Como tudo começou

18/01/09

Pampilhos




INGREDIENTES:

500g de açúcar

500g de margarina

4 ovos inteiros

1,150kg de farinha

ovos moles e canela.

Confecção:

Mistura-se o açúcar com a margarina amolecida e os ovos. Junta-se a farinha e trabalha-se a massa energeticamente.

Tende-se a massa com o rolo enfarinhado. Corta-se em rectângulos de 16 por 12 cm com meio dedo de espessura. Recheia-se cada rectângulo de massa com ovos moles e polvilha-se de canela.

Enrolam-se os pampilhos, pincelam-se com gema de ovo e levam-se a cozer em forno quente.

Esta massa dá para 20 pampilhos


Não esquecemos a receita dos ovos moles, claro... aqui fica:

Ingredientes:

  • 150 grs. de açúcar
  • 5 gemas de ovos

Confecção:

Deite o açúcar num tacho com água suficiente.
Leve ao lume até atingir o ponto de pasta.
À parte, e com um garfo, bata ligeiramente as gemas e coe-as por um passador de rede.
Sobre elas, e aos poucos, vá deixando correr a calda.
Leve ao lume para engrossar até atingir a consistência de creme.


Os pampilhos são bolos tipicos do ribatejo cujo nome resulta de uma homenagem aos campinos que usualmente se fazem acompanhar de um pampilho (um pau comprido) para os auxiliar na condução do gado.

17/01/09

FALANDO SOBRE O AZEITE


Verde foi meu nascimento
E de luto me vesti.
Para dar a luz ao mundo
Mil tormentos padeci!

Quem, de entre nós não se lembra desta antiga adivinha?
De todos os lados estou mesmo a ouvir a resposta: _É a azeitona!...

Isto, serve de introdução para vos dizer que estivemos há dias numa povoação chamada Taveiro, na zona de Coimbra e, na procura de um sítio para almoçar, entramos num restaurante com um nome bastante curioso: “Dom Azeite”.
Deparamos com uma sala ampla, em dois planos ligados por escadas nos topos e um pé direito bastante alto com os barrotes à vista, junto ao tecto. Espalhados pela sala estavam grandes peças em ferro, impecavelmente conservadas, que poderíamos considerar, à primeira vista, desadequados num local de refeições. Porém, uma vez identificados, (até por associação com o nome do restaurante), procuramos logo na nossa mala a digital para as fotografar e poder assim mostrá-las aos leitores deste post.

Este edifício é então um dos antigos lagares de azeite, dos cerca de 20 que nos disseram terem existido nesta zona de excelência para o cultivo de oliveiras.
Transformado em restaurante, houve o bom senso e feliz ideia, do aproveitamento das suas antigas máquinas de transformação da azeitona serem usadas agora como elementos decorativos. Digamos que passaram a ser a memória viva de uma actividade que, como tantas outras, nestes moldes artesanais, deixou de ser rentável.

A azeitona começava por ser esmagada na chamada Galga, onde duas grandes mós de pedra giravam dentro de uma bacia de ferro fundido. Julgo que eram movimentadas por um burro, mas, por vezes, também a braço humano.
(Galga)

A pasta obtida, era espalhada em seiras ou capachos de palha que, sobrepostos nas prensas hidráulicas, iriam ser espremidos. Pela base de cada prensa escorria o azeite para as tinas ou pias escavadas em pedra ançã, que igualmente ainda ali se encontram. Hoje, estão até iluminadas no fundo para que as possamos ver melhor.
(Prensa hidráulica, vendo-se no cimo um dos capachos ou seira. Em baixo as pias onde caía o azeite)

Retiradas as seiras da prensa ainda se extraía da pasta residual da azeitona novo azeite, já de menor qualidade, misturando aquela com agua quente.
(Aqui se fazia a mistura da pasta de azeitona depois de prensada, com a água quente)

