Como tudo começou

13/04/09

PASSAROLA DO PADRE BARTOLOMEU DE GUSMÃO


A primeira aeronave conhecida no mundo a efectuar um voo foi baptizada com o nome de “Passarola”, 74 anos antes do famoso balão dos Montgolfier. As sua características técnicas não são totalmente conhecidas hoje, mas, sabemos que terá voado no ano de 1709 e que, foi seu inventor o padre e cientista português Bartolomeu de Gusmão. O próprio desenho deixa dúvidas que tenha sido feito do original.

Na sequência dos seus estudos sobre aeroestação, em 1708 , o padre Gusmão faz uma petição ao rei D. João V ,para aquilo que designou como “instrumento de andar pelo ar”. Com o assentimento do rei e concedido também um financiamento é, então, na Quinta do Duque de Aveiro, em S. Sebastião da Pedreira, (Lisboa), que o cientista se dedica a tempo inteiro ao seu projecto.


Em 8 de Agosto de 1709, perante uma ilustre assistência, Rei, Rainha, Núncio Apostólico, membros do Corpo Diplomático e toda a Corte Portuguesa, na Sala dos Embaixadores da Casa da Índia, Bartolomeu de Gusmão fez subir até ao tecto da sala um balão aquecido com ar.
Segue-se então o desenvolvimento da versão maior, já tripulada e baptizada com o nome por que ficou conhecida, “Passarola”. O enorme balão, possivelmente levando dentro o seu inventor, foi lançado da Praça de Armas do Castelo de S.Jorge, em Lisboa e voou cerca de 1 Km, vindo a poisar no Terreiro do Paço.


Bartolomeu de Gusmão torna-se assim um dos mais importantes pioneiros da aeronáutica mundial sendo mesmo chamado “O Padre Voador”.

P.S- No seu livro “Memorial do Convento” Saramago fala neste episódio.

(Pesquisa na Net e imagem retirada da “Illustração Portugueza”)
M.A.

12/04/09

UMA PÁSCOA DA MINHA INFÂNCIA

(Clique para ampliar)
Quando criança, o Domingo de Páscoa era passado primeiro na casa paterna, onde se recebia a visita do Compasso e, em seguida, íamos todos para uma aldeia próxima, Macinhata-da-Seixa, onde moravam os meus avós maternos.
Ali, havia por hábito percorrer algumas casas de gente conhecida onde, mais uma vez, se beijava a Cruz e se trocavam manifestações de amizade.

Uma das primeiras recordações foi ver, numa casa modesta, sobre uma mesa, coberta com a tradicional toalha, escolhida, por certo, entre o que de melhor teriam, um pequeno prato onde se colocara uma laranja e, sobre esta, uma moeda de 10$00. Lá o dinheiro, eu não estranhei, mas a laranja é que nunca ninguém me explicou porque aparecia ali também. Verifiquei, depois, que isso se repetia em várias outras casas. À minha pergunta só me souberam responder que já os “antigos assim faziam”…

Também havia o hábito de ofertarem ovos. Um dos homens do Compasso trazia um balaio (um cesto redondo e baixo, sustentado por uma asa em arco) destinado a recolher este tipo de oferta.
Mas o que especialmente vos quero contar é um episódio um tanto cómico:

O pároco que estava nessa aldeia era conhecido como bastante forreta o que deu motivo a algumas histórias com isso relacionadas. Esta foi uma delas:
No dia de Páscoa, por tradição, quando o Compasso recolhia à Igreja era costume haver uma última confraternização em casa do pároco, onde se comia e bebia mais qualquer coisa. Ora, pelo costume já criado, este não teve forma de fugir a isto e, mesmo contrariado, lá mandava pôr na mesa pão, queijo e talvez o belo vinho “americano” (noutras terras chamado morangueiro) que por ali se cultivava. Mas, dado que naquele dia muitas eram as casas visitadas e, em quase todas elas se fora comendo e bebendo, geralmente, o grupo declinava este último convite. Bom…isto aconteceu enquanto não se descobriu que o dito padre A. costumava ir à loja da terra pedir um queijo emprestado que a seguir ia devolver!...

