Como tudo começou

11/02/08

A seda - como surgiu?

Existem muitas lendas em torno da seda, uma delas é de que foi descoberta, por acaso, por uma rainha chinesa. Quando tomava chá debaixo de uma amoreira, nos arredores do seu palácio, um casulo caiu dentro de sua chávena de chá fervente e soltou um fio.
Assim, estava descoberta a seda.
Na cultura chinesa, a imperatriz Hsi Ling Shi é venerada como deusa da seda. Ela teria inventado o tear utilizado na produção de seda.
No Império Romano, o tecido era muito apreciado valendo o seu peso em ouro.

A indústria da seda existe na china há mais de 5 mil anos e foi mantida em segredo durante muito tempo. Segundo a história, os ovos do bicho-da-seda foram levados para a Europa no inicio da era cristã, por dois monges. Através dos anos, os criadores (sericicultores) selecionaram as melhores espécies de bichos-da-seda.

Vá ficando atento às notícias da seda....
FC

10/02/08

“Leonardo Da Vinci” em Lisboa

Exposição sobre a vida e obra do artista e cientista, no Forte do Bom Sucesso“Leonardo Da Vinci – O Inventor” é o título da exposição que, a partir de 7/02, estará patente no Forte do Bom Sucesso, junto à Torre de Belém, em Lisboa. Até 25 de Maio

A exposição contempla diversas máquinas de tamanho real, feitas em madeira por artesãos italianos, que respeitam com exactidão os projectos de Da Vinci, tido como a perfeita expressão da época renascentista em que viveu. Todas as máquinas, entre as quais um ascensor de manivela, possuem um mecanismo que pode ser accionado para demonstração.

Considerado um dos maiores cérebros da história da Humanidade, Leonardo Da Vinci permanece inconfundível nos universos da arte e da ciência.

De: 08-02-2008 a 25-05-2008
Horários: 2ª a Dom, das 10 às 19h
Endereço: (junto à Torre de Belém), 1400 LISBOA
Concelho: Lisboa

MA

UM GRITO DE ALERTA - PELA CULTURA E COMPORTAMENTO DOS POVOS

CARTA ESCRITA POR UM SOBREVIVENTE EM 2070

Ano 2070.

Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.
Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água.
Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo-me de quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro de aproximadamente uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.
Quando eu era jovem todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras.
Agora, rapamos a cabeça para as manter limpas sem água.
Dantes o meu pai lavava o carro com a água que saía duma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma.
Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção.
Pensávamos que a água jamais acabaria.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou secos.
Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são s principais causas de morte.
A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam aos empregados com água potável em vez de salário.Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas.
A comida é 80% sintética.
Dantes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era de oito copos por dia, por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.
A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado, porque a rede de esgotos não funciona por falta de água.
A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de feridas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozono que os filtrava na atmosfera.
Com a secura da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigénio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos gâmetas de muitos indivíduos.
Como consequência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.
O governo até nos cobra pelo ar que respiramos:
137 m3 por dia por habitante adulto.
Quem não pode pagar é retirado das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar.
Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar. A idade média é de 35 anos.
Nalguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército.
A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida.
As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atómicas e pela poluição das indústria do século XX.
Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques.
Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse. O quanto nós éramos saudáveis!
Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos.
Agora os ossos filhos pagam um preço muito alto... Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo, porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto...
...enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!

De um Jovem de 50 anos com aparência de 85.

FR

09/02/08

Ainda o enterro do bacalhau.....

O "Juiz" e principal dinamizador do "enterro"
Cá vai o funeral! A vizinhança saiu à janela e à rua para ver a banda passar....


















O palhaço também fez questão de prestar homenagem.....
As viuvas choram o "seu" bacalhau
O "Prior" vai fazendo as suas "bençãos" ......

...e tocando nas horas vagas! O derradeiro momento - as viuvas choram.....a banda toca.... o "Juiz prepara o discurso....
No próximo ano haverá mais......

FC

08/02/08

eu ainda sou do tempo.......

.... em que esta fantástica máquina circulava pela Cruz Quebrada/Dafundo!


FC

07/02/08

CONVIDO A CONHECER:

ANTONIETA ROQUE GAMEIRO

A partir do próximo dia 9 de Fevereiro voltaremos a ter na Galeria Verney esculturas de Antonieta Roque Gameiro.

