Significado: Erro grosseiro.
Desde então, sempre que alguém tem tudo para acertar, mas comete um erro estúpido, dizemos tratar-se de um "erro crasso".
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Nuno obrigada pela colaboração
Significado: Erro grosseiro.
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Nuno obrigada pela colaboração



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Fica entretanto a explicação obtida na Wikipédia, do que é um Dragoeiro:
O Património Azulejar português é de uma riqueza e valor incalculáveis, ocupando um lugar de relevo não só no Património Cultural do nosso país, como também no Património da Humanidade: destaca-se pela sua qualidade, quantidade e pela variedade e especificidade de estilos, materiais e técnicas, surgindo como uma das características arquitectónicas portuguesas mais emblemáticas e facilmente reconhecíveis. Urge, por isso, defender este património e preservá-lo para as gerações seguintes.O Projecto “SOS Azulejo” é de iniciativa e coordenação do Museu de Polícia Judiciária, órgão do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais, e nasceu da necessidade imperiosa de combater a grave delapidação do património azulejar português que se verifica actualmente, de modo crescente e alarmante, sobretudo por furto, mas também por vandalismo e incúria.
Assim, a par de uma estratégia assertiva e pragmática de Prevenção Criminal, o Projecto SOS Azulejo opta por um alargamento multidisciplinar na abordagem à problemática da salvaguarda da azulejaria portuguesa que engloba também a vertente da Conservação Preventiva - pois neste combate ambos os vectores estão interligados e são indissociáveis.
No dia 28.02.08 pelas 17h, no Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais.
Museu e Arquivos Históricos de Polícia Judiciária
Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais
Quinta do Bom Sucesso, Barro,2670-345 Loures
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Diplomata ( 1885 – 1954 )
Aristides de Sousa Mendes, Nasceu em Cabanas de Viriato em 19 de Julho de 1885 e faleceu em Lisboa em 3 de Abril de 1954.
Recusou-se a acatar as ordens do seu governo (o regime de Salazar), e concedeu vistos a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir de França em 1940, ano da invasão de França pela Alemanha nazi.
Na 2ª Guerra Mundial Aristides salvou dezenas de milhares de pessoas do Holocausto.
Foi o "Oskar Schindler Português" comparação pouco digna, uma vez que Arstides salvou um número de pessoas muito superior a Schindler.
Saiba tudo sobre este notável Português no museu virtual
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Já realizada em anos anteriores, o "Dia Aberto do ITQB" visa desta vez "explorar o mundo vivo pelo lado de dentro, espreitando a natureza desde o ambiente até ao átomo", segundo fonte deste instituto da Universidade Nova de Lisboa.
"O convite é acima de tudo para um dia de diversão e descoberta da Ciência com quem explora o mundo vivo por dentro todos os dias", acrescentou.
A iniciativa, que decorre a partir das 10:00, permitirá que os cientistas satisfaçam a curiosidade tanto de adultos como de crianças, respondendo às suas perguntas e mostrando-lhes como se faz investigação.
O Instituto estará aberto ao público durante todo o dia, com visitas aos laboratórios de investigação de meia em meia hora a partir das 10:30 e comunicações de hora a hora entre as 11:00 e as 16:00 sobre temas tão variados como "astrobiologia" ou "uma bactéria vista por dentro".
Para "escutar as conversas entre os átomos" terão início também às 10:30 visitas guiadas ao Centro de Ressonância Magnética Nuclear (CERMAX)e, para ilustrar o tema "do laboratório à indústria", poderá visitar-se (às 11:00 e às 12:00) a Unidade Piloto do IBET (Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica).
O ITQB é um dos maiores centros de investigação portugueses dedicados às ciências da vida, tendo como missão assegurar formação avançada nas áreas da química, biologia e tecnologias associadas.
A jornada insere-se no programa "Oeiras Vive a Ciência", um projecto conjunto do ITQB e do Instituto Gulbenkian de Ciência, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
CM.
Lusa/Fim

Desta vez, este pequeno apontamento será para levar os meus leitores até ao Forte do Bom Sucesso, situado junto à Torre de Belém.
É neste local que a LIGA DOS COMBATENTES concentra o núcleo principal do seu património museológico e, neste momento, não faltam mesmo motivos para que todos decidam ir até lá.