Portanto, leitores, neste ano que estou a recordar, a coisa correu mal ao sr. prior. O grupo que compunha o Compasso, foi mesmo para a sala do passal e, talvez correndo o risco de provocar um colapso cardíaco ao padre, alguém agarrou na faca e encetou mesmo o dito queijo!
Quem assistiu à cena, contou que o suspiro que se ouviu ao padre foi profundo e audível para todos os divertidos presentes …

(A imagem mostra uma aguarela de um recanto da aldeia aqui referida)
M.A.

11/04/09

PÁSCOA DE 2009



ASSINALANDO A QUADRA PASCAL É ESTA A MENSAGEM QUE QUEREMOS DEIXAR A TODOS OS NOSSOS LEITORES:


A TODOS QUE ACOMPANHAM
TUDO QUANTO AQUI SE DIZ
NÓS DESEJAMOS SAUDE
E UMA PÁSCOA FELIZ


F.C. e M.A.

10/04/09

Arte e culinária

Ensopado de Borrego

Confecção:

Borrego meia estação,
A porção que se quiser,
Frito em lume de fogão
Na véspera de se comer.

Aproveite então o pingo
Que da fritura ficou
E que com grande cuidado
Você no tacho guardou.

No dia em que vai comer
E no pingo em que fritou
Pique-lhe três cebolinhas
(tamanho de malmequer)
Ponha alho, deite louro
E pimenta a que quiser
E deixe ficar tão louro,
Como a carne já ficou.

Junte então a carne frita.
Cuidado, não vá espirrar,
Mesmo que fique aflita,
Colorau lhe há de deitar.

Bem, se tem mais que fazer
Aproveite nessa altura,
Contanto que o vá mexer
De quando em vez com ternura.

Deite água, a jeito meu,
De maneira subtil,
Assim como vem do céu
A chuva no mês de Abril!

Depois de tanto suar
Não o deixe arrefecer,
Traga a tampa p'ro tapar
... Não vá ele adoecer!

É carne mole?! Ou é dura?!
Já depende do bichano,
O tempo de cozedura
Vai de uma hora a um ano!!!

Já estou pronto. Que emoção!!
Quente e bem temperadinho!!!
Vou juntar-me ao belo pão
Cortado bem delgadinho.

Bom proveito! Bebam vinho!
Meu companheiro ideal,
Nem eu vivo sozinho
Nem tenho outro amor igual!

Fonte: Revista "Banquete" de Junho de 1972 - Sra D. Maria Teresa de Vasconcellos e Sá Grave

fc

09/04/09

Eléctrico 15 - Cruz Quebrada



Este artigo foi escrito pela Clotilde Moreira, e publicado pelo Jornal de Oeiras desta semana.

08/04/09

UMA FLOR NA BOTOEIRA



Quem é que não teve já na mão uma qualquer foto antiga, onde apareça um cavalheiro ,ostentando, na lapela do casaco, uma flor? Era um requinte de elegância que se perdeu no tempo. Hoje em dia apenas em algumas cerimónias de casamento, o noivo e padrinhos ainda usam esse adorno. Diz-se que a flor escolhida deve até ser uma gardénia…

Pois o que hoje lhes trago são, justamente, duas pequenas peças em prata, cujo nome desconheço, que eram usadas para tal efeito. Para evitar que a flor murchasse, este adorno levava um pouco de água dentro e, a pequena mola lateral (idêntica à que se vê numa qualquer lapiseira ainda hoje) servia para se fixar, na casa aberta da lapela do casaco do cavalheiro.

Sei que estou a despertar sorrisos e comentários, talvez bem jocosos, principalmente nos homens que estejam a ler isto mas, não resisti à tentação de vos mostrar mais estas velharias que guardo há muitos anos.

Dos homens que conheço, não imagino nenhum deles, a sair, hoje, à rua, com uma coisa destas na lapela do casaco. Mais depressa lá veremos um qualquer emblema de club desportivo. Trazer isto ao blog foi, digamos que uma “provocação” aos nossos leitores!…

(Objectos de prata da autora do post)
M.A.

07/04/09

Basilica de Santa Luzia - Viana do Castelo






Situada no alto do monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, a Basílica de Santa Luzia, foi começada a construir em 1903 e terminada em 1943, com projecto do arquitecto, Miguel Ventura Terra.