Disseram-me também que o processo final de separação do azeite e da água só era feito, após um certo tempo de decantação, para o azeite, como elemento mais leve que é, ficar no cimo da água. Desta vez era utilizada uma outra máquina denominada “Separadora”.
(Separadora.Atenção, que a abóbora que se vê no cimo não faz parte da máquina)

Lemos algures que são precisas 1300 a 2000 azeitonas para que se obtenham 250 mililitros de azeite! E, como bem se diz na adivinha , só depois de “padecerem os tais mil tormentos”…
Como é evidente esta é uma explicação muito resumida, feita a partir dos dados que alguém, julgo que proprietário do restaurante, amavelmente nos forneceu.
Quem por ali passar pode ter oportunidade de ficar a saber muito mais. O nosso intuito foi, sobretudo, salientar o facto de terem sido preservadas “estas relíquias” relacionadas com o fabrico do azeite, que já fazem parte da nossa história. Aos proprietários, aqui fica o nosso aplauso e agradecimento por aqui as terem guardadas, tão bonitas, para regalo dos nossos olhos.

(Fotos da autora do texto)
M.A.

16/01/09

A FELICIDADE EXIGE VALENTIA



“Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa
M.A.

14/01/09

FALANDO SOBRE O ALGODÃO

(Clique para ampliar)




Para quem não tenha reconhecido o que está na foto que abre o post diremos que se trata de um ramo da planta do algodoeiro.

Fotografei-a em casa de um amigo que visitei, o qual, por sua vez, o tinha recebido de presente, justamente do responsável pelas experiências da cultura algodoeira na Quinta Pedagógica da Câmara Municipal de Braga. É ele o Engº Agrónomo Edmundo Sousa, que muito embora, como diz num artigo que escreveu (e que acompanhou o ramo que ofereceu) não ser o nosso clima propício a uma cultura rentável desta planta, há dois anos que se vem dedicando a esta experiência, aventando até a hipótese de que, devido ao aquecimento global do Planeta, possa, esta cultura, talvez um dia, vir a tomar outro incremento nesta zona.

Pela segunda vez acontece que, pela persistência deste Engº, todos os visitantes que por alí passaram, tiveram oportunidade de observar o ciclo de vida desta planta, ou seja puderam ver a sua germinação, as suas cápsulas e, por fim a famosa matéria prima chamada “Rei Algodão”.

A mais antiga informação da fibra do algodão, na antiguidade, apareceu na Índia e no Peru, entre 2.500 a 4.00 anos A.C. em pequenos pedaços de tecido.
Geograficamente, a cultura do algodão foi originária da Índia, alastrando-se depois por vários pontos do mundo. Nos nossos dias, é no Sudão e Egipto que se encontra a maior e melhor produção deste produto, aos quais se juntou, também como produtor de algodão, recentemente a Austrália.

Soubemos que, no nosso país foi Avelar Brotero quem, no início do Sec. XIX, (na altura Director do Real Jardim Botânico da Ajuda),primeiro escreveu, na Gazeta de Lisboa sobre esta cultura. Em 1953, em 1962 e entre 1975/1983 , houve várias tentativas de cultivar o algodoeiro, mas que não tiveram grande prolongamento.

Então, em 1995 e até 1998, no Projecto Pediza I no qual este Engº Agrónomo participou, pelos largos anos de experiência que, neste tipo de cultura, já trazia de Moçambique, novas tentativas se fizeram, revelando as conclusões dos estudos finais que, o ciclo vegetativo da planta num ambiente considerado óptimo é, muito superior ao ciclo vegetativo das melhores condições no Alentejo. Mesmo assim, recentemente, ele dedicou-se a mais esta experiência no Minho.