Além da Exposição Permanente intitulada O COMBATENTE PORTUGUÊS há também uma outra, na mesma zona, de Fotografia das CAMPANHAS DO ULTRAMAR, onde podemos apreciar fotos do repórter de Guerra Fernando Farinha.
Nas salas 1 e 2 temos a Exposição LEONARDO DA VINCI - O INVENTOR. Já aqui anunciada aquando da sua inauguração, quero agora acrescentar que, ali, encontraremos não só diversas réplicas em madeira de máquinas inventadas por aquele multifacetado génio italiano, como, igualmente, teremos oportunidade de conhecer o funcionamento das mesmas.
Depois, intitulada "PEREGRINAÇÃO", (o que logo nos indica ser inspirada no relato aventuroso deixado pelo nosso antepassado que se chamou FERNÃO MENDES PINTO,) podemos admirar a Exposição de Pintura de JOÃO VELHÔ. Deste Pintor conheço já algumas obras, nomeadamente as que se encontram no Instituto Superior dos Altos Estudos Militares, em Pedrouços, o que é , sem duvida alguma, um forte aliciante para me levar, de novo, a ver pinturas suas.
Ao ar livre há ainda três locais com equipamento relativo aos Ramos das Forças Armadas. Neste museu há igualmente zonas de convívio, salas de conferência e de projecções, bar, etc
Se juntarmos a tudo quanto já foi dito a beleza do local em que se encontra inserido o Forte do Bom Sucesso, temos a certeza que darão por bem empregue o tempo da visita, sentindo-se satisfeitos por terem acedido ao convite que lhes fiz no início destas linhas.
Mais haveria para dizer não fora o condicionamento de espaço. Mas, voltarei um dia ao assunto.
Os meus agradecimentos ao Exº. Sr. Tenente-General Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da Direcção Central da LIGA DOS COMBATENTES pela informação facultada.
O Forte do Bom Sucesso encontra-se aberto todos os dias das 10.00 às 19.00 horas.
M.A.



25 Fevereiro, segunda, 11.00 e 14.30, SP (exclusivo para escolas)
Algés, 1905. Fotografia de Paulo Guedes in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Algés, 1941. Eduardo Portugal in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Vila Castanheira, em último plano vê-se a praça de touros de Algés, Algés, 1941.Fotografias de Eduardo Portugal in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
A Ribeira não aguentou tanta água e transbordou para a estrada......
As estradas transformaram-se em autênticos rios......
Ao meio - dia ainda a estrada nacional 249-4 estava neste estado.....
Ao ir ver uma exposição que está no Centro Cultural Casapiano, em Belém, deparei, às tantas, na galeria já perto da Biblioteca, com um busto de grande dimensão, da figura da "República". A legenda que o identifica diz que é este o considerado como Oficial.
Após aberto o concurso, em 1911, sabe-se que vários artistas escultores concorreram mas, o 1º Prémio foi atribuído a Francisco dos Santos, nome que figura, também na legenda atrás referida.
Na pesquisa que fiz soube, que o Busto em bronze, executado a partir desta maquette, está, colocado em lugar de honra, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa.
Dado que comecei por falar, em primeiro lugar, nesta escultura, injusto seria, da minha parte, não acrescentar duas palavrinhas, ainda que muito simples, referentes ao seu autor:
M.A.
(Elementos colhidos num artigo de Carlos Enes, Ilustração Portuguesa e Lello Universal)
Pela minha boca falarão hoje três bonecas, ou, melhor dizendo, duas bonecas e um boneco. Convém que estas coisas fiquem "bem explicadas" para não haver equívocos.
Pertenceu cada qual a uma geração diferente, isto é, as suas donas foram Avó, Mãe e Neta, de uma mesma família. As histórias serão contadas em sentido inverso à idade destas três personagens.
Posto isto, chamemos em primeiro lugar "o rapaz" e ouçamos a sua história:
"_Estamos no ano de 1965 e aproxima-se o Natal. Eu e mais "Chorões," como na altura se chamava aos bonecos como eu, estávamos expostos no estabelecimento "Luciano Matos", no Porto. A razão da escolha residiu no facto de eu ter olhos verdes como os da Menina a quem eu me destinava. Como acontece com os humanos, também em nós, os bonecos, um pequeno nada faz a diferença! Fui um felizardo porque tive logo uma mobília de quarto e várias toilettes muito bonitas.