A última fase da construção da basílica, que é considerada como inspirada na Basílica de Sacré Cœur, de Montmartre, Paris, viria a ser dirigida pelo arquitecto Miguel Nogueira, que contou para o trabalho sobre o granito, com o mestre canteiro, Emídio Pereira Lima.

Está edificada sobre uma planta em forma de cruz grega e a sua arquitectura tem elementos neo-românicos e bizantinos, no topo da basílica uma varanda permite, em dias sem neblina, um vastíssimo panorama da região.

A estátua de bronze, do Coração de Jesus, colocada na entrada, datada de 1898, é da autoria do escultor, Aleixo Queirós Ribeiro, os dois querubins do altar-mor, são da autoria do escultor Leopoldo de Almeida e esculpidos pelo Mestre Emídio Lima e Albino Lima, em mármore de Vila Viçosa.

Os vitrais das rosáceas foram executados na oficina de Ricardo Leone, em Lisboa, o fresco que representa a via-sacra e a Ascensão de Cristo, na cúpula, tem como autor, M. Pereira da Silva. O carrilhão é composto por 26 sinos.


Informações colhidas aqui, e aqui.


As imagens são da minha autoria.


Recomendo vivamente a visita!

fc


06/04/09

O PASSEIO DE SANTO ANTÓNIO


(Clique para ampliar a imagem)


Saíra Santo António do convento,
A dar o seu passeio costumado
E a decorar, num tom rezado e lento.
Um cândido sermão sobre o pecado.

Andando, andando sempre, repetia
O divino sermão piedoso e brando,
E nem notou que a tarde esmorecia,
Que vinha a noite plácida baixando…

E andando, andando, viu-se num outeiro
Com árvores e casas espalhadas,
Que ficava distante do mosteiro
Uma légua das fartas, bem puxadas.

Surpreendido por se ver tão longe,
E fraco por haver andado tanto,
Sentou-se a descansar o bom do monge,
Com a resignação de quem é santo

O luar, um luar claríssimo nasceu.
Num raio dessa linda claridade,
O Menino Jesus baixou do céu,
Pôs-se a brincar com o capuz do frade.

Pêro, uma bica de água murmurante
Juntava o seu murmúrio ao dos pinhais…
Os rouxinóis ouviam-se distante.
O luar, mais alto, iluminava mais.

De braço dado, para a fonte, vinha
Um par de noivos todo satisfeito;
Ela trazia ao ombro a cantarinha,
Ele trazia…o coração no peito.

Sem suspeitarem que alguém os visse,
Trocaram beijos ao luar tranquilo.
O Menino, porém, ouviu e disse:
_Oh frei António, o que foi aquilo?...

O santo erguendo a manga de burel
Para tapar o noivo e a namoradad,
Mentiu numa voz doce como o mel:
_Não sei o que fosse. Eu cá não ouvi nada…

Uma risada límpida, sonora,
Vibrou em notas de oiro no caminho.
_Ouviste, frei António? Ouviste agora?
_Ouvi, Senhor, ouvi. É um passarinho…

_Tu não está com a cabeça boa…
Um passarinho a cantar assim!...
E o pobre Santo António de Lisboa
Calou-se embaraçado, mas por fim,

Corado como as vestes dos cardeais,
Achou esta saída redentora:
_Se o Menino Jesus pergunta mais,
…Queixo-me à sua mãe, Nossa Senhora!

E voltando-lhe a carinha contra a luz
E contra aquele amor sem casamento,
Pegou-lhe ao colo e acrescentou: _Jesus,
São horas…
E abalaram p’ró convento.

Augusto Gil

(Santo António de José Franco, anos 70. Reparem no pormenor de o Menino Jesus ter um carrinho de mão!)

M.A.

05/04/09

Patã - Albufeira


Fotos minhas

fc

04/04/09

Um dia nas férias grandes



Era assim em todos os dias das férias grandes.

De manhã faziam-se os deveres escolares (mesmo sendo tempo de férias). À tarde depois do almoço, o calor das tardes e o azul do céu, como que diziam que era tempo de partilhar a brincadeira com as outras crianças.

