
sua doçura resiste,
às dores da ingratidão,
resiste à saudade imensa,
resiste ao trabalho forçado,
resiste aos caminhos do não!
Essa mulher é MÃE,
linda, como todas são.



de Ivone Boechat


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14/05/09

LEVAR A CARTA A GARCIA


Creio Que toda a gente já terá deparado com esta expressão, escrita ou proferida por alguém no decorrer de uma conversa. Ela é geralmente usada para exemplificar algo que foi levado a bom termo e, executado de forma exemplar. Para os que ainda desconheçam o que deu motivo a isso, aqui vai mais uma história:

Situemo-nos em Cuba onde se desenrolava uma rebelião contra o domínio espanhol, considerado prepotente e corrupto. Quem liderava esse movimento era um general espanhol de nome Ramon Garcia Iñiguez. Ora, em 1895 os rebeldes tomaram a capital e mantinham o poder sobre grande parte do território, o que desencadeou uma ofensiva brutal da parte do poder instituído.
Entretanto, já em 1989 deu-se a explosão de um navio de guerra americano que estava fundeado no porto de Havana, morrendo as 200 pessoas que se encontravam a bordo. Este incidente deu motivo a que os USA passassem a colaborar com os rebeldes.
Foram portanto desencadeadas as lutas finais entre 25 de Abril e 12 de Agosto de 1989 e foi justamente nessa altura também que se passou o episódio que dá o título ao post.

O presidente americano, William McKindley, precisava de mandar uma mensagem ao general Garcia de quem ignorava o paradeiro exacto. Dadas as condições de guerra, existentes, quaisquer comunicações eram problemáticas. Falaram-lhe então de um soldado de nome Andrew Summers Rowan, como sendo a pessoa com melhores características para levar a cabo a difícil missão.
Conta-se, que ao soldado foi dito apenas o nome do destinatário e que ele estaria algures, em Cuba. Ele guardou a carta numa bolsa junto ao peito e partiu, sozinho, sem fazer mais perguntas.
Dizem que quatro dias depois chegava num pequeno barco à costa cubana. Atravessou um seguida todo o território em guerra, descobrindo o sítio onde estava o general a quem fez entregue da mensagem, regressando em seguida ao seu quartel. Mais se diz ainda que, esta missão, foi efectuada apenas em três semanas.
Este episódio foi aproveitado em alguns exércitos como cartilha a ser entregue aos soldados. Também, algumas empresas, o divulgaram entre os seus colaboradores como exemplo a seguir.
A eficiência, a valentia e a lealdade deste soldado ficaram então para a posteridade simbolizadas pela expressão: «Levar a carta a Garcia».

(Pesquisa de dados feita na Net, de onde recolhi igualmente as imagens)

Nota – Permitam-me que dedique este mail a alguém, em particular, em quem, cada dia que passa, também descubro sempre uma garra especial para levar a bom termo tudo aquilo que se dispõe fazer.

M.A.

13/05/09

Alegria no trabalho

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Uma sugestão para hora de almoço...
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12/05/09

FOTOGRAFIAS DE ANIMAIS


Hoje, trago-vos simplesmente seis fotos de que gostei. Não há nenhuma outra razão especial para além da que apontei já. O tema é comum, em todas elas aparecem animais. Apenas numa se mostra a luta pela sobrevivência, as outras apontam para cenas ou expressões ternurentas.



Espero que tenham gostado destes amigos
M.A.

11/05/09

SANTUÁRIO DE N.SENHORA DA CONCEIÇÃO DA ROCHA


Tudo começa em Maio de 1822, mais concretamente no dia 28, quando um grupo de rapazes que brincava na margem direita do rio Jamor - nessa época um canal navegável e de águas límpidas; junto ao Casal da Rocha, avista um melro e segundo a história, ao tentarem apanhá-lo, encontram um coelho que rapidamente passa a ser agora o perseguido.

O coelho, escondeu-se num buraco que tentaram desobstruir, mas, à medida que nele iam entrando, constataram que se tratava de uma gruta funerária, com vestígios de ossadas humanas. Ali encontraram também, 3 dias depois, a 31 de Maio de 1822, uma pequenina Imagem reconhecida como sendo de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, ao que o povo acrescentou «da Rocha» por referência ao local.

Esta descoberta foi rapidamente divulgada e muita gente acorreu a ver a tal gruta e a prestar culto à Imagem encontrada.

Nessa altura, o nosso país encontrava-se numa situação económica e social grave e havia várias décadas que se prolongavam os sofrimentos e infortúnios dos portugueses, pelo que, neste contexto, a Imagem de Nossa Senhora aparecida na Gruta da Rocha, constituiu um sinal de esperança, aqui crescendo, em número e devoção, as preces dos portugueses à Protectora e Padroeira do Reino.

O rei D. João VI, por achar o lugar pouco próprio para nele se efectuar o culto público à Imagem, mandou trasladar a mesma para a Sé Patriarcal de Lisboa, ainda nesse mesmo ano, onde se manteve durante mais 61 anos.

Tomás Ribeiro, homem de muita fé e influência na vida pública, ao passar umas férias de Verão em Carnaxide, tomou conhecimento da tristeza do povo por lhe terem levado a Milagrosa Imagem de Nossa Senhora. Com os seus esforços, conseguiu devolver a Imagem ao povo desta zona, tendo ocorrido a sua trasladação, desta vez, da Sé Patriarcal de Lisboa para a Igreja Paroquial de São Romão de Carnaxide, em 1883, onde veio a permanecer durante 10 anos até à conclusão da construção do Santuário.

Finalmente, em 1893, concluiu-se a construção do Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Rocha, tendo sido para aí trasladada definitivamente a Imagem, numa cerimónia religiosa imponente, a qual contou com a presença da rainha D. Amélia, dos príncipes D. Luiz Filipe e D. Manuel, do Presidente do Conselho Dr. Hintze Ribeiro e mais entidades de relevo. A Praia da Cruz Quebrada foi palco do desembarque da imagem que seguiu em procissão até Carnaxide.

Actualmente, a imagem encontra-se exposta numa peanha, na zona do altar-mor do Santuário.A gruta que se encontra por debaixo do Santuário, está aberta ao público durante as festividades anuais, fazendo-se a entrada por uma modesta porta lateral que não deixa antever o seu interior, uma gruta do período terciário.

O Santuário da Rocha é um dos santuários marianos mais visitados da região de Lisboa e, todos anos, em Maio, organiza festejos comemorativos da aparição, onde ocorrem muitos devotos e visitantes.

(Texto e imagem recolhidos na Net)

M.A.
Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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