Como tudo começou

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10/05/10

IRRACIONAIS SIM, ESTÚPIDOS NÃO!



Caros leitores:
Aqui trazemos mais um vídeo sobre o comportamento dos animais. Demos o título acima porque achamos que se ajusta perfeitamente às imagens que aparecem.

Qualquer dos intervenientes demonstra que soube usar, com muita inteligência, os meios ao seu alcance para atingir o fim em vista. Ora digam lá que não?
M.A.

21/11/09

FÁBULA DO PORCO-ESPINHO


Diz-se, que durante a era glacial muitos animais morriam devido ao frio e, procuravam então, agrupar-se, a fim de se aquecerem mutuamente.
Também os porcos-espinhos assim fizeram mas, os picos que revestiam os seus corpos feriam aqueles que estavam próximos, justamente os que mais calor ofereciam. Isso fez com que se afastassem e, de novo, fossem morrendo gelados.
Havia pois que fazer uma escolha: Desapareceriam da terra ou teriam que aceitar os espinhos dos companheiros!



Prevaleceu o bom senso e decidiram conviver com as pequenas feridas que os companheiros próximos lhes podiam provocar, já que o mais importante era mesmo obter o calor de que precisavam. E, desta forma, se manteve a espécie dos simpáticos roedores até aos dias de hoje.
Moral da História:
O melhor relacionamento não é o que une pessoas perfeitas mas, aquele em que cada qual aprende a conviver com os defeitos do outro para poder também beneficiar das suas qualidades.

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Em Portugal e na Galiza há quem admita que o porco-espinho( Histrix cristata) e o ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus) são a mesma espécie, mas a comunidade científica faz clara diferença entre ambos.
Têm aspecto similar mas, o porco espinho, na Europa, apenas se encontra no sul da península italiana, pela Sicília e Nápoles e é um roedor; quanto ao segundo, bastante vulgar nas nossas zonas rurais, come insectos, caracóis, lesmas e vegetais e apenas se mostra durante a noite.
Outra diferença importante é o facto de apenas serem venenosos e soltarem-se facilmente os picos do porco-espinho.
E, já agora, aqui vai um episódio verídico relacionado com estes simpáticos bicharocos:
No quintal de casa dos meus pais é costume deixar-se à noite, num pequeno tabuleiro de alumínio, alguma comida para os gatos vadios. Ora, alguém lá da casa, ao ser alertada, uma noite destas, por um barulho estranho, tendo ido verificar o que seria, deparou-se com dois ouriços-cacheiros adultos e duas crias, dentro do dito recipiente, banqueteando-se com o granulado destinado aos bichanos. Por graça, quando me contava isto, comentou:
_Qualquer dia temos aqui no quintal ouriços-cacheiros a miarem!...

(Esta fábula e as fotos chegaram-me por e-mail)
M.A.

01/07/09

CÃES GUIAS DE CEGOS

Sabes como actuar perante um cão guia?
Vamos deixar que seja ele mesmo a explicar.