Para quem ainda não a conhece, esta artista nasceu em Minde em 1946 e licenciou-se em Filosofia. No entanto, portadora do apelido que tem, seria quase inevitável não se ter interessado igualmente pelas artes. Dificilmente encontramos uma família como esta, Roque Gameiro, que nos tenha dado tantos elementos onde a arte esteve e está presente. Assim aconteceu com Antonieta que, simultaneamente se dedicou ao desenho, pintura e escultura em terracota. É porém nesta última expressão artística que se fixa em 1976 e desenvolve a sua carreira

Em 1987 mostra já também peças em bronze.

O cunho que imprime nas suas obras é tal que, alguém que as veja uma vez logo identifica quaisquer outras.

As figuras de mulher que cria, traduzem emoções e sentimentos tão expressivos que, quase sempre, adivinhamos antecipadamente o título que a autora lhes deu.

E que dizer das ternurentas figuras de criança, senão que são uma delícia de olhar?

Não deixe pois passar a oportunidade de ir ver esta mostra, na Galeria Verney, até ao dia 16 de Março p.f., de 3.ª a Domingo (excepto feriados) entre as 10/13 horas e 14/18 horas.

Conjuntamente poderá ver também Pintura da artista russa Dinara Dindarova Pereira e Obra Literária da portuguesa Luísa Costa Gomes.

M.A.

06/02/08

FERNANDO PINTO DO AMARAL Prémio GOYA - CARLOS DO CARMO

Por gentileza do Autor recebemos hoje a letra do Fado que trouxe

para o nosso País o Prémio Goya. Aqui a deixamos para os nossos

leitores interessados.

M.A.

FADO DA SAUDADE (Versículo – Fado Menor)

Fernando Pinto do Amaral


Nasce o dia na cidade / que me encanta

na minha velha Lisboa / de outra vida

e com um nó de saudade / na garganta

escuto um fado que se entoa / à despedida


Foi nas tabernas de Alfama / em hora triste

que nasceu esta canção / o seu lamento

na memória dos que vão / tal como o vento

no olhar de quem se ama / e não desiste


Quando brilha a antiga chama / ou sentimento

oiço este mar que ressoa / enquanto canta

e da Bica à Madragoa / num momento

volta sempre esta ansiedade / da partida

Nasce o dia na cidade / que me encanta

na minha velha Lisboa / de outra vida


Quem vive só do passado / sem motivo

fica preso a um destino / que o invade

mas na alma deste fado / sempre vivo

cresce um canto cristalino / sem idade


É por isso que imagino / em liberdade

uma gaivota que voa / renascida

e já nada me magoa / ou desencanta

nas ruas desta cidade / amanhecida

Mas com um nó de saudade / na garganta

escuto um fado que se entoa / à despedida


Ana Camilo - Mais uma participação

Colectiva de Pintura - Centro Cultural Casapiano
"Em nome da criança"

Amanhã dia 7/02 será inaugurada uma exposição colectiva de pintura no Centro Cultural da Casa Pia, na Rua dos Jerónimos, nº7 em Lisboa.
Neste evento participam vários artistas sócios da AEA - Portugal.
A nossa associada Ana Camilo, apresentará 2 obras nesta exposição.
A exposição poderá ser visitada até ao dia 20/03.
FC

05/02/08

BANDA DA SIMECQ - ENTERRA BACALHAU 6/02 - 20.30h

A Banda da SIMECQ na quarta-feira de cinzas, dia 6/02/2008, vai fazer o “Enterro do Bacalhau”!
Prepare-se para o evento!
Aquele malandro do Bacalhau, que era casado, tinha uma amante e ainda uma prostituta!
O “Cortejo Fúnebre” sairá da SIMECQ pelas 20,30h , e é devidamente acompanhado por:
- 3 “viúvas” que choram a morte do seu amado
- “Padre” que respeitosamente vai benzendo casas, viaturas e gentes à sua passagem
- “Juiz” que irá proferir o discurso final.
Todas as figuras trajam a rigor!
Não perca esta actuação da nossa banda!
Divirta-se! Venha assistir a este espectáculo e “chore”!
Seja solidário com as viúvas
!
Participe!

Itinerário previsto:
R Policarpo Anjos, R Paulo Duque, R. Sacadura Cabral, R Bento Jesus Caraça, Cç Conde de Tomar, R Sacadura Cabral, regresso à SIMECQ, onde o bacalhau será queimado e proferido o discurso!


