18/08/08
Baby Jane - CD à vista!!!!!!!!!
"Queridos amigos,
vimos dar-vos a conhecer o recente videoclip do single homónimo do EP "História de Um Vinho Azedo".
O desejado EP "História de Um Vinho Azedo" está, agora sim - uma vez concluídos os trabalhos de produção de brochura, videoclip e faixa interactiva que acompanharão o CD -, prestes a ser reproduzido em fábrica. Para fãs e curiosos, os Baby Jane decidiram publicar, no blogue e na página MySpace da banda, o videoclip do single "História de Um Vinho Azedo" como preview, para aguçar o apetite... A produção e a realização são do realizador e videasta português Tiago Pereira.
Mais informação na página MySpace dos Baby Jane: http://www.myspace.com/babyjanelisbon"
Parabéns Baby Jane por mais este trabalho.
fc
17/08/08
CÓDIGO DA LIBERDADE

SOU LIVRE quando amo o que faço e quando faço só o que amo.
SOU LIVRE quando após ter amado as coisas e os homens, eles ficam mais livres e eu menos escravo.
SOU LIVRE quando aceito a liberdade dos outros.
SOU LIVRE quando a minha liberdade vale mais que o dinheiro.
SOU LIVRE quando consigo descobrir a parcela de bondade que existe em cada ser criado.
SOU LIVRE quando não acredito no impossível.
SOU LIVRE se a minha única lei é o AMOR.
SOU LIVRE quando me sei dar a todos sem exigir possuí-los.
SOU LIVRE sempre que defendo com convicção e risco a liberdade dos outros
SOU LIVRE quando, sendo rico, continuo a preferir a minha liberdade, ao dinheiro dos outros.
SOU LIVRE quando creio que Deus é maior que o meu pecado.
SOU LIVRE quando sinto vergonha da escravidão do meu próximo.
SOU LIVRE se apenas a verdade me pode fazer mudar de rumo.
SOU LIVRE enquanto houver no mundo uma pessoa que me ame.
SOU LIVRE quando sou esbofeteado por defender que a liberdade é Deus e que Deus condena quem calca ou abusa da liberdade, mesmo que seja só de um homem.
SOU LIVRE enquanto não me resignar a não o ser.
SOU LIVRE se gosto de SER LIVRE.
Adaptação do Livro “O Deus em quem não creio” de Juan Arias.
M.A.
16/08/08
SAUDADE... de quem parte, ou de quem fica????
Poderá ainda visitar:
Exposição de Artistas plásticos portugueses radicados no estrangeiro.Local: Edifício Távora (Praça da Liberdade
Viana do Castelo
Org.: Museu da Presidência da República
15/08/08
COLECCIONAR BORBOLETAS DECORATIVAS

A borboleta adquiriu ao longo dos tempos diversos significados simbólicos no seio de muitas culturas. É o caso da japonesa em que a graça e a ligeireza do esvoaçar são emblemas da mulher, ou da cultura azteca na qual a borboleta é símbolo da alma ou do sopro vital, pois, do mesmo modo que esta abandona a crisálida para voar, também o nosso espírito se liberta do corpo para ganhar o espaço infinito. Já para os mexicanos, a chegada das borboletas, que ocorre geralmente por volta do Dia dos Mortos, representa a visita do espírito dos antepassados.
Para muitos, o voo da borboleta representa, acima de tudo a vontade de romper o “casulo”, sentir o calor da liberdade e encarar aquilo que o destino nos reserva no espaço de tempo que nos é devido. Talvez essa seja a razão para tamanho encantamento que Patrícia Jerónimo revela ter por este insecto pintalgado de muitas cores.

Aos poucos e, quase sem querer, vai fazendo do seu quarto o que podemos apelidar de borboletário. Começou por adquirir borboletas de vários materiais como tecido, papel, madeira ou adornadas com brilhantes. Depois um ou outro artigo decorativo, porta retratos, almofadas, velas, mas também ganchos de cabelo ou pregadeiras – todos têm no borboletar o elemento comum. Os amigos e familiares descobriram-lhe a paixão e são eles os verdadeiros impulsionadores daquilo que se viria a transformar numa colecção.