Foi, portanto, como disse atrás, devido à persistência deste Engº Agrónomo na Quinta Pedagógica da Câmara Municipal de Braga e à visita casual, feita por mim, a um amigo de ambos que, agora, tive o gosto de vos trazer neste post, um poucochinho de tudo o que lí sobre a planta do algodoeiro. Fica também, a minha sugestão para, quem for para os lados de Braga, ir conhecer esta Quinta e, até, quem sabe, ouvir pela voz do próprio Engº Edmundo Sousa, bem melhor contada do que eu o fiz , esta e outras histórias relacionadas com as suas experiências ali efectuadas.
Não conheço este Senhor mas, pelo que o meu amigo contou a seu respeito fiquei a admirá-lo e, igualmente com a certeza de que se trata de alguém fora do comum… E, leitores, mais não digo por hoje.

(Elementos retirados do trabalho escrito"A Cultura do Algodão"do Engº. Edmundo de Sousa)
M.A.

Diz-se sobre a gestão:


Extraído da Revista Dirigir

13/01/09

Ferreira do Zêzere

E assim se torna uma rotunda num espaço atraente e cheio de cultura Portuguesa!







Bem sei que as imagens podiam estar melhor, mas foram as possíveis.

(fotos minhas)
FC

12/01/09

BORDA D'ÁGUA - 1929 - 2009


O BORDA D´ÁGUA é o almanaque mais antigo de que há memória; é um reportório útil a toda a gente contendo todos os dados astronómicos e religiosos e muitas indicações úteis de interesse geral.

É editado desde 1929 - Editorial Minerva - Tel. 213224950 - Fax 213224952 e-mail: bordadaguaminerva@gmail.com


O Borda d'Água é o almanaque português mais popular.

A tiragem do "Borda d'Água" tem ultrapassado, nos últimos anos, os 300 mil exemplares


Uma leitura sempre curiosa!

fc

11/01/09

VISITA A CINEMAS ANTIGOS DO PORTO


Na sequência daquilo que dissemos em 10 de Outubro de 2008, sobre cinemas antigos de Lisboa (clique aqui para recordar) retomamos o tema para falar de alguns, também antigos cinemas, da cidade do Porto. É que, como seria natural, na cidade nortenha, surgiram também salas de exibição desde os primórdios da indústria distribuidora e de exibição de filmes.








Logo na primeira década de novecentos surgiram o salão Pathé, aberto em 1907, o Au Rendez-vous d’Élite, na Foz 1907, o Salão-Jardim Passos Manuel, de 1908, o Jardim Trindade e alguns mais. Além destes, muitos outros surgiram para ficar na memória colectiva da cidade nortenha: o Olympia 1912 , com a sua fachada emblemática de ferro e vidro, o Júlio Dinis anos 40, o Vale Formoso, o Rivoli 1926, o Sá da Bandeira 1906 (antigo Teatro Príncipe Real), O S. João 1931, e o Coliseu 1941.



Julgo que o mais antigo foi o Salão High-Life de 1906. Este, veio a dar lugar, em 1947, ao Cinema Batalha, do Arq. Artur Andrade, e que, na opinião de José Manuel Fernandes, teria sido um “marco de modernidade e resistência cultural ao salazarismo, com o vasto e arrojado envidraçado curvo e os destruídos frescos de Júlio Pomar…” Aqui ficam algumas das antigas salas de cinema para recordar.
Nos anos 40 e 50 o cinema institui-se definitivamente como espectáculo, a um tempo urbano e popular por excelência. Erguem-se as maiores e melhores salas em edifícios de prestígio, luxuosos e cosmopolitas, a par de outras construções mais práticas e elementares, mas, nem por isso menos apelativas para os apreciadores das produções das “fábricas de sonhos”.

(Excerto e fotos (Olympia, Rivoli e Batalha) de artigo publicado na revista do Club do Coleccionador.
Fotos: Salão Jardim Passos Manuel, Jardim Trindade, Águia d’Ouro, Júlio Dinis, Coliseu e Sá da Bandeira, da Net
Ordem das fotos Salão Jardim Passos Manuel, Jardim da Trindade, Sá da Bandeira, Águia d'Ouro, Olympia, S.João, Júlio Dinis, Coliseu e Batalha
)
M.A.