A História do “Enterro do Bacalhau”

A tradição do "Enterro do Bacalhau" parece remontar ao século XVI, durante o movimento contra-reforma. Sabe-se que o Concílio de Trento, conferindo á Igreja Católica o poder centralizado e o autoritarismo que possuía antes da Reforma de Lutero e Calvino, levou a que a nova Inquisição combatesse em força as chamadas heresias, independentemente da perseguição aos dos Evangelhos atrás citados. Esta Igreja que proibia o consumo total da carne durante a Quaresma, abria um precedente a todos aqueles que comprassem a bula. Este indulto só servia os mais abastados, que o podiam pagar, enquanto os desfavorecidos, a grande maioria afinal, teriam de se socorrer do peixe na sua alimentação durante as sete semanas da quaresma. O peixe mais acessível era o bacalhau. O povo revoltou-se contra esta determinação, mas teve de abdicar, não sem que antes criasse esta festividade pagã, como sentimento de revolta pela sua impotência.
O bacalhau implantou-se assim nos lares dos pobres, sendo o seu salvador. Cozinhado de mil maneiras diferentes, ele foi absoluto durante o período da Quaresma findo o qual o tribunal fantoche dos filhos o julgou e o condenou a morte, por inveja da sua popularidade. O advogado de acusação, o traidor "Filho da Maria Malvada", cujas origens eram de um mero filho do povo, fundamentou o seu ataque no facto de, durante o período de abstinência, só lhe ter calhado do malcheiroso, do escamudo, do mal curtido, do rabo e asa, etc.
Esta traição enraiveceu uma vez mais toda aquela gente simples que, durante o cortejo, pede a sua cabeça, para que se faça justiça ao bacalhau.
Seguidamente, o Judas é queimado e rebentado entre alaridos e gáudio da multidão.

FC

IGREJAS CAEIRO-“O HOMEM E A OBRA”



Com este título, será inaugurada no próximo dia 7, às 17,30 horas, no Palácio dos Aciprestes uma exposição sobre Francisco Igrejas Caeiro.

A Simecq quer destacar aqui este acontecimento tão importante, prestando-lhe assim a homenagem que merece.

A sua vida tem sido demasiado rica para que a possamos resumir em meia dúzia de linhas.

Passados são já 90 anos desde o seu nascimento em Castanheira do Ribatejo, durante os quais, este homem, se desdobrou em inúmeras actividades. Umas ligadas à Rádio e Televisão, outras ao Teatro, outras à Política, outras ainda à Solidariedade Social e talvez mesmo algumas mais que, de momento, não me ocorrem. Foi bastante diversificado o seu campo de acção. Em tudo o que conheço ficou a marca de um Homem Bom que, estou convencida, sempre terá dado o melhor que tinha de si próprio. Contudo, quero salientar, principalmente, o forte carácter de quem sempre amou a Liberdade e até por isso sofreu sérios dissabores. Não se desviou nunca dos seus princípios, nem, que eu saiba, foi pessoa de se colocar em “bicos de pés,” sobrepondo-se aos outros, uma atitude tão pouco comum nos tempos que correm, por exemplo! Li uma definição que um seu amigo ( António Valdemar) lhe fez e que acho muito curiosa:

_”Ele é um arquitecto de consensos”.

Gostei desta frase e, a minha interpretação dela, vai no sentido da tolerância que sempre incutiu também no seu discurso e relações com os outros.

Creio ser igualmente um homem feliz…Um homem em paz consigo próprio… Transparece isso no seu semblante calmo e risonho!... A seu lado, como companheira, Irene Velez terá contribuído também para essa felicidade.

Enfim, Igrejas Caeiro, pela obra que deixa feita e que continua ainda a fazer é um exemplo de vida, impar, para todos nós. Bem haja, pois, por tudo isso!

M.A.

04/02/08

MAIS UM PRÉMIO VINDO PARA PORTUGAL







Anualmente são atribuídos os “Prémios Goya” pela Academia Espanhola de Artes Cinematográficas, em Madrid a quem mais se distinguiu em vários sectores artísticos.

Este ano, o “Prémio Para A Melhor Canção Original” veio para o nosso País. Foi para o “FADO DA SAUDADE”, incluído na banda sonora do filme “FADOS”, de Sousa Saura. É na música do Fado Menor, tem letra do Poeta Fernando Pinto do Amaral e cantou-o Carlos do Carmo. A acompanhá-lo estiveram José Manuel Neto, na guitarra portuguesa e Carlos Manuel Proença, na viola.