Com um encolher de ombros afirma que já nem precisa de se esforçar na sua ampliação. As borboletas vêm parar-lhe às mãos em embrulhos alegres e vivos, mas que não chegam para encandear o brilho esvoaçante que se solta pelas prateleiras, pelo tecto, ou que vai pousar no candeeiro, talvez em busca da luz. Para Patrícia é como se a sua colecção lhe passasse uma mensagem diária: “ Vá lá, rebenta o teu casulo e revela a força das tuas asas ao dia que agora amanhece”. Uma colecção que a alegra, que lhe enche o quarto de cor – a cor da amizade que as suas borboletas lhe trazem à memória, lembrando o rosto de quantos lhe oferecem um breve bater de asas.
(Excerto de um artigo da Revista do Club do Coleccionador)
M.A.
14/08/08
O Linho ( 1 )

Não se conhece a data e o local em que o homem utilizou pela primeira vez as fibras flexíveis do linho para confeccionar tecido, nem quando a planta começou a ser cultivada. Desde 2500 anos a.C. o linho era cultivado no Egito, e o Livro de Moisés refere-se à perda de uma colheita de linho como uma “praga” ou desgraça, tal a sua importância na vida das populações. O linho vem também mencionado no Antigo Testamento. As cortinas e o Véu do Tabernáculo e as Vestes de Arão como oficiante eram em “linho fino retorcido”. A túnica de Cristo era de linho sem costuras.
A planta aparece, posteriormente, em certas regiões da Grécia Continental – onde o linho foi igualmente um dos mais importantes têxteis. No território que viria a ser Portugal, o cultivo do linho e a sua utilização têxtil provêm dos tempos pré-históricos. Em certas jazidas da província de Almeria que remontam a 2500 a.C. , encontraram cápsulas de linhaça, e numa “sepultura”, situada numa propriedade particular junto das Caldas de Monchique, no Algarve(Portugal), considerada da 1ª fase do bronze mediterrâneo peninsular, recolheu-se um pequeno farrapo de linho (2500 a.C.). Estes fatos não só provam que o linho era já então cultivado e utilizado, mas indicam, pela perfeição do seu fabrico, um longo desenvolvimento anterior.
fc
13/08/08
RIBEIRA DO PORTO
12/08/08
O PRIMEIRO SELO DE CORTIÇA, DO MUNDO
Quem diz cortiça, diz Portugal, líder mundial na produção, transformação e investigação da casca do sobreiro. O selo, por sua vez, é uma expressão gráfica dos bens patrimoniais do país, consequentemente, é com toda a propriedade que os correios lançaram a primeira peça filatélica de cortiça.
A emissão de um selo de cortiça poderá parecer uma ideia um tanto ou quanto extravagante e pouco viável. Mas, quando se vê o produto final fica-se surpreendido com a “normalidade” deste selo original. O que só vem comprovar as qualidades desta matéria natural, reciclável e biodegradável que se obtém do Quercus suber L.. De facto, a sua “pele”, por baixo de uma “epiderme” de aspecto lenhoso e rude, proporciona um produto que, como o papel, é agradável ao tacto, leve e pode ser mais ou menos espesso. Além disso é compressível, elástico, impermeável, e líquidos e a gases, excelente isolante térmico, acústico, não vibrátil e resistente ao atrito. Com estas especificidades, a cortiça serve para múltiplas funções, que vão desde a construção civil à indústria aeronáutica e espacial.
Porém, o produto que vem logo à memória e que está universalmente divulgado é a rolha de cortiça. Quase se pode dizer que sem ela nunca conheceríamos os produtos vinícolas tal como eles são hoje. Como deixar envelhecer um vinho sem um artefacto tão vedante e barato como a rolha de cortiça? Foi precisamente a produção de vinho do Porto, nos socalcos do Douro que levou à instalação no distrito de Aveiro da indústria de transformação e comercialização da casca do sobreiro alentejano, onde o montado de sobro faz parte da identidade da região a sul do Tejo.
Anotem pois esta novidade filatélica, a emissão do primeiro selo de cortiça do mundo.
(Revista do Club do Coleccionador)
M.A.
11/08/08
10/08/08
Museu de Carros de Cavalos da Quinta da Bouça