09/01/09

Ana Oliveira 8 a 28/01/2009 - Exposição de Pintura

A nossa visitante Ana Oliveira, expõe na Galeria Brilho & Centelha.

Fica desde já o convite para a visita a esta exposição individual!

08/01/09

AS SETE COLINAS DE LISBOA


Cristóvão Rodrigues de Oliveira na sua estatística de 1551, descreve o recorte das colinas lisboetas, apontando quatro elevações dignas de destaque especial: São Vicente, Nossa Senhora do Monte, Nossa Senhora da Graça e Santo André.





Mais tarde Damião de Góis descreve cinco colinas com a designação de: Nossa Senhora do Monte, Castelo, Santana, São Roque e Santos. Assim ficaram até ao século XVIII, quando Frei Nicolau de Oliveira, no livro Grandezas de Lisboa, compara a capital portuguesa à cidade de Roma, mencionando pela primeira vez os sete “montes” [sic] hoje célebres: São Vicente, Santo André, Castelo (São Jorge), Sant'Ana, São Roque, Santa Catarina e Chagas (Nossa Senhora da Piedade das Chagas). Ligeira variante com Santo André a assimilar geograficamente a Graça e a Senhora do Monte de São Gens.

Escreve:” A cidade de Lisboa é a maior da Europa em grandeza, comércio e negócios; e, por conseguinte, a maior de todas as cidades do mundo; por causa da grande capacidade do seu rio”.

Isto,é o que nos conta Marina Tavares Dias na sua obra “Lisboa Desaparecida” e, como também nos mostra cada um dos oragos das sete colinas de Lisboa, achei interessante trazê-los, igualmente, ao conhecimento dos leitores. As imagens apresentam-se pela ordem do texto.
M.A

07/01/09

JÁ ALGUM DIA VIU UM ICEBERG COMPLETO?

(clique para ampliar)


Esta fotografia foi enviada pelo administrador de uma Plataforma Petrolífera da Global Marine Drilling, estacionada em St.Johns, Newfoundland.

Eles têm que mudar o rumo dos icebergs, puxando-os com rebocadorespara evitar que se choquem com as plataformas.

Neste caso particular, o mar estava calmo, a água cristalina e o sol quase directamente sobre o iceberg, assim um mergulhador pode tirar esta fotografia fantástica.

O peso estimado deste iceberg é de 300 milhões de toneladas.

Coisas como esta, fazem-nos perceber porque uma fotografia vale mais do que mil palavras ...

Não tanto pela imponência, mas principalmente pela sua beleza.

(Recebi isto num mail e decidi logo partilhá-lo convosco)
M.A.

Almeirim e a sopa pedra

Escultura em Almeirim

A lenda:
Diz a lenda que um belo dia um frade andava no peditório. Chegou à porta de um lavrador, não lhe quiseram aí dar esmola. O frade estava a cair com fome, e disse:
- Vou ver se faço um caldinho de pedra!
E pegou numa pedra do chão, sacudiu-lhe a terra e pôs-se a olhar para ela, para ver se era boa para fazer um caldo. A gente da casa pôs-se a rir do frade e daquela lembrança.
Perguntou o frade :
- Então nunca comeram caldo de pedra? Só lhes digo que é uma coisa boa.
Responderam-lhe :
- Sempre queremos ver isso!
Foi o que o frade quis ouvir. Depois de ter lavado a pedra, pediu :
- Se me emprestassem aí um pucarinho.
Deram-lhe uma panela de barro. Ele encheu-a de água e deitou-lhe a pedra dentro.
- Agora, se me deixassem estar a panelinha aí ao pé das brasas.
Deixaram. Assim que a panela começou a chiar, tornou ele :
- Com um bocadinho de unto, é que o caldo ficava um primor!
Foram-lhe buscar um pedaço de unto. Ferveu, ferveu, e a gente da casa pasmada pelo que via. Dizia o frade, provando o caldo :
- Está um bocadinho insosso. Bem precisava de uma pedrinha de sal.
Também lhe deram o sal. Temperou, provou e afirmou :
- Agora é que, com uns olhinhos de couve o caldo ficava que até os anjos o comeriam!
A dona da casa foi à horta e trouxe-lhe duas couves tenras.
O frade limpou-as e ripou-as com os dedos, deitando as folhas na panela.
Quando os olhos já estavam aferventados, disse o frade :
- Ai, um naquinho de chouriço é que lhe dava uma graça.
Trouxeram-lhe um pedaço de chouriço. Ele botou-o à panela e, enquanto se cozia, tirou do alforje pão e arranjou-se para comer com vagar. O caldo cheirava que era uma regalo. Comeu e lambeu o beiço. Depois de despejada a panela, ficou a pedra no fundo. A gente da casa, que estava com os olhos nele, perguntou:
- Ó senhor frade, então a pedra?
Respondeu o frade :
- A pedra lavo-a e levo-a comigo para outra vez.