Foi ontem, dia 3, no Palácio dos Congressos de Madrid, que este troféu , simbolizado por um busto de Francisco Goya, foi anunciado e entregue em mãos portuguesas. Congratulamo-nos por esta honra, felicitamos vivamente os Premiados e, quem mais, que com eles possa ter trabalhado, no sentido de demonstrar que podemos ser tão bons ou melhores, que quaisquer outros.

M.A.

03/02/08

História da Cruz Quebrada (1)


1944 - Ramal do Estádio Nacional

Abertura à exploração pública do troço de caminho de ferro entre a estação da Cruz Quebrada, na Linha de Cascais, e o Estádio Nacional.

Ainda se lembra desta fantástica estação?

Obrigada uma vez mais à CP pelo contributo histórico que dá às localidades Portuguesas.
FC

02/02/08

Actuação da Banda da SIMECQ

A NOSSA BANDA vai actuar no "Enterro do Bacalhau", na Cruz Quebrada.
Fique atento!
Prepare-se para um grande concerto, com muita animação!
Os músicos irão apresentar-se de uma forma muito misteriosa.......!!!!!
FC

01/02/08

Ouro Tradicional de Viana do Castelo - Para ver até 29 de Abril de 2008



"O Ouro Tradicional de Viana do Castelo. Da Pré-História à Actualidade

O Museu Nacional de Arqueologia (MNA) e a Câmara Municipal de Viana do Castelo (CMVC) apresentam as melhores peças de Ourivesaria de Viana do Castelo, com especial relevo para a filigrana. (...)
Realizada ao abrigo de um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Viana do Castelo e o Museu Nacional de Arqueologia, a exposição O OURO TRADICIONAL DE VIANA DO CASTELO apresenta um conjunto muito completo de peças, reunindo pela primeira vez num mesmo espaço exemplares arqueológicos, que remontam ao final do 2º milénio antes de Cristo, exemplares etnográficos (pertencentes estas às colecções do Museu de Arte Popular, em Lisboa) e obras actuais, pertencentes aos ourives vianenses, que assim homenageiam as raízes milenares da sua arte e são simultaneamente homenageados à escala nacional e internacional.

Para além das peças, serão ainda apresentados dois modelos em tamanho natural de personagens femininas das festas tradicionais vianenses, devidamente trajadas a rigor com as suas indumentárias e as suas jóias.
Completam a exposição alguns recursos interactivos digitais, que pretendem alcançar uma maior inclusão dos públicos, com intenções educativas e lúdicas."

informações retiradas do site do Museu Nacional Arqueologia

Imagens - Museu Ouro Viana do castelo

Localização e Horário do MNA

Praça do Império - Belém

Lisboa

3ª feira a Domingo: 10h00-18h00
Encerrado à 2ª feira

Mais informações e imagens sobre o ouro Vianense aqui

FC

30/01/08

Sabia que:


A freguesia de Cruz Quebrada - Dafundo pertence ao Concelho de Oeiras. Recortada pela Estrada Marginal, que liga Lisboa a Cascais, e pelo Tejo em pano de fundo, foi ao longo dos anos reunindo características que fizeram dela um bastião do desporto em toda a área Metropolitana de Lisboa.

Começando, desde logo, pelo Estádio Nacional, situado no Vale do rio Jamor. Foi inaugurado em 1944, apresentando uma vasta área verde dotada de diversas infra-estruturas para a prática desportiva, tudo saído da pena do arquitecto Miguel Simões Jacobetty Rosa: além estádio propriamente dito, votado às práticas de futebol e atletismo, possui também campos de ténis, uma piscina coberta olímpica, um campo para rubgy, uma carreira de tiro, circuitos de manutenção, uma pista para desportos na água e muita, muita sombra proporcionada pela generosa arborização do complexo.

A Faculdade de Motricidade Humana é um dos pólos de rejuvenescimento constante da população, fixa e flutuante, de Cruz Quebrada, acrescentando à componente desportiva uma outra, de carácter científico, que não era de todo estranha a estas paragens.

Isto porque já em 1898 o rei D. Carlos patrocinou a inauguração do Aquário Vasco da Gama, instituição cientifico-cultural única à época em Portugal. É constituído por quatro núcleos principais, ao longo dos quais aprendemos os segredos da vida marinha.

A Ponte da Cruz Quebrada (antiga Santa Catarina), mandada construir pelo frei Rodrigo de Deus em 1606, é um dos elementos patrimoniais de destaque na freguesia. A ela se juntam a quinta de S. João das Praias, na Rua Sacadura Cabral, que foi pertença do Marquês de Pombal, o Palácio de Santa Sofia, a Capela da Nossa Senhora da Boa Viagem e o parque de Santa Catarina, para além de uma série de quintas tradicionais, como a das Biscoteiras, a do Balteiro, a da Graça, a de S. Mateus e a de S. João do Rio.