1- Olá!
Sou um cão guia e quero ensinar-te como deves actuar quando te encontrares comigo em companhia do meu dono cego.
2- Antes de mais deixa-me dizer-te que eu sou um cão de trabalho, não uma mascote. Quanto mais tu me ignorares melhor será para mim e para o meu dono.
3- O meu comportamento e a minha forma de estar são totalmente diferentes da dos outros cães. A minha dupla função de guia e de companheiro do meu dono cego deve ser respeitada.
4- Por favor não me toques, nem me acaricies quando eu estiver a trabalhar, ou seja, quando me vires com o meu arnês posto. Se o fizeres podes distrair-me e eu nunca posso falhar a minha função.
5- Repito: O mais adequado é ignorares-me. E não tenhas, de forma alguma, medo de mim! Nós, cães guias, somos muito bem adestrados e nunca seríamos capazes de te fazer mal sem motivo.
6- Mas ouve bem: Se trouxeres contigo outro cão, põe favor controla-o para evitar que possa acontecer qualquer acidente quando passar ao meu lado ou ao lado do meu dono cego.
7- Por favor não me ofereças guloseimas ou alimentos: O meu dono encarrega-se disso com todo o esmero! Estou bem alimentado e tenho um horário estabelecido para ir comer.
8- Quando te dirigires a uma pessoa cega acompanhada de um cão guia como eu, fala directamente para ele e não para mim.
9- Se um cego com um cão guia te pedir ajuda, aproxima-te dele pelo lado direito para que eu possa manter-me à esquerda.
10- Ele ordenar-me-á que te siga, ou então pedirá que lhe dês o teu cotovelo esquerdo. Nesse caso, ele dar-me-á uma espécie de senha para me dizer que eu estou, temporariamente, fora de serviço.
11- Se um cego com um cão guia te pedir que lhe indiques uma direcção, dá-lhe indicações claras sobre o sentido para o qual ele se deve voltar ou seguir para chegar ao lugar para onde se dirige.
12- Não corras nem agarres o braço de um cego com um cão guia, sem antes lhe falares. E, por favor, nunca toques no meu arnês! Só o meu dono, para o qual trabalho, o deve fazer.
13- Nós, cães guias, temos horas e lugares pré-determinados para esvasiar os nossos esfíncteres.
14- Eu, como cão guia, estou habituado e habilitado a viajar em qualquer meio de transporte, encostado aos pés do meu dono cego sem causar incómodo aos outros passageiros, seja dentro ou fora do país.

Dado o rigoroso treino que temos, nós, cães guias, estamos habituados e habilitados a aceder e permanecer junto aos nossos donos em qualquer tipo de estabelecimento, tanto de saúde, como em centros comerciais, restaurantes, supermercados, cafetarias, cinemas, teatros, centros de estudo ou de trabalho, etc., sem causar alteração ao normal funcionamento dos mesmos nem incómodos aos outros utentes ou funcionários.
Nos locais de trabalho, os donos de cães guias estão habilitados a exercer as suas funções connosco ao seu lado. De acordo com o treino que recebemos, nós nunca vagueamos pelos recintos por nossa conta e risco. Ficamos encostados aos pés do nosso dono cego.

Os cães guias têm o mesmo direito que os donos para gozar de livre acesso a todos os locais públicos.

Ajudas-me a divulgar isto tudo?
Obrigado Amigo!


M.A.

05/06/09

CONHEÇAM O LÓRIS

Afinal… a vida é bela e vocês, os humanos é que, sem juízo, continuam a complicá-la. Que poderemos imaginar de mais relaxante que uma massagem como esta, durante o intervalo de um «trabalho que estive a fazer» no meu PC?
Convido-os a conhecerem-me neste vídeo e, faço desde já uma aposta de que, despertei em todos, sem excepção, um sorriso. Sorriso esse que, desejo se prolongue em vós pelo resto do dia e, se possível, mesmo por todo o fim de semana…

Nome Comum: Lóris

Comprimento: 10 a 20 cm

Peso: 100 grs.

Filhotes: Um filhote por cria

Distribuição Geográfica: Índia tropical e na África, e particularmente em ilhas como o Bornéu, Madagascar e Sri Lanka (ex-Ceilão).


O Lóris descende de vários macacos primitivos. Só é encontrado na Índia tropical e na África, e particularmente em ilhas como o Bornéu, Madagascar e Sri Lanka (ex-Ceilão). Tanto o lóris-esbelto como o Lóris-preguiçoso são encontrados neste último país. As quatro pernas do Lóris-esbelto são do mesmo tamanho e muito compridas em relação ao corpo. O Lóris-preguiçoso vive numa zona mais fria e tem o pêlo mais espesso.


O Lóris é activo à noite. Seus olhos são muito grandes, bem maiores que os dos primatas do mesmo tamanho, que são activos de dia. A cria do Lóris passa o dia dependurada na mãe. De noite, fica num galho de árvore, escondida entre as folhas, enquanto a mãe sai à caça de insectos e outros animais pequenos. O Lóris caça com o olfacto mais do que com a visão.


Como consegue um animal aparentemente tão indefeso sobreviver? A sua verdadeira defesa são os hábitos nocturnos e os movimentos silenciosos. Além disso ele pode desaparecer, rapidamente, num emaranhado de galho e trepadeiras, onde os seus inimigos carnívoros não conseguem seguí-lo.
(Elementos recolhidos na Net)

M.A.


Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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