Nesse dia, o lugar escolhido foi aquele recanto fora da estrada ao fundo da pedreira. Tinha uma vista fantástica para o mar e para a serra. Podia ver-se ao longe o Bugio, e o Palácio da Pena. Os vizinhos estavam por perto, era aqui que tinham as suas hortas onde se entretinham a cultivar os legumes para a família.

A brisa soprava sempre com uma suavidade tal, que mais parecia uma melodiosa composição de violino.

Na saída de casa, já o grupo contava com 4 elementos. As da pedreira e nós.

Estrada fora, para o sítio da brincadeira, caminhávamos ao ritmo que podíamos, ajudando a Ticha, que desde que nasceu nunca soube o gosto de andar pelo seu pé. Uma má formação óssea intra-uterina roubou-lhe essa maravilha do caminhar. Mas, nunca Ela ficou só ou aborrecida. Pelo contrário alinhava em tudo, fazia parte do grupo, ia a “todas”. Era a primeira a dizer; estou pronta!

Aquela tarde não era excepção.

Ora contava eu, caminhava-mos estrada fora, duas a ajudá-la, outra a segurar as muletas, quando a nossa fragilidade de crianças não aguentou a Ticha, e eis que ela cai de rabo no chão no meio da estrada.

Valeu o facto de ser uma zona calma e onde só esporadicamente passavam carros, mas logo naquela hora havia um de querer passar!

A atrapalhação era muita. Nós que não a conseguíamos levantar… os outros que tardavam em se juntar a nós… o carro a querer passar… e a Ticha com a sua fantástica e permanente boa disposição cruza os braços sentada no meio da estrada e diz cantarolando:

Daqui não saio, daqui ninguém me tira!

Perante esta atitude os outros riram e tentaram mais uma vez levantá-la sem êxito. Valeu a ajuda do condutor do carro, que ao ver a atrapalhação do grupo, decidiu vir em auxílio.

Com um sorriso levantou-a, chegou-lhe as muletas, encaminhou-a à berma, afagou-lhe os cabelos e partiu.

Entretanto já o grupo estava todo reunido. Solidário como sempre!

Lá fomos todos juntos para a tarde de brincadeira. Um bom dia, começa com uma boa história, de preferência das que acabem bem…

Começámos por brincar ao Rei manda. Não era o rei que mandava, mas a nossa rainha Ticha.

Seguiu-se o jogo da macaca, do pião, ainda cantámos todos umas cantigas e ficou programado o dia seguinte…

Era hora de regressar para o lanche. Todos merendavam numa ou outra casa, alternadamente.

Que festa fazíamos dos dias das férias grandes…..

03/04/09

Ana Camilo expõe no Museu Grão Vasco -Viseu



















Convite
O Director do Instituto dos Museus e da Conservação, o Director do Museu Grão Vasco e L’Agenzia di Arte têm a honra de convidar V. Ex.ª para a inauguração da Exposição internacional de Arte FACTORY by l’agenzia di arte, que terá lugar no Museu Grão Vasco, em Viseu, no dia 4 de Abril de 2009, pelas 16h30.
A exposição estará patente até ao dia 03/05/2009

Artistas participantes

Allera Cosimo, Andrea Giorgi, Ana Camilo, António Dulcídio, António Tavares, Alberto Pires, Carla Taveira, Carlos Godinho, Cláudia Silva, Célia Alves, Cosme, Elisabete Silva, Ernesto Silva, Etay Gabay, Francisco Urbano, Irene Pissarro, João Carita, José Cunha, José Miguens, Lucia Sandroni, Luiz Morgadinho, Majlinda Kelmendi, Maria Emília Amaral, Maria Melo, Massimo Bardi, Monika Grygier, Nicolau Campos, Paulo Medeiros, Paulo Themudo, Patty Silva, Pedro Prata, Ricardo Passos, Robert Schwarz, Santiago Ribeiro, Sílvia Alba, Stefania Mollo, Susy Manso, Teresa Duarte, Thomas Hirsch, Victor Tajes y Yana Stamatova.

02/04/09

OS DOZE MESES DO ANO


Também no que respeita aos meses do ano decerto os nossos leitores algum dia se terão interrogado sobre o significado de cada um dos nomes pelos quais os conhecemos. Eis o que consegui apurar depois da pesquisa que fiz:

JANEIRO – Tem 31 dias. É o primeiro mês nos calendários juliano e gregoriano. O nome vem do latim Ianuarius e era uma homenagem a Jano, deus da mitologia romana.