O núcleo de pescadores ainda existente na praia do Dafundo/Cruz Quebrada traz à memória uma das actividades principais locais em tempos idos, hoje largamente ultrapassada pelo comércio e pelos serviços.

OEIRAS
Situada à beira-mar, na margem direita do estuário do Tejo, Oeiras foi ao longo dos séculos o local escolhido por muitas famílias nobres ou endinheiradas para estabelecer as suas residências de Verão. Destes edifícios, salientam-se o Palácio do Marquês de Pombal (séc. XVIII), ministro que muito contribuiu para o desenvolvimento de Oeiras e sua elevação à categoria de vila; a Real Quinta, em Caxias; e a Quinta dos Aciprestes, em Linda-a-Velha.

De referir ainda que no séc. XVII foram edificadas junto à costa uma série de fortificações que defendiam a barra do Tejo e, portanto, a entrada de Lisboa. De entre estas, destacam-se o Forte do Areeiro, o Forte das Maias, o Forte de Catalazete, o Forte de São Bruno em Paço de Arcos, e o mais característico, situado no meio do rio Tejo - o Forte do Bugio.

Povoada, no entanto, desde a Pré-história, a região preserva o castro de Leceia, na freguesia de Barcarena, constituído por estruturas habitacionais e defensivas típicas do Calcolítico; a gruta da Ponte da Laje, ocupada desde o Paleolítico até à Idade do Ferro, e a jazida do Ferro da Outurela, também da Idade do Ferro.

Actualmente a economia do concelho assenta nos sectores da hotelaria, comércio e serviços, dada a sua localização privilegiada junto ao mar e à forte densidade populacional. No séc. XIX, porém, o seu maior desenvolvimento ficou a dever-se à criação de infra-estruturas para a construção e expansão do caminho-de-ferro, de que restam a Fábrica de Papel e a Fundição de Oeiras, hoje palco de diversos eventos culturais.

Nas redondezas, vale a pena visitar o Museu do Automóvel Antigo, em Paço de Arcos, e o Aquário Vasco da Gama, no Dafundo.

Aos domingos, as Feiras de Velharias animam os jardins do concelho. No 1º domingo de cada mês realiza-se a de Santo Amaro de Oeiras, seguindo-se a de Paço dArcos e, no último domingo, a de Algés.

Informação retirada do site da CP

FC

28/01/08

Histórias de fim de semana

Há dias em que saímos para um pequeno passeio, e acabamos por encontrar “amigos” fantásticos. Senão reparem:
No jardim da Quinta da Alagoa em Carcavelos, local aprazível e muito bem cuidado, comecei por ver este “trepador”, acompanhado de muitos familiares (eles e elas).

Uns metros à frente, apanhei este “vaidoso” a ver-se ao “espelho”Prossegui a caminhada e vi lá bem ao longe outro amigo
Uma senhora que habitualmente os alimenta, ordenou que ele se virasse, o que ele fez de imediato
Entretanto o Xico de seu nome, continuava imponente cheio de cor e graciosidade.
A senhora disse-me que eu me podia chegar bem pertinho dele, porque se tratava de um “vaidoso” e “fotogénico” pavão.
Assim o fiz, e vejam o resultado:Por tudo isto vou deixar aqui uma mensagem ao”Xico”


Amigo Xico gostei de te conhecer a ti e aos teus colegas todos.
Prometo ir visitar-te mais vezes, até porque moras num sítio muito bem arranjado,asseado e limpo, com espaços onde as crianças podem correr, andar de bicicleta, de patins, de skate, jogar à bola, brincar no parque infantil, etc. etc..
O segurança vai sempre dando um olhinho pelo que se passa ao seu redor.
Os avós têm muitos banquinhos onde se sentar e até há um parque de merendas, com mesas e bancos. Vem aí a primavera e podes muito bem lanchar por lá.
Ah também há sanitários.
Achei muito interessante o crocodilo que está dentro do lago dos patos. Parece mesmo “à séria”, embora não consiga assustar as dezenas de patos de todas as cores que por lá navegam……
Aqueles “riachos” e quedas de água ficam ali muito bem.
Até um dia destes, e se os meus amigos que vão ler esta história te forem visitar, não te esqueças de “dar nas vistas” que parece ser o teu forte.
Vou recomendar que todos levem máquina fotográfica, porque sei que adoras essas coisas.