Na manhã do dia de Natal, quando a Menina, (na altura com três anos) desceu ao rés-do-chão, encontrou-me a mim e todas aquelas "outras maravilhas" trazidas pelo Menino Jesus, espalhadas sobre um enorme Presépio, como era uso fazer-se, em casa dos seus Avós."
"_Pois… Desculpem-me apresentar-me com este aspecto. O meu percurso de vida foi já mais longo…Não consigo precisar ao certo mas ultrapassei já os 60 anos! Hoje, só o meu rosto se mantém com este aspecto juvenil, os meus olhos abrem e fecham como sempre e o meu sorriso continua bonito. Pernas também tive, claro, mas acontece que a Menina que brincava comigo, achou que eu seria capaz de me sentar, dobrando-as e, o resultado foi desastroso. Já lhe perdoei porque ela não o fez por mal!… Quem me ofereceu manteve sempre com a minha dona uma relação de amizade, muito profunda, até ao fim da sua vida."
"_Nesta família sou eu a decana das bonecas. Outra não existe que me retire esse título. Mesmo com a idade o meu olhar não perdeu o brilho de outros tempos; sofri, no entanto, alguns problemas de saúde, como por exemplo a amputação de um ante-braço. Como é o esquerdo, não me faz assim grande falta…Reparem agora nas articulações dos meus joelhos. Tal como as dos cotovelos, funcionam com um sistema de elásticos, nada sofisticado convenhamos, mas era a moda da altura.
Não tenho registo exacto da minha idade apenas sei que a criança que brincou comigo nasceu , imaginem, em 1907! Naturalmente, que já não se encontra entre nós…
Compraram-me no Porto, num estabelecimento que tinha o nome de "Armazéns Hermínios"e, para verem só como sou diferente de qualquer outra boneca, a minha cabeleira é feita com cabelo que terá sido cortado ao da Menina, minha dona.! Não sei se isso era hábito, na altura ( a memória já me vai falhando) mas, confesso que não conheço outro caso semelhante.
Esta minha toilette não é da mesma época. Feita na década de 40/50, é composta por um vestido azul com bolinhas rosa, bordadas, nas mangas e gola. Sobre este tenho um bibe vermelho e branco. Não esqueçamos que, estávamos na altura em que os bibes faziam parte integrante do vestuário das meninas!"
Do silêncio de um armário saíram estes três bonecos para contarem as suas histórias. Oxalá tenha sido agradável, para todos, lê-las. Em alguma das minhas leitoras, quem sabe, terão despertado também a saudade, das bonecas que a acompanharam na sua infância.
M.A.
Uma viagem ao «universo mágico dos teatros de papel» é o que promete a quem a visitar a exposição «Teatros de Papel: a Arte da Precisão», que estará patente no Museu da Marioneta a partir desta sexta-feira, até 30 de Abril. «Em cena» na mostra estarão «pequenas obras de arte que reflectem a inspiração dos seus criadores e das correntes artísticas e espectáculos teatrais dos séculos XVIII, XIX e princípios do século XX».
Integrarão o acervo teatros de papel atribuídos ao famoso editor alemão Johann Ferdinand Schreiber, ao editor inglês Pollock, ao dinamarquês Alfred Jacobsen, aos franceses Imagerie d'Epinal e aos espanhóis Paluzie e Seix & Barral, El Teatro de los Niños.
Haverá ainda para ver folhas com personagens, cenários e bocas de cena pertencentes à colecção de A Tarumba - Teatro de Marionetas, uma companhia profissional de teatro, criada em 1993, cujo principal objectivo é divulgar e promover o teatro de marionetas.
Entre 13 e 25 de Maio próximo, A Tarumba vai realizar em Lisboa a 8.ª edição do Festival Internacional de Teatro de Marionetas e Formas Animadas, envolvendo alguns dos agentes culturais mais importantes da capital.
Organizam a mostra agora patente a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e o Museu da Marioneta.
(Lusa)
M.A.
O espectáculo "Fernando Mil Pessoas Uma Musa e...", do encenador italiano Mario Fedele e baseado em textos de Fernando Pessoa, é apresentado sábado em ante-estreia em Alcácer do Sal, rumando depois a Inglaterra.