Tudo começou com a oferta de uma charrete, dada ao médico Lopo de Carvalho por um seu avô; ele apaixonou-se por charretes, coches e demais utensílios ligados aos antecessores do automóvel e não mais parou de os coleccionar até à sua morte, ocorrida há poucos anos.
Agora, a viúva, que ficou com o espólio, decidiu dá-lo a conhecer aos visitantes, abrindo um museu dos coches em pleno Minho, com o nome de Museu de Carros de Cavalos da Quinta da Bouça.
Nele podem encontrar-se cerca de cinco dezenas de viaturas, a maioria do século XIX, que vão desde carros de passeio a charretes familiares, passando por veículos de caça e de transporte público.
No museu, sito em Santa Leocádia de Geraz do Lima, Viana do Castelo, estas preciosidades podem ser observadas aos sábados e domingos entre as 15h00 e as 19h00, bem como um interminável número de acessórios, que vão desde selins a arreios.
Quinta da Bouça - Santa Leocádia de Geraz do Lima
Telef: 258 731 162 / 967 315 308
Horário: Sábado e Domingo- 15h-19h
Visitas por grupos com marcação prévia
09/08/08
HOJE TEMOS UM PASSATEMPO
Hoje trago aos leitores um passatempo curioso que demonstra que o vosso cérebro consegue ler facilmente estas linhas em que as letras se misturam com números. Iniciem a leitura e instintivamente verão que há uma adaptação que permite, de imediato perceber todo o texto.
Mesmo de uma brincadeira se tratando, o texto não deixa de conter determinada filosofia de vida
Se acaso algum de vós sentir dificuldade, no final encontrará as letras que correspondem aos algarismos. Divirtam-se!
(A 4; B 8; E 3; I 1; S 5; T 7; Z 2.)
M.A.
08/08/08
Picheleiro
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Picheleiro"´
fc
07/08/08
MIGUEL ARROBAS - BAPTISTA PEREIRA


Baptista Pereira foi o primeiro e único português a conseguir atravessar a nado o Canal da Mancha. O histórico nadador de Alhandra alcançou o feito no dia 21 de Agosto de 1954, com um tempo próximo das doze horas. Cinco anos depois, a 27 de Agosto de 1959, o mítico nadador português voltou a repetir o feito, mas desta vez em 13 horas e 12 minutos.
Falecido em 1984, com 63 anos, Baptista Pereira deixou um legado no mundo da natação. Existe, na cidade de Lisboa, uma piscina municipal com o seu nome e todos os anos se disputa no Rio Tejo a Travessia Baptista Pereira, que vai este ano para a XXIV edição.
M.A.
06/08/08
"RIBEIRA NEGRA" de JÚLIO RESENDE
Em 2007 realizou-se no edifício da Alfandega, no Porto uma exposição antológica do Mestre Júlio Resende, que completava então 90 anos de idade. Nesta altura, numa entrevista, falou-se na sua obra-prima “Ribeira Negra”, um gigantesco painel em tela com mais de 120 metros quadrados ( de largura cerca de 40 metros) datado de 1985, que retrata a vida na ribeira do Porto.
Foi a partir desta tela que se fez em 1986 o painel de azulejos que está colocado à saída do tabuleiro inferior da Ponte D. Luís, logo antes do Túnel do Grilo.
Entretanto, em 1994 Júlio Resende doou à autarquia local a tela que pintara e que ficou a partir de então guardada em caixotes num dos armazéns da Câmara, nunca mais aparecendo à luz do dia.
Ora, quando o assunto foi ventilado na tal entrevista em 2007, o pintor mostrou-se triste e, disse mesmo que, por princípio, nunca se arrependia de nada mas, neste caso, repensaria, pois, para tal destino, também ele teria encontrado, por si só, um local onde guardar aqueles caixotes.
Ainda bem que as suas sentidas palavras foram ouvidas e se gerou vontade de dar à obra local condigno onde o público pudesse aceder a vê-la. Ainda durante o período da exposição na Alfandega a tela “Ribeira Negra” foi colocada no hall do 1º andar, logo defronte do lanço de escadas. De novo o Mestre se manifestou, para dizer desta vez : “Isto nasceu aqui, se ficar nesta zona fico encantado!”
Em 3/11/2007 fui de propósito ao Porto para ver a exposição na Alfândega e também a tela de que falamos. Na altura, não foi possível fotografá-la porque a iluminação não estava ainda capaz. A foto que vos deixo é do painel de grés, de que falei também, que está na ribeira do Porto.
Ainda bem que tudo se conduziu desta forma para satisfação do pintor e de todos nós que o admiramos
M.A.
Matemática - desafio (solução)
Seja x o número relativo aos 3 primeiros dígitos do telemóvel e y o número relativo aos 4 últimos dígitos.
A sequência de operações que mandam fazer é equivalente à expressão:
que, por sua vez, é equivalente a 10000x + y
Exemplo:
para o telemóvel 96 1234567 será:
x =123 e y =4567
Substituindo x e y, obtém-se o número 1234567!
O nosso agradecimento à Zé que nos facultou a solução do problema!
fc
05/08/08
O COMBOIO DE BELÉM