A Receita:
Ingredientes
2,5 l de água
1 kg de feijão vermelho
1 orelha de porco
1 chouriço de carne
1 chouriço de sangue (morcela)
200g de toucinho
2 cebolas
2 dentes de alho
700g de batatas
1 molho de coentros
Sal, louro e pimenta a gosto

Preparação
Ponha o feijão a demolhar de um dia para o outro. De véspera, escalde e raspe a orelha de porco de modo a ficar bem limpa. No próprio dia, leve o feijão a cozer em água, juntamente com a orelha, os enchidos, o toucinho, as cebolas, os dentes de alho e o louro. Tempere de sal e pimenta. Junte mais água, se for necessário. Quando as carnes e os enchidos estiverem cozidos, tire-os do lume e corte-os em bocados. Junte, então, à panela as batatas, cortadas em cubinhos e os coentros bem picados.
Deixe ferver lentamente até a batata estar cozida. Tire a panela do lume e introduza as carnes previamente cortadas. No fundo da terrina onde vai servir a sopa coloque uma pedra bem lavada.

06/01/09

Hoje é dia da romã.. porque é Dia de Reis

Paul Cézanne - Melancia e romãs - óleo sobre tela

Diz a tradição que no Dia de Reis, se deve comer romã.
Símbolo de prosperidade, fecundidade e abundância, diz a lenda que se deve guardar na carteira 3 sementes deste fruto, durante todo o ano...

São várias as opiniões sobre esta tradição, como pode observar
aqui
ou
aqui

..."Há também a prática popular para no dia de Reis, de colocar na palma da mão esquerda três sementes de romã. Estas devem ser seguras, uma a uma, entre o polegar e o indicador direito, levadas entre os dentes e mordidas levemente.

Após morder, recita-se: Baltazar, traz meu dinheiro de volta; o mesmo deve ser feito com as duas sementes que restam, substituindo o nome Baltazar pelo dos reis Belchior e Gaspar.

As três sementes devem ser guardadas envoltas em papel, na carteira do dinheiro até ao ano seguinte, quando deverão ser plantadas no jardim ou num vaso.

Esta prática garantirá dinheiro farto durante todo o ano que se inicia."...

Verdade ou não, não sabemos, mas pelo sim pelo não, que não falte a romã em todos os lares!
fc



05/01/09

O frio que aí vem...

Claude Monet
Oleo sobre tela , 23 5/8 x 39 3/8"