FEVEREIRO – Tem 28 dias excepto nos anos bissextos em que tem mais um, É o segundo mês pelo calendário gregoriano. O nome vem do latim februarius, inspirado em Februus, deus da morte e da purificação etrusca.

MARÇO – Tem 31 dias e é o terceiro mês do calendário gregoriano. Já foi o primeiro mês do ano na Roma antiga. O nome vem de Martius, depois Marte, o deus romano da guerra.

ABRIL – Tem 30 dias e é o quarto mês do calendário gregoriano. O nome vem do latim Aprilis que significa abrir, numa referência à germinação das culturas. Também existe a versão de derivar de Aprus, o nome etrusco de Vénus.

MAIO – Tem 31 dias e é o quinto mês do calendário gregoriano. O nome é derivado da deusa romana Bona Dea da fertilidade. Outra versões apontam para a deusa grega Maya, mãe de Hermes.

JUNHO – Tem 30 dias e é o sexto mês do calendário gregoriano. O nome deriva da deusa romana Juno, mulher do deus Júpiter.

JULHO – Tem 31 dias e é o sétimo mês do calendário gregoriano e deve o nome ao imperador Júlio César, por ser o mês em que este nasceu. Antes era chamado quintilis (cinco) do latim, por ser o quinto mês do calendário romano que começava em Março.

AGOSTO – Tem 31 dias e é o oitavo mês do calendário gregoriano. O nome vem de Augustus em honra do imperador César Augusto, o qual não querendo ficar atrás de Júlio César quis que o seu mês tivesse também 31 dias. Antes, o nome era sextilis ou sextil, por ser o sexto mês no calendário de Rómulo.

SETEMBRO – Tem 30 dias e é o nono mês do calendário gregoriano. Tem origem latina em septem (sete) dado que era o sétimo mês do calendário romano.

OUTUBRO – Tem 31 dias e é o décimo mês do calendário gregoriano. Deve a origem do nome ao latim octo (oito) dado que era o oitavo mês do calendário romano que começava em Março. Como curiosidade, Outubro começa sempre no mesmo dia da semana que o mês de Janeiro, quando o ano não é bissexto.

NOVEMBRO – Tem 30 dias e é o décimo primeiro mês do calendário gregoriano. Vem o seu nome do latim novem (nove) dado que era o nono mês do calendário romano que começava em Março.

DEZEMBRO – Tem 31 dias e é o décimo segundo e último mês do calendário gregoriano. Deve o seu nome à palavra latina decem (dez) dado que era o décimo mês do calendário romano que começava em Março.

Mais umas tantas curiosidades deixadas à disposição dos nossos leitores.

M.A.

01/04/09

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Agora já não há desculpas para visitar e não deixar um pequeno escrito.

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fc

31/03/09

Maracujá


foto minha

O fruto é utilizado especialmente para produzir sumo ou polpa de maracujá. Acredita-se que o fruto possua propriedades calmantes.

A flor é considerada como a flor da paixão devido à sua forma: coroa de espinhos, cinco chagas, três pregos (com que Jesus Cristo foi crucificado).

A flor do maracujá é polinizada unicamente por um insecto conhecido como mamangava.

Na cidade de Pirenópolis, durante a Semana Santa, é comum as pessoas utilizarem a casca do maracujá para fazer castiçais onde colocam as velas para as procissões. Esta tradição remonta aos séculos passados, quando ainda não existia energia eléctrica.

Mousse de maracujá:

Ingredientes:
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 embalagens de iogurte natural
  • 1 kg de maracujá (poderá ser polpa congelada)

Confecção:

Faça o sumo de maracujá, corte-os e tire o miolo e coloque tudo no liquidificador; bata e passe pela peneira para separar as sementes; (não inclua água) se optar por polpa, basta um pacote.
Depois lave o liquidificador e coloque o sumo, os iogurtes e o leite condensado bata e ponha numa tigela e leve ao frigorífico; poderá servir depois de 1 hora.


fc

Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz Quebradense

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