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10/02/12
AMIZADE ENTRE UM CÃO E UM GOLFINHO
Caros leitores:
De vez em quando gostamos de vos trazer aqui algumas histórias protagonizadas por animais. Hoje, de novo isso irá acontecer e penso que qualquer de vós se irá enternecer com as imagens que irá ver.
O vídeo começa por nos lembrar que uma das coisas que mais devemos estimar na vida é uma verdadeira amizade e o exemplo que aqui se mostra é a ilustração perfeita de que mesmo entre seres que, à partida, parecem nada ter em comum isso pode acontecer.
Mas, nada melhor que vos convidar a clicar aqui para usufruirdes de seis minutos de pleno carinho entre um cachorro e um golfinho. A música de Vangelis é, parece-nos, o complemento ideal para as imágens.
M.A.
09/12/11
QUANDO NÃO PUDERES CONTROLAR O VENTO, AJUSTA AS TUAS VELAS

A frase que dá o título ao post de hoje é uma sugestão que nos é dada, um convite a modificar e ajustar a nossa atitude perante realidades que nos ultrapassem e não esteja na nossa mão resolver. Encontrei-a num e-mail que recebi, onde é contado um episódio curioso que, eventualmente, terá acontecido no Parque Nacional de Yelowstone, nos Estados Unidos.
Se emprego a palavra “eventualmente” é porque, na pesquisa feita, não consegui encontrar nada que me garantisse a veracidade deste relato. A história é interessante, portanto resolvi fazer dela um post para o blog , deixando ao leitor o critério de a aceitar como verdadeira ou não.
Entretanto, se quiser saber mais sobre o famoso parque que neste apontamento é mencionado queira clicar aqui.
Entretanto, se quiser saber mais sobre o famoso parque que neste apontamento é mencionado queira clicar aqui.
Sobre a história de hoje, diz-se que, após ter lavrado um incêndio no parque mencionado, alguns guardas florestais foram percorrê-lo, a pé, no intuito de avaliarem os estragos sofridos. Durante o percurso, chegaram, às tantas a uma parte mais elevada, já de montanha, bastante menos arborizada.
Uma vez aí, algo despertou a sua atenção, perto do tronco de uma árvore queimada. Era um bloco em cinzas mas onde era ainda visível o formato de uma ave, animal ali apanhado pelas chamas. Um dos guardas, num gesto casual, bateu-lhe com a vara que levava na mão e, para espanto de todos, com o desfazer da cinza viram sair, a correr, debaixo daquelas asas calcinadas três filhotes minúsculos!
Presume-se que aquela Mãe Coragem, apercebendo-se do desastre iminente, terá reunido os filhos, conduzindo-os, por instinto, para a parte mais alta onde o fumo seria menos intenso e, portanto, menos tóxico. Depois, protegendo-os sob as suas asas, ali permaneceu firme, acabando mesmo por perder a vida.
Sem dúvida que ela, sozinha, teria podido voar para longe do perigo, mas o instinto maternal foi mais forte e, não abandonou as suas crias, conseguindo além disso, agir de forma a que lhe sobrevivessem.
No e-mail recebido, quem o escreveu acrescentou-lhe o Salmo 91:4 da Bíblia Sagrada – “Ele te cobre com as suas penas e debaixo das suas asas encontras refúgio.
Quem vier ler esta história irá reflectir sobre ela, consoante a sua sensibilidade e, se crente, também, como parece ser quem escreveu o e-mail, por caminhos bem mais longos poderá encaminhar ainda a sua reflexão.
Por mim, com este post, presto a minha homenagem a este ser irracional que se comportou com tanta abnegação. E fico a pensar que sublime lição esta, para todos nós, humanos…
M.A.
05/12/11
SABEDORIA CANINA

Um cão velho, com ar cansado andava pela rua e entrou no meu jardim. Pude ver pela coleira e pelo brilho do pêlo que estava bem alimentado e bem cuidado.
Aproximou-se de mim, calmamente e, porque lhe devo ter inspirado confiança, seguiu-me e entrou em minha casa. Passou pela sala, depois pelo corredor, deitou-se num cantinho e adormeceu.
Uma hora depois, foi para a porta e eu deixei-o sair.
No dia seguinte voltou. Fez-me uma festinha no jardim, entrou em minha casa e novamente dormiu cerca de uma hora no cantinho do corredor. Isto repetiu-se por várias semanas.
Curioso, coloquei um bilhete na coleira dele: “Gostaria de saber quem é o dono deste lindo e amável animal e perguntar se sabe que ele vem até cá a casa, todas as tardes, para dormir uma soneca.”
No dia seguinte ele chegou para a sua habitual soneca, com outro bilhete na coleira:
“Ele mora numa casa com seis crianças, duas das quais têm menos de três anos – provavelmente ele estará tentando descansar um pouco. Posso ir com ele amanhã???
Aproximou-se de mim, calmamente e, porque lhe devo ter inspirado confiança, seguiu-me e entrou em minha casa. Passou pela sala, depois pelo corredor, deitou-se num cantinho e adormeceu.
Uma hora depois, foi para a porta e eu deixei-o sair.
No dia seguinte voltou. Fez-me uma festinha no jardim, entrou em minha casa e novamente dormiu cerca de uma hora no cantinho do corredor. Isto repetiu-se por várias semanas.
Curioso, coloquei um bilhete na coleira dele: “Gostaria de saber quem é o dono deste lindo e amável animal e perguntar se sabe que ele vem até cá a casa, todas as tardes, para dormir uma soneca.”
No dia seguinte ele chegou para a sua habitual soneca, com outro bilhete na coleira:
“Ele mora numa casa com seis crianças, duas das quais têm menos de três anos – provavelmente ele estará tentando descansar um pouco. Posso ir com ele amanhã???
Nota da autora do post- Esta história chegou até mim por um e-mail e, por a ter achado uma delícia entendi partilhá-la com os nossos leitores. Espero ter trazido aos vossos rostos um sorriso.
M.A.
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