Imagens e comentários de FC


História do jardim e horário aqui


24/01/08

Porque ler é bom,

NO CORAÇÃO DO BRASIL
Inês Pedrosa


"Um diário de viagem pelo Brasil do Padre António Vieira escrito por Inês Pedrosa e ilustrado por João Queiroz.

Este livro parte de uma viagem que a escritora fez, em 2005, a convite do Dr. Guilherme d'Oliveira Martins, presidente da direcção do Centro Nacional de Cultura: “ao encontro do Padre António Vieira”.

Desta forma, homenageia-se a memória do Imperador da língua portuguesa, o Padre António Vieira, nos lugares por que passou, deixando os seus ensinamentos e defendendo a dignidade de todas as pessoas, fossem elas índias, de cor negra, parda ou branca.

Salvador, Recife, Olinda, São Luís do Maranhão e Belém do Pará foram os pontos altos dessa passagem.

Um texto para descobrir e viajar pelo Brasil de Vieira no momento em que estamos prestes a comemorar os 400 anos do seu nascimento, a 6 de Fevereiro de 1608."

Editora - Dom Quixote
FC

18/01/08

CONVIDO A CONHECER

O CENTRO DE CIÊNCIA VIVA EM CONSTÂNCIA:

São já vários, no nosso País os Centros de Ciência Viva, onde, de um modo mais

directo, podemos aprender ou mesmo só relembrar alguns conhecimentos na área científica. Desta vez venho falar-vos deste, onde estive recentemente, e que está especialmente vocacionado para as actividades relacionadas com a astronomia.


Chegados a Constância, numa bonita manhã ensolarada, subimos ao alto de Santa Bárbara, deparando logo, num raio de 360 graus, com uma paisagem deslumbrante. Depois, demos conta de alguns edifícios e, também, de um amplo espaço rectangular onde se espalhavam diversas infra-estruturas e equipamentos que, horas depois, nos permitiram viajar pelo Universo sem, afinal, termos que tirar os pés do solo.




Temos aqui uma representação do Sistema Solar, um Globo Terrestre, uma Esfera Celeste, uma simulação da nossa Galáxia, (a Via Láctea), um Relógio Analemático e os chamados Carroceis do Sol-Terra-Lua, mais além o de Júpiter e a seguir o de Saturno. Todos estes equipamentos têm mecanismo adequado, o que nos permite mais facilmente visualizar as explicações teóricas que nos vai dando quem conduz a visita. Para além disto existe ainda um Observatório Solar de Heliofísica, um Observatório Astronómico, um Planetário e estão neste momento a ser montados mais uns tantos Telescópios para uso futuro dos visitantes. Vou abster-me de entrar em pormenores sobre cada uma destas estruturas pois não o faria capazmente. Será privilégio de quem me lê usufruir do mesmo prazer que experimentei quando ali se deslocar também.

Terminada esta parte da visita fomos encaminhados para uma zona onde já nos tínhamos apercebido haver uma outra construção metálica. Esta, é uma escultura, criação de um artista da região, José Coelho, a que ele chamou “A MÀQUINA DO MUNDO”.


Quem nos acompanhava e, cujo nome mencionarei no final deste apontamento, começou por explicar que se tratava da representação do conceito geocêntrico do Universo, inspirada na descrição que a deusa Tétis fez a Vasco da Gama, no regresso da sua viagem à Índia e que podemos ler no Canto X de “OS LUSÍADAS”.

Faço aqui uma pausa para lembrar o que nos contou Camões. A frota desembarcou na Ilha dos Amores, onde os marinheiros foram calorosamente recebidos pelas ninfas e foi a própria deusa Tétis quem acolheu o Vasco da Gama. Depois de um lauto banquete ela levou o seu ilustre convidado até ao cimo de um monte onde lhe mostrou a miniatura do Universo e lhe apontou as terras que, futuramente os portugueses conquistariam, em especial nas Costas de África, Ásia e América.