(Excerto e fotos de “Belém, Lisboa Cultural”, de N’Dalo Rocha)
M.A.
04/08/08
Amigos especiais
que são muito especiais.
Nunca dirigem a palavra
mas sabem pela expressão
distinguir com clareza
entre o sim e o não!
São afáveis, companheiros,
dedicados e fiéis
são amigos, muito amigos
que expressam com o olhar
a alegria, a tristeza
e até a gratidão!
Quando parte um amigo
destes de que falamos,
há sempre muitas histórias
que ficam para contar
brincadeiras, diabruras
surpresas até mais não
muitas delas inocentes
que se alguém levou a mal
talvez não tenha razão
porque tudo era feito
com a melhor intenção!
De tanto se gostar
e de tão bem se querer
pode sempre acontecer
que por não se perceber
se esteja a magoar
com a pata, com os dentes
com uma simples asneira
tudo isto afinal
nao é mais que brincadeira!
Bolinhas
O Bolinhas ja repousafoi um grande companheiro!
Figura sempre presente
em muitas actividades
sabia ficar atento
num sossego absoluto
e mesmo parecendo distante
não deixava em mãos alheias
o papel de comandante!
Viveu feliz no seu lar
brincou e fez brincar
era um grande perito
na arte de passear!
Nobel (mimando a sua neta)
deixa muitas recordações
nos pequenos, nos graúdos
em todos os corações....
Era dócil, ternurento
tinha os netos, tinha um lar
sabia rir e brincar
pular de contentamento
tudo muda de repente
a doença assim o quiz
a idade não perdoa
mas o Nobel foi feliz!
E para quem não sabia
que a escrita tudo abarca
fica a simples homenagem
com a rima de palavras
ao Bolinhas e ao Nobel
e a todos os quatro patas!
fc
03/08/08
SANTILLANA DEL MAR
Quando ali entramos, a pé, uma vez que os carros são deixados num parque fora da vila, temos a sensação de regressar muito atrás no passado, já que tudo o que nos rodeia nada tem a ver com os hábitos da época actual. Como disse, não há circulação automóvel dentro da vila, até aos moradores é dada apenas permissão para levarem os veículos até às suas garagens.
A sua Igreja e Colegiata datam do Sec. XII e os seus edifícios vão desde o Sec.XIV ao Sec XVI. O próprio empedrado das ruas é composto por grandes lajes irregulares como se usava.
Encontram-se vários locais que vendem produtos caseiros rurais (pão, mel, compotas, licores, queijos, bolos, etc.) e até, costume que achei muito curioso, neles se pode pedir e beber um copo de leite saído há pouco da vaquinha!...
Em pleno centro da povoação deparamos mesmo com um característico e antigo bebedouro para os animais, de que vos deixo uma foto.

A outra foto é de uma varanda das muitas que vi enfeitadas com flores. Aliás as flores são mesmo uma constante, o que dá à terra um ar muito cuidado

Acreditem que é uma experiência única passear nestas ruelas e respirar aquele ambiente de antanho, mas, ao mesmo tempo, rodeados de gente bastante acolhedora.
É também aqui próximo que estão situadas as famosas Grutas de Altamira, onde existem várias pinturas rupestres que eu tive já ocasião de ver, há muitos anos. Desta última vez, em 1998, já se encontravam encerradas ao público.
Nota - A imagem que aparece a abrir o post é de um óleo que fiz de um dos bonitos recantos que encontrei em Santillana del Mar.
M.A.
02/08/08
PADRE HIMALAIA
(O Padre Himalaia em 1905)Chamavam-lhe padre Himalaia e era muito alto. A alcunha caia-lhe bem e o próprio não se importava com o tratamento. Tinham começado a chamar-lhe assim no seminário Conciliar de Braga, onde estudara. Para os colegas era uma manifestação de afecto. De tal maneira que o Padre Manuel António Gomes passou, ele próprio,, a assinar Manuel Gomes Himalaya. Com “y”, como se usava na altura. Nasceu a 9/12/1868 em Santiago de Cendufe, no concelho de Arcos de Valdevez. Filho de lavradores modestos estudou na aldeia do Souto, perto de casa. Prosseguiu depois os estudos no Seminário de Braga.
Já ordenado Padre iria desenvolver uma actividade intensa e variada, no ensino, como capelão e preceptor em Vila Real e depois, no Porto. Deslocou-se a Paris onde viveu algum tempo e depois aos Estados Unidos. Fez pesquisas sobre as propriedades curativas das águas e depois começou a estudar a possibilidade de aproveitar a energia solar.
(O Pyrheliophero montado na Exp. UniversalO aparelho apresentado então na Feira de St..Louis conseguia obter 3500ºC, uma temperatura a que fundem metais e muitas rochas.
O Pyrheliophero, como lhe chamou, foi uma grande atracção na Feira. Conquistou o Grand Prix, duas medalhas de ouro e uma de prata. Foi um sucesso internacional. Mas… tudo ficou por aqui. A falta de meios não permitiu ao Padre Himalaya prosseguir as experiências na escala que desejava.
Acabou por regressar a Portugal em 1932 vindo a falecer, em Viana do Castelo, quase ignorado, em 1933, com 65 anos.
Excerto de um artigo do Professor de Matemática e Estatística do ISEG, Nuno Crato, autor de livros e artigos de divulgação científica.
Fotos publicadas no mesmo artigo.
M.A.
01/08/08
COLECCIONAR BONÉS