A iniciativa, segundo divulgou hoje o município de Alcácer do Sal, está integrada nas comemorações dos 120 anos do nascimento do poeta português e a ante-estreia está agendada para o auditório municipal da cidade alentejana, às 21:30 de sábado.
O espectáculo, apresentado pela Leonor Alcácer Produções, combina a poesia, a melodia e o gesto expressivo, sendo a resposta a um convite do Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões na Universidade de Oxford, na Inglaterra, para conceber, criar, produzir e realizar um trabalho original sobre a obra de Pessoa.
Depois de Alcácer do Sal, a produção estreia dia 27 de Fevereiro, pelas 18 horas, no Auditório do St John's College da Universidade de Oxford.
O espectáculo, produzido por Nuno Pinto Teixeira, conta com as interpretações da actriz Leonor Alcácer, da cantora Zi Plátano, da pianista Ana Rá e de Mario Fedele, como bailarino (Accademia Nazional Di Danza, Roma).
"Durante 65 minutos, podemos rever Alexander Search, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Ricardo Reis", heterónimos de Fernando Pessoa, declamados em português e inglês, acrescenta o município.
A apresentação do espectáculo em Inglaterra, "país grande na história literária e na representação dramática", justificam os promotores, está relacionada com a "oralidade da língua portuguesa e o seu valor na Lusofonia, assim como a universalidade da obra de Pessoa".
Para a estreia em Oxford, foram convidadas "várias personalidades civis e da academia universitária, assim como do mundo diplomático, empresarial e cultural".
O espectáculo integra o Projecto Cegonha - de acção social, cultural e educativa -, dirigido por Leonor Alcácer, que pretende iniciar uma fase de internacionalização para mostrar "o que se faz, ou se pode fazer, no actual tecido cultural português, sobretudo nas regiões mais descentradas e subdesenvolvidas".
Lusa


Desde sempre, os portugueses partiram: ou para ganhar o sustento noutro lugar, ou para a guerra, ou para embarcarem em navios na aventura da Expansão. Em casa ficavam as mulheres e as crianças. Mulheres sós, tristes, que trabalhavam a terra, fiavam o linho, amassavam o pão e iam vivendo de esperança.Ora, na hora da despedida, em certas regiões do norte de Portugal, era “obrigatório” a rapariga apaixonada oferecer um lenço ao namorado. Lenço bordado por ela, com uma quadra da sua autoria. Se bordava com erros ortográficos, isso era pormenor insignificante, o que contava - e conta - são os sentimentos.·Depois dos abraços e beijos de despedida, o rapaz levava algo que lhe faria lembrar a amada distante. Este lenço era como uma carta, mas mais bela e quase indestrutível, bordada em linho fino, no qual - quem sabe! - Algumas lágrimas masculinas cairiam nos momentos de maior tristeza. As cores e as quadras desses lenços são das coisas mais bonitas do nosso património artesanal bordado, pela sua autenticidade e ternura.·É principalmente na região do Minho que esses “lenços de namorados” têm a sua mais bela expressão. Houve-os bordados apenas a branco ou a negro, mas os mais comuns têm muitas cores e há desenhos “obrigatórios”. Nessa linguagem secreta, fique a saber que rosa quer dizer mulher, coração é amor, lírios simbolizam a virgindade, cravos vermelhos são sinónimo de provocação, e os pombinhos significam os namorados como não podia deixar de ser. Isto, só para fazermos uma breve ideia destes sinais de amor, pois há muitos mais.
Caros leitores:
Ainda que eu seja dos que ache que o dia de S. Valentim foi mais uma daquelas modas que se criou com o intuito de se comprarem umas tantas prendas e se trocarem mais uns postais entre namorados, mesmo assim vou deixar aqui um apontamento relativo ao que se comemora neste dia: O AMOR. Devo dizer, desde já, que é o amor tratado de uma forma muito curiosa!