Os portugueses vão tremer de frio esta semana com as temperaturas a baixarem para valores negativos nas regiões do interior e a aproximarem-se do zero no litoral, segundo as previsões do Instituto de Meteorologia (IM).
A noite passada já deu alguns sinais do que se espera para os próximos dias, com os termómetros a marcar menos de zero no interior e no nordeste transmontano, mas o pior ainda está para vir, adiantou o meteorologista Pedro Reis Vieira à Agência Lusa.
Em Lisboa, as temperaturas mínimas podem descer para -2 graus centígrados na quinta e na sexta-feira, de acordo com a previsão elaborada por modelos numéricos, e segundo as expectativas dos meteorologistas não devem ultrapassar quatro graus na quarta-feira.
Quanto às máximas, vão manter-se positivas face às previsões de céu pouco nublado ou limpo em todo o país, a partir da tarde de terça-feira.
Pedro Reis Vieira afirmou que as temperaturas vão estar abaixo da média desta época e salientou que o aviso amarelo (situação meteorológica de risco para algumas actividades) deve ser activado terça-feira para todo o país.
«Nalguns distritos pode vir a ser activado o aviso laranja, mas ainda é cedo para saber. São situações que vamos acompanhar no dia a dia», sublinhou.
Diário Digital / Lusa


Situação Meteorológica Adversa – Tempo frio

De acordo com as previsões do Instituto de Meteorologia, a situação nos próximos dias caracterizar-se-á por tempo frio e seco. Assim, espera-se:

•Descida das temperaturas, em especial da mínima;
•Vento fraco a moderado, soprando forte nas terras altas (aumentando, assim o desconforto térmico);
•Formação de gelo ou geada;
•Ausência de precipitação, excepto para o dia de hoje, durante o qual ainda se prevê alguma precipitação sob a forma de neve acima dos 900/1000m.

As temperaturas mínimas poderão provocar a sensação de um aumento do desconforto térmico nas populações, exigindo cuidados acrescidos para os grupos mais vulneráveis.

Face ao exposto, a ANPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de precaução com especial atenção:
Mantenha-se atento às informações da Meteorologia e às indicações da Protecção Civil transmitidas pelos órgãos de comunicação social.
Use várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que o façam transpirar.
O ar frio não é bom para a circulação sanguínea. Evite as actividades físicas intensas que obrigam o coração a um maior esforço.
Se suspeitar que você ou alguém que o rodeia está com hipotermia ligue imediatamente para o 112.
O consumo excessivo de electricidade pode sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia. Procure poupar energia, desligando os aparelhos eléctricos que não sejam necessários. Tenha à mão lanterna e pilhas, para o caso de faltar a luz.
· Aumento do número de acidentes de viação, devido à existência de piso escorregadio motivado pela eventual formação de gelo.
Recomendações com o aquecimento do lar:
Tenha cuidado com as lareiras. Em lugares fechados sem renovação de ar, a combustão pode originar a produção de monóxido de carbono, um gás letal.
A combustão liberta gases tóxicos – não se esqueça que a ventilação é muito importante;
Se utiliza aquecedores desligue a garrafa de gás quando tiver de a substituir;
Evite secar roupa no aquecedor;
Afaste o aquecedor de cortinados, tecidos ou mobílias;
Não se aproxime muito do aparelho;
Se utiliza lareiras, use um resguardo próprio para evitar que quaisquer faúlhas saltem para fora;
Tenha um anteparo fixo para impedir uma possível queda de pessoas para o seu interior, especialmente crianças ou idosos;
Nunca use petróleo, gasolina ou álcool para atear a lareira;
Mantenha a chaminé sempre limpa;Se ocorrer um incêndio na chaminé, chame imediatamente os bombeiros.

fc

04/01/09

Conheça : Serra - Tomar

Vista panorâmica para a albufeira de Castelo de Bode
Um presépio ali bem bem no centro



Um coreto no 1º andar - no r/c fica a fonte...

Saiba mais sobre este bonito lugar de Portugal aqui
Nota: Amplie as imagens e viaje...

fc

02/01/09

Hoje o dia.....

acordou assim.....
manteve-se assim...


e agora está assim...

fc

Jogos tradicionais - O Rei manda...


Com este mau tempo, com as crianças de férias e muitos pais por casa, há que arranjar formas de todos se divertirem de forma saudável e criativa.