Adereço prático que nas últimas décadas se impôs como acessório indicativo de originalidade no estilo de vestir e imagem de marca para aqueles que o usam. Bonés há muitos…tantos que formam uma colecção.
Não é só por questão estética, factor que, na idade de Henrique Cassiano pouca relevância tem, mas o estilo pode ser tudo. O boné é como se fosse o seu símbolo e, é por isso, um adereço que não dispensa. Tomara ele poder usá-lo em qualquer ocasião por ser tão prático que nem precisa de alinhar o cabelo teimoso ou porque cai bem com tudo o que vista, faça chuva ou sol. Faz sempre parte da sua indumentária, mas o facto é que não sabe explicar, com exactidão, o porquê deste entusiasmo que o levou a uma colecção de já quase uma centena de peças. Talvez por ser um artigo ligado ao desporto, prática de que tanto gosta, mas não será a única justificação.
Guarda ainda os seus bonés de criança, de tamanho reduzido e enfeitados com bonecos mas, não sabe dizer qual foi o primeiro. Foi uma oferta dos pais afirma com convicção, até porque eles são os grandes responsáveis por esta pequena excentricidade.
Comprar bonés é quase um vício, mas, adquiridos por si são muito poucos, que a mesada é curta. Hoje em dia mantém apenas dois ou três para uso quotidiano e guarda todos os outros religiosamente. O jovem coleccionador não os quer ver estragados, empoeirados, descoloridos pelo uso, mas a arrumação de tantos bonés ameaça ser um problema estes acabam por estar dispersos pela casa, em prateleiras, gavetas, pendurados em todo o lado.
Henrique Cassiano tem bonés das mais variadas cores, de muitas marcas de vestuário, de entidades empresariais, de clubes desportivos, de quase todos os locais por onde passeia. O boné é, acima de tudo, uma recordação que gosta de preservar, pois a sua colecção traz-lhe à memória experiências , lugares, momentos especiais. E, afinal, quem não gosta de coleccionar bons momentos?
(Revista do Club do Coleccionador)
M.A.
A MAGIA DO VENTO - Atenção mais novos!

No início desta actividade os participantes são convidados a ouvir uma história à moda antiga sobre moinhos e o fabrico do pão.
Um dos objectivos do início desta acção é estimular a imaginação e a compreensão da narrativa sem o suporte visual mas com pequenos artefactos que os fazem sonhar e que servem de interacção entre o contador de histórias e o público.
No final da história, e depois de os participantes terem compreendido a importância da força do vento para gerar trabalho, são desafiados a construir o seu próprio moinho de vento, que levarão posteriormente para casa.
Esta actividade pode ser realizada com jovens com idades compreendidas entre os 4 e os 10 anos.
(Elementos retirados da Net)
M.A.
UMA JANELA ALGARVIA
Em Agosto de 1997 fotografei esta bonita janela em Vila Real de Santo António. Será que a casa ainda existe hoje ou já terá dado lugar a um bloco de apartamentos?
Reparem no remate rendilhado que se vê no cimo, tão característico da zona e, também, no friso de azulejos.
Lembrei-me também que, possivelmente, a Maluda gostaria de a ter pintado, enriquecendo, com mais esta, a sua colecção de janelas!
M.A.
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