É uma carta de uma rapariga para o apaixonado, recolhida numa aldeia indígena, durante a guerra , em Angola, juntamente com outros papeis que eram analisados, pelo Oficial de Operações e Informações de determinado Batalhão, para avaliar da sua importância Foi por intermédio deste militar que ela me chegou às mãos. Tal como eu adorei lê-la, também o leitor, por certo, se abrirá num sorriso ante a simplicidade da sua ortografia e redacção:
Cunga, 6 de 1963
Ex.mo menino Massidão
Antes de mais desejo saber a sua rica saúde assim como os que lhe são queridos e queridas as suas cartas em meu poder recebi e fiquei grato. Sim ansi os e seu dizeres da sua carta mais?!
Por ora não tenho mão direita ou papel ou caneta ou lápis para escrever, essas pequenas garatugas cheias de erros disculpe-me por lhe escrever. Agora sou como uma palha que não tem dono, em qualquer parte pode ser balado. Quando o menino tens me escrito as suas cartas muitas vezes o corpo fica sem força a carne sem ossos a cabeça sem juízo. O menino só pensa em fazer pedido mais o estado de viver ou modo de viver ou o meu pensar não sabes. Uma vez recebi uma das suas cartas dizendo que o meu namorar dor da Mocidade leva um ano de namoro com que, que os seus pais podem saber afinal só quezeste me enganar?!!! eu sei de namora apesar de não saber nada. Para mim agora não sou nada sou uma palha como já falei. Não posso lhe empedir podes procurar ou continuar com a tua miúda porque a vontade não é obrigatória.
Apenas pelo na minha mão na caneta em dar-lhe uns cumprimentos e um abraço de longo não temas com as minhas palavras quem ama sofre. Pesso que não fassas o pedido até quando um dia nos avistar-mos face a face. Sem mais nada
Os meus agradecimentos ao Amigo Freitas Lopes.

Um momento para a descoberta do ritmo, da expressão do corpo e muita diversão!
De uma forma inventiva e divertida vamos descobrir noções de ritmo, velocidade, energia e concentração, através da execução de pequenas coreografias e exercícios criados de um modo interactivo.
16 de Fevereiro 2008, 10h45-11h45.
Objectivos
Devido aos métodos e processos criativos que este workshop desenvolve, as crianças aprendem pelas experiências do próprio corpo a agirem livremente no espaço em que vivem, interagindo com as pessoas que as cercam. A dança, como uma actividade que prioriza uma educação motora consciente e global, não é só uma acção pedagógica, mas também psicológica, com o fim de normalizar ou melhorar o comportamento da criança, além de proporcionar o resgate de valores culturais, o aprimoramento do senso estético, e o prazer da actividade lúdica para o desenvolvimento físico, emocional e intelectual.
Informações, contactos e inscrições: aqui
Existem muitas lendas em torno da seda, uma delas é de que foi descoberta, por acaso, por uma rainha chinesa. Quando tomava chá debaixo de uma amoreira, nos arredores do seu palácio, um casulo caiu dentro de sua chávena de chá fervente e soltou um fio.A indústria da seda existe na china há mais de 5 mil anos e foi mantida em segredo durante muito tempo. Segundo a história, os ovos do bicho-da-seda foram levados para a Europa no inicio da era cristã, por dois monges. Através dos anos, os criadores (sericicultores) selecionaram as melhores espécies de bichos-da-seda.
Vá ficando atento às notícias da seda....
Exposição sobre a vida e obra do artista e cientista, no Forte do Bom Sucesso“Leonardo Da Vinci – O Inventor” é o título da exposição que, a partir de 7/02, estará patente no Forte do Bom Sucesso, junto à Torre de Belém, em Lisboa. Até 25 de MaioA exposição contempla diversas máquinas de tamanho real, feitas em madeira por artesãos italianos, que respeitam com exactidão os projectos de Da Vinci, tido como a perfeita expressão da época renascentista em que viveu. Todas as máquinas, entre as quais um ascensor de manivela, possuem um mecanismo que pode ser accionado para demonstração.
Considerado um dos maiores cérebros da história da Humanidade, Leonardo Da Vinci permanece inconfundível nos universos da arte e da ciência.
| De: 08-02-2008 a 25-05-2008 |
| Horários: 2ª a Dom, das 10 às 19h |
| Endereço: (junto à Torre de Belém), 1400 LISBOA |
| Concelho: Lisboa |
MA
Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém de 85.
Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água.
Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade.
Recordo-me de quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente.
Havia muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro de aproximadamente uma hora.
Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele.
Quando eu era jovem todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras.