Voltando à escultura, vemos aí o globo terrestre colocado no topo de 7 degraus circulares, concêntricos, rodeados por um círculo dividido em 12 partes. Segundo a concepção ptolomaica cada um desses degraus será um dos 7 céus que giravam em redor da terra que estava imóvel e, cada um deles, era habitado por um astro diferente, Lua, Mercúrio, Vénus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno. Para lá destes sete céus encontrava-se o firmamento, o céu das estrelas fixas, das constelações. Na escultura está numerado de 1 a 12 numa alusão às 12 constelações do Zodíaco. De realçar que Camões descreve também esta disposição geocêntrica do Universo de uma forma perfeita e rigorosa na Estrofe LXXXIX do Canto X. Junto à escultura vemos também, numa placa de cobre, a transcrição da Estrofe LXXX, do mesmo Canto, que faz a apresentação da “Máquina do Mundo”:

Vês aqui a grande máquina do Mundo,
Etérea e elemental, que fabricada
Assim foi do Saber, alto e profundo,
Que é sem princípio e meta limitada.
Quem cerca em derredor este rotundo
Globo e sua superfície, tão limada,
É Deus: mas o que é Deus, ninguém o entende,
Que a tanto o engenho humano não se estende.”


Entre outras coisas, a exploração do sentido desta escultura pode servir para realçar a ideia de que o conceito de Universo se altera ao longo dos tempos, conforme o horizonte dos nossos conhecimentos se vai alargando e, ainda, mostrar que em ciência as teorias nunca são eternas.

Agradeço à Exmª. Srª. Drª. Ana Maria Dias a gentileza do envio desta descrição da escultura “Máquina do Mundo” que procurei transcrever, tanto quanto possível, com as suas próprias palavras. . Foi ela quem nos acompanhou na visita e, como não era fácil fixar tudo, solicitei-lhe depois que repetisse, num e-mail, a dita descrição para eu poder, então, transmiti-la a quem teve a paciência de ler este meu apontamento.

M.A.

17/01/08

VAN GOGH

"[Encontrado caderno com desenhos de Van Gogh (SOL)]


Em Atenas
Encontrado caderno com desenhos de Van Gogh
Um caderno de 60 folhas com desenhos presumivelmente da autoria de Vincent van Gogh foi encontrado em Atenas, na casa de um antigo membro da resistência grega aos nazis, noticia hoje o El Pais

A confirmar-se a autoria, os peritos admitem que em leilão possam ser pedidos pela peça quatro milhões de euros.

Em vida, o pintor holandês não vendeu um só dos mais de 900 quadros que pintou, a par de 1600 desenhos.

As suas dificuldades económicas eram tantas que, em determinadas ocasiões, nem dinheiro tinha para comprar papel.

Segundo Doreta Peppa, a filha do combatente grego da Segunda Guerra Mundial que encontrou o caderno, o trajecto por este seguido até chegar a Atenas está cheio de incidentes.

O pai de Doreta deixou escrito que tomou posse do caderno na sequência do ataque a um comboio que transportava soldados alemães, já na parte final da ocupação da Grécia.

Dois carimbos na capa do caderno são reveladores: o primeiro é da Real Academia de Arte de Bruxelas, onde Van Gogh esteve em 1880, e o segundo é das autoridades nazis.

«A quem não comoveria esta descoberta? - disse Doreta na apresentação pública da peça - É a própria alma de Van Gogh. Parece que se tratava de uma oferta. Não há outro igual no mundo».

Nas folhas que fotocopiou para as poder mostrar com tranquilidade podem ver-se estudos de cabeças de camponeses, no caso das mulheres com as suas características toucas.

Os seus rostos são semelhantes aos que Van Gogh depois pintou em quadros como Família comendo batatas, de 1885, verdadeiro estudo sociológico da pobreza de uma Holanda rural totalmente dependente do tubérculo.

De um outro quadro, o Père Tanguy, um comerciante de pinturas executado dois anos depois, também aparecem diversos traços no caderno."

Lusa / SOL

FC

15/01/08

"REMADE IN PORTUGAL"

"Exposição «Remade in Portugal» patente no Colombo até dia 20
O centro comercial Colombo, em Lisboa, tem patente, desde quinta-feira, a exposição «Remade in Portugal», com criações de decoração e diversos produtos feitos com material reciclado.

O evento de design ecológico apresenta trabalhos de 15 arquitectos, designers e estilistas nacionais e estará patente até ao próximo dia 20 de Janeiro, com o objectivo de mostrar aos consumidores que se podem produzir produtos de alta qualidade com materiais reutilizados.

Na grande superfície comercial está presente um centro de mesa, realizado com vidro reciclado, de Álvaro Siza, além de um candeeiro de mesa feito a partir de embalagens de cartão de lâmpadas, de Filipe Alarcão, ou um casaco criado com fibra reciclada e reutilizada de peças de vestuário, do estilista Nuno Gama.