Aqui fica um jogo, que pode ser feito dentro de casa, no patamar da escada, na garagem e que permite muitas possibilidades de brincadeira:

Antes de começar o jogo propriamente dito, aproveite e construa a coroa do rei, que pode ser feita a partir de uma revista, jornal, etc.
Ainda pode arranjar adornos para os restantes elementos.

Jogam seis ou mais crianças, num espaço que tenha parede ou muro, embora estes possam ser substituídos por um risco desenhando no chão.

O rei coloca-se de costas para a parede ou risco e as outras crianças colocam-se,
lado a lado, à sua frente, a uma distância superior a dez metros.

A função do rei é dar ordens que podem variar bastante. As outras crianças
cumprem essas ordens, tentando aproximar-se o mais possível da parede ou risco onde está o rei.

Quem conseguir chegar à parede ou aorisco em primeiro lugar, será o novo rei.

Obrigada pela partilha

fc

01/01/09

NOVO ANO - 2009



Meus amigos:


Para os que me estão agora a ver informo que sou “O Bébé 2009” e vim ao mundo há pouco, como decerto deram conta.
Não percebi lá muito bem o que me aconteceu. De repente escorreguei de um ambiente escuro, quente e fofo, para outro, onde a claridade era muita e onde se ouviam várias vozes. Estava eu ainda aturdido e a tentar perceber onde me encontrava, quando umas mãos que não conhecia me agarraram pelas pernas e , a seguir, nada tendo eu feito para o merecer, ( até porque não dissera ainda coisa alguma que os pudesse ter ofendido!) vá de me colocarem de cabeça para baixo e assentarem duas palmadas no rabo. É evidente que abri logo as goelas em protesto e, penso que será mesmo motivo para, mais tarde, informar disto o S.O.S.Criança!
Mas, passado este “Cabo das Tormentas”, que foi o meu nascimento, falarei da missão que trago comigo:

Ainda que os tempos não sejam muito favoráveis a pensamentos optimistas, desejo que a minha chegada, faça renascer, em cada um de vós, esperanças de que tudo vai melhorar. Melhor ainda, a vontade em cada um de vós de lutar para que essas mesmas esperanças se possam concretizar em pleno!


Que a vossa saúde, o vosso trabalho, os vossos sonhos, o vosso amor e amizades, possam vir a ter, especialmente, durante os doze meses próximos, sempre aquela classificação… “cinco estrelas!” Mencionei as principais, mas, peço-vos, acrescentem a estas todas as outras que vos sejam gratas também.
Quanto à minha fotografia, a primeira que me tiraram…embora ache um tanto estranha a ideia do fotógrafo em escolher este ângulo para a minha apresentação à sociedade, penso, que ele quis, sobretudo, tirar partido dos meus pés serem extremamente fotogénicos e não haver mesmo neles, quaisquer sinais de joanetes, nem de unhas encravadas!
Quem saiba ler o horóscopo nas linhas das mãos que, se tente, agora também, a fazer a leitura do traçado das linhas dos meus pés. Se tal acontecer, queira depois informar-me dos resultados, especialmente, se vir algum sinal de que estará reservado para cada um dos meus leitores um daqueles Euro Milhões bem gordinhos.
Não fiquem mal impressionados comigo, por não lhes mostrar desde já, um sorriso. Apanhado de surpresa, estou ainda um tanto estremunhado da longa soneca que fiz na barriga da minha mamã.
Por outro lado, quem acha que se pode mostrar boa cara com…os pés gelados? Vejam que, com o frio que vai estando, ainda ninguém se lembrou de me vestir ou, pelo menos, enfiar-me nos pés umas botinhas de lã, bem quentinhas? Distraídos, ou preocupados em fazer primeiro a foto, foi o que foi!...
Espero, dentro de algum tempo já saber sorrir, palrar e fazer mesmo aquelas outras gracinhas próprias de um Bebé Ano Novo que se preze! Contem que tenciono portar-me o melhor que for possível, crescendo, sempre atento, no acompanhando do dia a dia de todos vós!




(Foto retirada da net)
M.A.
Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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