Agora, rapamos a cabeça para as manter limpas sem água.
Dantes o meu pai lavava o carro com a água que saía duma mangueira.
Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma.
Recordo que havia muitos anúncios que diziam para CUIDAR DA ÁGUA, só que ninguém lhes dava atenção.
Pensávamos que a água jamais acabaria.
Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou secos.
Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados.
As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são s principais causas de morte.
A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.
As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam aos empregados com água potável em vez de salário.Os assaltos por um litro de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética.
Dantes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era de oito copos por dia, por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo.
A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado, porque a rede de esgotos não funciona por falta de água.
A aparência da população é horrorosa: corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de feridas na pele pelos raios ultravioletas que já não têm a capa de ozono que os filtrava na atmosfera.
Com a secura da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40.
Os cientistas investigam, mas não há solução possível.
Não se pode fabricar água, o oxigénio também está degradado por falta de árvores, o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações.
Alterou-se a morfologia dos gâmetas de muitos indivíduos.
Como consequência, há muitas crianças com insuficiências, mutações e deformações.
O governo até nos cobra pelo ar que respiramos:
Quem não pode pagar é retirado das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar.
Não são de boa qualidade, mas pode-se respirar. A idade média é de 35 anos.
Nalguns países restam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército.
A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes.
Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, é de chuva ácida.
As estações do ano foram severamente transformadas pelas provas atómicas e pela poluição das indústria do século XX.
Advertiam que era preciso cuidar do meio ambiente, mas ninguém fez caso.
Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques.
Falo da chuva e das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse. O quanto nós éramos saudáveis!
Não posso deixar de me sentir culpado porque pertenço à geração que acabou de destruir o meio ambiente, sem prestar atenção a tantos avisos.
Agora os ossos filhos pagam um preço muito alto... Sinceramente, creio que a vida na Terra já não será possível dentro de muito pouco tempo, porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível.
Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto...
...enquanto ainda era possível fazer algo para salvar o nosso planeta Terra!
FR
...e tocando nas horas vagas! O derradeiro momento - as viuvas choram.....a banda toca.... o "Juiz prepara o discurso....
No próximo ano haverá mais......
FC
A partir do próximo dia 9 de Fevereiro voltaremos a ter na Galeria Verney esculturas de Antonieta Roque Gameiro.
Para quem ainda não a conhece, esta artista nasceu em Minde em 1946 e licenciou-se em Filosofia. No entanto, portadora do apelido que tem, seria quase inevitável não se ter interessado igualmente pelas artes. Dificilmente encontramos uma família como esta, Roque Gameiro, que nos tenha dado tantos elementos onde a arte esteve e está presente. Assim aconteceu com Antonieta que, simultaneamente se dedicou ao desenho, pintura e escultura em terracota. É porém nesta última expressão artística que se fixa em 1976 e desenvolve a sua carreira
Em 1987 mostra já também peças em bronze.
O cunho que imprime nas suas obras é tal que, alguém que as veja uma vez logo identifica quaisquer outras.
As figuras de mulher que cria, traduzem emoções e sentimentos tão expressivos que, quase sempre, adivinhamos antecipadamente o título que a autora lhes deu.
E que dizer das ternurentas figuras de criança, senão que são uma delícia de olhar?
Não deixe pois passar a oportunidade de ir ver esta mostra, na Galeria Verney, até ao dia 16 de Março p.f., de 3.ª a Domingo (excepto feriados) entre as 10/13 horas e 14/18 horas.
Conjuntamente poderá ver também Pintura da artista russa Dinara Dindarova Pereira e Obra Literária da portuguesa Luísa Costa Gomes.
M.A.
Por gentileza do Autor recebemos hoje a letra do Fado que trouxe
para o nosso País o Prémio Goya. Aqui a deixamos para os nossos
leitores interessados.
M.A.