Para além destas peças, podem ainda ser observadas obras de Adalberto Dias, Alda Tomás, Eduardo Souto Moura, Francisco Providência, João Luís Carrilho de Graça, José Manuel Carvalho Araújo, Luís Buchinho, Manuel Aires Mateus, Manuel Graça Dias, Egas José Vieira, entre outros.

Depois de passar pelo Colombo, o maior centro comercial do país com mais de 410 lojas, a «Remade in Portugal» vai estar no GuimarãeShopping, de 24 de Janeiro a 3 de Fevereiro, no CoimbraShopping, de 6 a 17 de Fevereiro, e AlgarveShopping, de 21 de Fevereiro a 2 de Março."

in Diário Digital

FC

04/01/08

Há tempo para a cultura?

A vida é longa...

Para mim um ano é vertical, um tanto semelhante a uma página de BD. Andamos pelo tempo, mês a mês como em vinhetas, consumindo-o umas vezes devagar e contemplativamente, outras num berro de susto, rápido e inconscientemente. Seja nesta imagem ou noutra que tenhamos do tempo, a missão humana tratar-se-à sempre de dar o melhor de nós no pouco ou muito que nos couber. E que melhor forma de o fazer além da partilha de experiências colectiva? Qual o criador, por mais ególatra, capaz de isolar-se de tal forma que o resultado do seu trabalho seja apenas por si experienciado? Qual o dinamizador cultural capaz de pensar que sem os primeiros algo de edificador se passará no seu palco estéril?

No palco da criatividade e energia de cada um de nós há um pavimento essencial, a ética, sobre a qual se construirão certamente boas obras. Uma das componentes essenciais de uma atitude ética responsável é a capacidade de síntese, ou seja, a de encontrarmos uns e outros - criadores/dinamizadores - na nossa infindável lista de desejos e ideias, os pontos coincidentes com os restantes parceiros. Outra componente é a objectividade, o mesmo que dizer: falar o mínimo possível sobre a ideia e trabalhar o máximo sobre ela.

Trabalhar em grupo

Estando assente a minha teoria do ponto de vista individual, passemos ao plano do colectivo. Aqui cumpre criar condições de descentralização tais que não precisemos de pessoas, mas sim do seu trabalho que pode ser partilhado uma vez que sejam definidas tarefas essenciais. Estas tarefas terão de se conter necessariamente num plano operacional com prazo determinado, findo o qual se tiram conclusões e se procedem a afinações. Acontece porém, em diversas organizações, talvez na maioria, desde empresas a instituições, o surgimento da síndrome da "figura pública" capaz de abalar qualquer estrutura directiva. Se a isto somarmos os factores agressividade e desconfiança (dos quais padecemos todos sem excepção), temos um caldo intragável e implosivo: o projecto como que se abate sobre si próprio atraindo na sua esfera todos quantos, por menos avisados, se deixem arrastar.

A essência do departamento não deve ser vista como um mecanismo hierárquico subalternizador, mas sim como um vector de expansão e de criação de valor para a organização. O departamento deve ser estável mas não estanque, mas nunca permeável de tal forma que o seu responsável se veja manietado entre a equipa de trabalho e seus "superiores". O departamento deve ter orçamento, ferramentas, objectivos e avaliação no final do prazo do seu plano.

O que nos sobra?

Entre o rol de responsabilidades e tarefas profissionais e domésticas, pouco é o tempo que nos sobra para o lazer ou para o trabalho social voluntário. Quando o temos este deve ser vivido em ambiente de plena serenidade e amizade: conto já no meu "CV" nesta área com duas experiências indeléveis, a passagem pela Comunidade Vida e Paz (nas equipas de rua de apoio aos sem-abrigo), onde fundamentei a minha convicção de que não existem classes sociais, mas sim circunstâncias sociais, e onde vivi momentos de grande revolta interior pelo abismo humano entre o comum de nós e a parcela dos excluídos, bem como momentos de partilha intensa com esse mundo e com os meus colegas; e contemporaneamente com o trabalho na SIMECQ, sempre ligado à vertente cultural, assistindo a três executivos tão diferentes como são os indivíduos(em dois deles integrei a lista directiva). Conheci boas pessoas de extraordinário carácter mas também personagens curiosas de trato difícil e de convívio... impossível. O que nos sobra quando o tempo nos falta? A memória. E nesta gosto de guardar coisas boas, que são as que levo agora à saída de um projecto que deixo a meio, por amor à estética e por limitações de... tempo.

Um abraço
Miguel
(ex-vice-presidente da Cultura)
Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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