FADO DA SAUDADE (Versículo – Fado Menor)
Fernando Pinto do Amaral
Nasce o dia na cidade / que me encanta
na minha velha Lisboa / de outra vida
e com um nó de saudade / na garganta
escuto um fado que se entoa / à despedida
Foi nas tabernas de Alfama / em hora triste
que nasceu esta canção / o seu lamento
na memória dos que vão / tal como o vento
no olhar de quem se ama / e não desiste
Quando brilha a antiga chama / ou sentimento
oiço este mar que ressoa / enquanto canta
e da Bica à Madragoa / num momento
volta sempre esta ansiedade / da partida
Nasce o dia na cidade / que me encanta
na minha velha Lisboa / de outra vida
Quem vive só do passado / sem motivo
fica preso a um destino / que o invade
mas na alma deste fado / sempre vivo
cresce um canto cristalino / sem idade
É por isso que imagino / em liberdade
uma gaivota que voa / renascida
e já nada me magoa / ou desencanta
nas ruas desta cidade / amanhecida
Mas com um nó de saudade / na garganta
escuto um fado que se entoa / à despedida

Com este título, será inaugurada no próximo dia 7, às 17,30 horas, no Palácio dos Aciprestes uma exposição sobre Francisco Igrejas Caeiro.
A Simecq quer destacar aqui este acontecimento tão importante, prestando-lhe assim a homenagem que merece.
A sua vida tem sido demasiado rica para que a possamos resumir em meia dúzia de linhas.
Passados são já 90 anos desde o seu nascimento em Castanheira do Ribatejo, durante os quais, este homem, se desdobrou em inúmeras actividades. Umas ligadas à Rádio e Televisão, outras ao Teatro, outras à Política, outras ainda à Solidariedade Social e talvez mesmo algumas mais que, de momento, não me ocorrem. Foi bastante diversificado o seu campo de acção. Em tudo o que conheço ficou a marca de um Homem Bom que, estou convencida, sempre terá dado o melhor que tinha de si próprio. Contudo, quero salientar, principalmente, o forte carácter de quem sempre amou a Liberdade e até por isso sofreu sérios dissabores. Não se desviou nunca dos seus princípios, nem, que eu saiba, foi pessoa de se colocar em “bicos de pés,” sobrepondo-se aos outros, uma atitude tão pouco comum nos tempos que correm, por exemplo! Li uma definição que um seu amigo ( António Valdemar) lhe fez e que acho muito curiosa:
_”Ele é um arquitecto de consensos”.
Gostei desta frase e, a minha interpretação dela, vai no sentido da tolerância que sempre incutiu também no seu discurso e relações com os outros.
Creio ser igualmente um homem feliz…Um homem em paz consigo próprio… Transparece isso no seu semblante calmo e risonho!... A seu lado, como companheira, Irene Velez terá contribuído também para essa felicidade.
Enfim, Igrejas Caeiro, pela obra que deixa feita e que continua ainda a fazer é um exemplo de vida, impar, para todos nós. Bem haja, pois, por tudo isso!
M.A.


Anualmente são atribuídos os “Prémios Goya” pela Academia Espanhola de Artes Cinematográficas, em Madrid a quem mais se distinguiu em vários sectores artísticos.
Este ano, o “Prémio Para A Melhor Canção Original” veio para o nosso País. Foi para o “FADO DA SAUDADE”, incluído na banda sonora do filme “FADOS”, de Sousa Saura. É na música do Fado Menor, tem letra do Poeta Fernando Pinto do Amaral e cantou-o Carlos do Carmo. A acompanhá-lo estiveram José Manuel Neto, na guitarra portuguesa e Carlos Manuel Proença, na viola.
Foi ontem, dia 3, no Palácio dos Congressos de Madrid, que este troféu , simbolizado por um busto de Francisco Goya, foi anunciado e entregue em mãos portuguesas. Congratulamo-nos por esta honra, felicitamos vivamente os Premiados e, quem mais, que com eles possa ter trabalhado, no sentido de demonstrar que podemos ser tão bons ou melhores, que quaisquer outros.
M.A.


"O Ouro Tradicional de Viana do Castelo. Da Pré-História à Actualidade
Para além das peças, serão ainda apresentados dois modelos em tamanho natural de personagens femininas das festas tradicionais vianenses, devidamente trajadas a rigor com as suas indumentárias e as suas jóias.
Completam a exposição alguns recursos interactivos digitais, que pretendem alcançar uma maior inclusão dos públicos, com intenções educativas e lúdicas."

Localização e Horário do MNA
Praça do Império - Belém
Lisboa
Encerrado à 2ª feira
Mais informações e imagens sobre o ouro Vianense aqui
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